RESPOSTAS ÀS ACUSAÇÕES PROTESTANTES CONTRA A SANTA IGREJA DE CRISTO
PARTE I 
Bom amigo é muito fácil atacar, denegrir e jogar pedra nos outros principalmente na Igreja Católica Apostólica Romana, então vejamos o que a palavra de Deus diz respeito a essa pré-julgamento, em Eclesiástico 11,7 diz: “Não critique antes de verificar; examine primeiro, para depois julgar”, e em 1Coríntios 4,5 diz: “não julguem nada antes do tempo; esperem que cheguem o Senhor. Ele porá às claras tudo o que se esconde nas trevas...” infelizmente vejo que você tem o mesmo argumento protestante de um fariseu para julgar a Igreja Apostólica.
Antes de entrar na questão da “apostasia mencionada por vós” escrita por Paulo aos Tessalonicenses, vou apresentar Uma Historia que não é Contada, que é deixada de lado pelo protestantismo para alimentar o extinto egoísta, causador da subjetividade religiosa que cresce dia-a-dia.
A verdade é que somente a Igreja de Cristo tem autoridade para interpretar a sagrada escritura, sendo assim um grande crime a leitura ao pé da letra, em 2Pd 1,20 diz: “Nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal”, no entanto se a pessoa não tiver nenhuma instrução da doutrina apostólica não poderá compreender a sagrada escritura e irá com certeza distorcer as verdadeiras interpretações, tornado-se vacilantes e serão como cego guiando cego, pois em 2Pd 3,15-16 diz: “considere que a paciência de Deus para conosco tem em vista a salvação, conforme escreveu para vocês o nosso irmão Paulo, segundo a sabedoria que lhe foi dada. Em todas as suas cartas fala disso. É verdade que nelas há alguns pontos difíceis de entender, que os ignorantes e vacilantes distorcem, como fazem com as demais escrituras, para a sua própria perdição.”.
Amigo as pessoas que se acham deuses falando o que vem na teia sem nem um conhecimento, sem conhecer o contexto histórico da época, sem conhecer a verdadeira doutrina de Cristo e sem nenhuma expiração divina, usam a interpretação pessoal o simples conhecimento ao pé da letra misturado com o “cisma” contra a Igreja, gerando seitas e heresias pelo o mundo inteiro.
Atualmente as seitas religiosas são + ou - 30.000 mil no mundo, infelizmente é necessário que aconteça isso, pois nosso Senhor Jesus e os profetas já avisava a 2000 anos, em Mt 7,15 diz: “cuidado com os falsos profetas: eles vêm a vocês vestidos com peles de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes”, e São Paulo no livro de Romanos 16,17-18 diz: “Irmãos, peço que vocês tomem cuidado com aqueles que provocam divisões e obstáculos contra a doutrina que vocês aprenderam. Fiquem longe deles, porque não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao próprio estômago; com palavras doces e bajuladoras, eles enganam o coração das pessoas simples.”.
Também lhes afirmo com toda a verdade amigo, que para uma pessoa inaugurar qualquer denominação religiosa é necessário duas coisas:
1º Primeiro; Morrer numa cruz.
2º Segundo; ressuscitar ao terceiro dia.
E tenho a plena convicção que John Smith (Fundador da Igreja Batista em 1604 na Holanda), e William Miller (Fundador da Igreja Adventista em 1831 nos Estados Unidos), e Edir Macedo (Fundador da Universal do Reino de Deus em 1977 no Brasil), e Charles Parham (Fundador dos Pentecostais em 1900 nos Estados Unidos) não morreram na cruz e nem ressuscitaram ao terceiro dia, e ainda lhe afirmo que se fosse permitido para um mortal homem-pecador ser fundador de Igrejas, cristo não teria morrido na cruz e nem vindo ao mundo nos libertar do pecado, pois nós pecadores teríamos a capacidade de criar a nossa própria religião sendo semi-deus!
Pois nem um desse tem autoridade de Criar uma denominação religiosa, pois lhe asseguro que o Espírito Santo não pensa 30.000 mil vezes diferentes sobre as sagradas escrituras!
Outra confusão evidente meu caro, é que todas as seitas religiosas dizem que foi expirada pelo espírito santo, mas só existe um Espírito Santo afinal, o espírito santo ele não se contradiz! Ele é infalível, Ele não tem 30.000 mil pensamentos diferentes a respeito da sagrada escritura, por exemplo:
A Igreja Assembleia de Deus prega as línguas estranhas e o Dizimo indispensável etc.
A Igreja Batista prega o batismo somente em Adultos e discorda da pregação de línguas estranhas e define o dizimo com não obrigatório.
A Adventista do Sétimo Dia prega o Sábado e Abstinência sobre alguns alimentos.
Já as outras Igrejas protestantes pregam que o certo é o Domingo e que todo alimento é puro, de fato!
As Outras Igrejas Protestantes não Admitem as Imagens sacras, porém a Igreja Anglicana e a Ortodoxa usa as Imagens sacras e alguns sacramentos usados na Igreja católica, e a luterana conhece a Santidade de Maria.
A Igreja Ortodoxa reconhece Pedro como o Primeiro Papa e veneram os Santos! E assim vai, até onde ira essa divisão fundamentalista.
ATÉ QUANDO VAI PARAR ESSA FALTA DE UNIDADE!
Bom amigo é muito fácil atacar, denegrir e jogar pedra nos outros principalmente na Igreja Católica Apostólica Romana, então vejamos o que a palavra de Deus diz respeito a essa pré-julgamento, em Eclesiástico 11,7 diz: “Não critique antes de verificar; examine primeiro, para depois julgar”, e em 1Coríntios 4,5 diz: “não julguem nada antes do tempo; esperem que cheguem o Senhor. Ele porá às claras tudo o que se esconde nas trevas...” infelizmente vejo que você tem o mesmo argumento protestante de um fariseu para julgar a Igreja Apostólica.
Antes de entrar na questão da “apostasia mencionada por vós” escrita por Paulo aos Tessalonicenses, vou apresentar Uma Historia que não é Contada, que é deixada de lado pelo protestantismo para alimentar o extinto egoísta, causador da subjetividade religiosa que cresce dia-a-dia.
A verdade é que somente a Igreja de Cristo tem autoridade para interpretar a sagrada escritura, sendo assim um grande crime a leitura ao pé da letra, em 2Pd 1,20 diz: “Nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal”, no entanto se a pessoa não tiver nenhuma instrução da doutrina apostólica não poderá compreender a sagrada escritura e irá com certeza distorcer as verdadeiras interpretações, tornado-se vacilantes e serão como cego guiando cego, pois em 2Pd 3,15-16 diz: “considere que a paciência de Deus para conosco tem em vista a salvação, conforme escreveu para vocês o nosso irmão Paulo, segundo a sabedoria que lhe foi dada. Em todas as suas cartas fala disso. É verdade que nelas há alguns pontos difíceis de entender, que os ignorantes e vacilantes distorcem, como fazem com as demais escrituras, para a sua própria perdição.”.
Amigo as pessoas que se acham deuses falando o que vem na teia sem nem um conhecimento, sem conhecer o contexto histórico da época, sem conhecer a verdadeira doutrina de Cristo e sem nenhuma expiração divina, usam a interpretação pessoal o simples conhecimento ao pé da letra misturado com o “cisma” contra a Igreja, gerando seitas e heresias pelo o mundo inteiro.
Atualmente as seitas religiosas são + ou - 30.000 mil no mundo, infelizmente é necessário que aconteça isso, pois nosso Senhor Jesus e os profetas já avisava a 2000 anos, em Mt 7,15 diz: “cuidado com os falsos profetas: eles vêm a vocês vestidos com peles de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes”, e São Paulo no livro de Romanos 16,17-18 diz: “Irmãos, peço que vocês tomem cuidado com aqueles que provocam divisões e obstáculos contra a doutrina que vocês aprenderam. Fiquem longe deles, porque não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao próprio estômago; com palavras doces e bajuladoras, eles enganam o coração das pessoas simples.”.
Também lhes afirmo com toda a verdade amigo, que para uma pessoa inaugurar qualquer denominação religiosa é necessário duas coisas:
1º Primeiro; Morrer numa cruz.
2º Segundo; ressuscitar ao terceiro dia.
E tenho a plena convicção que John Smith (Fundador da Igreja Batista em 1604 na Holanda), e William Miller (Fundador da Igreja Adventista em 1831 nos Estados Unidos), e Edir Macedo (Fundador da Universal do Reino de Deus em 1977 no Brasil), e Charles Parham (Fundador dos Pentecostais em 1900 nos Estados Unidos) não morreram na cruz e nem ressuscitaram ao terceiro dia, e ainda lhe afirmo que se fosse permitido para um mortal homem-pecador ser fundador de Igrejas, cristo não teria morrido na cruz e nem vindo ao mundo nos libertar do pecado, pois nós pecadores teríamos a capacidade de criar a nossa própria religião sendo semi-deus!
Pois nem um desse tem autoridade de Criar uma denominação religiosa, pois lhe asseguro que o Espírito Santo não pensa 30.000 mil vezes diferentes sobre as sagradas escrituras!
Outra confusão evidente meu caro, é que todas as seitas religiosas dizem que foi expirada pelo espírito santo, mas só existe um Espírito Santo afinal, o espírito santo ele não se contradiz! Ele é infalível, Ele não tem 30.000 mil pensamentos diferentes a respeito da sagrada escritura, por exemplo:
A Igreja Assembleia de Deus prega as línguas estranhas e o Dizimo indispensável etc.
A Igreja Batista prega o batismo somente em Adultos e discorda da pregação de línguas estranhas e define o dizimo com não obrigatório.
A Adventista do Sétimo Dia prega o Sábado e Abstinência sobre alguns alimentos.
Já as outras Igrejas protestantes pregam que o certo é o Domingo e que todo alimento é puro, de fato!
As Outras Igrejas Protestantes não Admitem as Imagens sacras, porém a Igreja Anglicana e a Ortodoxa usa as Imagens sacras e alguns sacramentos usados na Igreja católica, e a luterana conhece a Santidade de Maria.
A Igreja Ortodoxa reconhece Pedro como o Primeiro Papa e veneram os Santos! E assim vai, até onde ira essa divisão fundamentalista.
ATÉ QUANDO VAI PARAR ESSA FALTA DE UNIDADE!
A pretensão de ler e interpretar a Escritura Sagrada desconsiderando-se o ensino da Igreja só produz subjetivismo, relativismo e confusão, (“tomem cuidado com aqueles que provocam divisões e obstáculos contra a doutrina que vocês aprenderam. Fiquem longe deles, porque não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao próprio estômago; com palavras doces e bajuladoras, eles enganam o coração das pessoas simples.” Rm 16,17-18.)
Foi escrevendo a um protestante adventista em respostas a tais heresias à Igreja de Cristo e levadas a mim em tentativa frustrada contra a minha fé, pois como já visto por mim há muito tempo essas mesmas inverdades. Pois como diz o ditado que “não há um mal que não traga um bem”, resolvi criar esse trabalho.
Enfim espero que os católicos ou não católico venha desfrutar de toda a verdade que existe por trás dessas mentiras que por ai são pregadas.
E dizer que estarei sempre disponível para quaisquer duvida, pois se eu não souber a Igreja sabe!
"Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina" (1Pd 2,1).
UMA PEQUENA PARTE DA HISTORIA QUE NÃO É CONTADA
Amigo infelizmente muito professores tem uma visão deformada a respeito da Igreja, sua vida e sua Historia, pois “a arvore que não dar bons frutos, nada serve a não ser cortada e jogada fora”, eu passei muito tempo visitando as Igrejas Protestantes (evangélicas) criticando a doutrina da Igreja de Cristo, mas graças a Deus estou aprendendo a cada dia, me convertendo a cada dia, e tenho certeza que estou no caminho que sempre deveria estar, pois “ as portas do inferno não prevaleceram”(Mt16,18) sobre a Santa Igreja Católica apostólica Romana independente de quaisquer ofensiva do mundo herético.
Creio que o inimigo esta por trás dessa guerra espiritual, pois assim como ele tentou contra o próprio Senhor usando a própria palavra de Deus, hoje ele esta tentando contra a Santa Igreja de Cristo do mesmo modo, usando as pessoas levando às falsas interpretações, desde o inicio do cristianismo (ver Rm 16,17-18), os primeiro católicos eram perseguidos até a morte eram caluniados etc.
Hoje não é diferente, sabemos que hoje a realidade “pequenas igrejas, grandes negocio” está fazendo de qualquer cristão um apóstolo ou profeta... E a campanha para a conquista de fieis ou clientes é grande! Mais me tranquilizo, entretanto as escrituras tem a resposta para isso em Mt 7,22-23 diz.: “muitos dirão: senhor não foi em teu nome que profetizamos ?, não foi em teu nome que expulsamos demônios ? E não foi em teu nome que fizemos tantos milagre? Então, eu vou declarar a eles: JAMAIS CONHECI VOCÊS! AFASTEM DE MIM, MALFEITORES!”.
O INICIO
E em meio a essa “confusao” comecei a me perguntar, por que senhor essa perseguição exclusivamente a Igreja Católica? Foi no “deserto” das interrogações que veio a resposta! Por que ela sobrevive até hoje apesar dos ataques constantes?
Ai a conclusão, só pode ser uma coisa, o Espírito Santos sempre atuou desde o inicio com os Apóstolos e a até hoje mantêm Ela viva; em Atos dos Apóstolos Cap.1,8 “MAS O ESPIRITO SANTOS DESCERÁ SOBRE VOCÊS, E DELE RECEBERÃO FORÇAS PARA SEREM AS MINHAS TESTEMUNHAS EM JERUSALÉM, EM TODA A JUDÉIA E SAMARIA, E ATÉ OS EXTREMOS DA TERRA”,
E tenho a plena convicção de afirma que a Igreja Católica foi Fundada por Jesus e conservada pela força do Espírito Santo, se não tudo isso já teria desaparecido durante os séculos dos séculos, como por exemplo.: Adolf Hitler (um dos maiores ditadores responsável pelo holocausto de mais de 6 milhões de Judeus, sonhava em conquistar o mundo) não conseguiu, Os Faraós (tentaram implantar uma Ideologia anti-cristã com suas Idolatrias no oriente médio) não conseguiram, Os Bárbaros (depois da queda de Roma conseguiram conquistar a grande parte da Europa e da Ásia menor (conhecidos por suas Ignorância e brutalidade) não prevaleceram, O Império de Roma (depois de perseguir os cristão até a morte teve seu fim a aderir ao cristianismo com o Imperador Constantino) também não conseguiu etc. e a Igreja de Cristo nunca será destruída, porque ela foi alicerçada na palavra de Deus e no Santo magistério das escrituras pois o que é de Deus é Imperecível.
E foi examinando as escrituras que eu tive a graça de saber que lá em Mateus 16,18-19, Jesus edifica a sua instituição divina na terra dizendo ao primeiro Papa: “por isso eu lhe digo: você é Pedro, e sobre essa pedra construirei a minha igreja, e o poder da morte nunca poderá Vence – lá. Eu lhe darei as chaves do reino do céu, e o que você ligar na terra será ligado no céu, e o que você desligar na terra será desligado no céu.”, nesse momento começou a passar sobre os meus olhos a verdade por traz dessa tribulação e perseguição, esse ódio sobre a santa Igreja, pois Jesus já prenunciava, em Mt 24,9 e Lc 21,12, mas o Senhor institui a sua Igreja em Pedro a Pedra (Cefas ou Kefas) começando assim o “Primato de Pedro” a solidez da Igreja Católica Apostólica Romana. Infelizmente eu sei o seu argumento protestante a respeito desse versículo que diz que a pedra é JESUS! Muito bem Jesus é a pedra angular, por isso não tira o direito de Pedro ser a Pedra da Igreja de Cristo, no Evangelho de João 1,42 diz: “Então André apresentou Simão a Jesus. Jesus olhou bem para Simão e disse: “Você é Simão, o filho de João. Você vai se chamar Céfas (que quer dizer Pedra)”. Amigo não exista prova melhor que Pedro seja o escolhido a ser a primeira pedra da Igreja construída sobre a pedra angular que Cristo!
Observação.: Kefas ou Céfas, em grego, significa pedra dura, rochedo.
As Palavras que cristo se dirige são somente a Pedro, que seria o detentor das chaves, isto é o chefe supremo do Reino dos Céus aqui na Terra, que é a Igreja, queira ou não esta é a verdade!
Existe outra passagem que confirma essa autoridade a Pedro, em Jo 21,15-17 diz: “Disse Jesus a Pedro: Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes? Sim, Senhor. Tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: apascenta os meus cordeiros”, e no livro de Atos dos Apóstolos vemos sempre Pedro como líder do grupo de Apóstolos um exemplo é em (Atos 15,7-8).
OBSERVAÇÃO.: ovelha e cordeiro são os cristãos, toda a Igreja de Jesus. Apascentar significar governar, dirigir, defender, confirmar.
Lembramos também que todas as vezes que Deus Mudava o nome de uma pessoa ele lhe entregava uma missão. Ex.: Abrão para Abraão, Jacó para Israel, Saulo para Paulo...
É importante lembrar que em toda nação deve existir um chefe, (ler Dt 17,14-15) um líder assim como Deus confirmou a Pedro “apascenta minhas ovelhas”, do contrario sempre haverá uma anarquia (divisão confusão). Em toda entidade deve haver um dirigente ou diretor; exemplo: na família existe o Pai, nas empresas existem os gerentes, nos paises os presidentes etc. ao contrario disso só existirá bagunça, confusão, falência. A Igreja de Cristo é a maior organização jamais vista na História, é o maior povo, porque Pedro, nos seus sucessores, os Papas, continua governando e dirigindo a Igreja, nas outras Igrejas ou seitas não há Pedro, um cabeça, daí as divisões e confusão!
Saiba que foi a Igreja quem salvou e moldou a nossa rica Civilização Ocidental da qual nos orgulhamos, onde se preza a liberdade, os direitos humanos, o respeito pela mulher e pela pessoa. Sem o trabalho lento e paciente da Igreja durante certa de dez séculos, após a queda do Império Romano (476) e a ameaça dos bárbaros, o Ocidente não seria o mesmo, Qual a outra Igreja que fez isso?
Amigo é preciso saber distinguir entre a “Instituição” da Igreja, fundada por Cristo, divina, santa e as “pessoas” da Igreja que são seus filhos, santos e pecadores como nós. Muito se exagera, por exemplo, sobre a Inquisição e as Cruzadas; e se quer analisá-las fora do contexto da época. Isto é um absurdo histórico; ninguém pode entender um fato fora do seu contexto moral, social, psicológico, religioso, etc., da época. “um texto retirado do contexto se torna pretexto”, e neste caso para se atacar, denegrir e tentar destruir a Igreja Católica, como se ela fosse vencível no mundo. Apesar de tudo, nosso Senhor profetizou toda essa obscuridade em que a morte tentaria vencê-la. Mateus 16,18 “e o poder da morte nunca poderá Vence – lá”.
Para seu melhor entendimento uma comparação, se eu dissesse que as Igrejas Evangélicas é a causadora de toda a guerra que aconteceu no Iraque, só porque o George Bush é evangélico estaria errado, entendeu! Eu não posso dizer que os milhares de Índios que foram mortos e queimados na fogueira quando os Estados Unidos foi colonizados é culpa da Igreja Evangélica só porque os colonizadores eram protestantes vindos da Inglaterra, entendi! Apesar de que o aborto em 1930 era legalizado em algumas Igrejas protestantes dos Estados Unidos não deverias nunca usar isso como meio de separar as pessoas daquilo que acreditam, “A pessoa é diferente da instituição”, somos falhos, mas a misericórdia de Deus é muito grande, creio que a mídia e as escolas não dizem essa coisa aqui citadas, mas se um filho de Deus comete alguma coisa errada sendo ele católico ou dono de algum cargo da Igreja isso vira noticia no mundo inteiro nos telejornais nas revistas e em todos os meios de comunicação, e eu lhe pergunto por que somente a Igreja Católica é notada? A palavra de Deus em Mt 10, 16 “Eis que eu envio você como ovelhas no meio de lobos”, Mt 10,22 “Vocês serão odiados por todos...”, infelizmente a Igreja de Cristo é perseguido desde o inicio, Mas o Pai sempre aconselhou sua Igreja, Mt 10-28 “Não tenha medo daquele que mata o corpo, mas não podem matar a alma. Pelo contrário, tenham medo daquele que pode arruinar a alma e corpo no inferno.”, a Santa Igreja também foi sustentada pelo sangue dos santos mártires que nunca tiveram medo daquele que matam o corpo por amor a Palavra do Evangelho, é assim que conhecemos a verdadeira historia da Igreja pois erramos em não buscar a veracidade que esta presente historicamente e nos acontecimento contemporâneos.
Há quem diga que a Igreja Católica foi contra o conhecimento, elas dizem isso por não saberem que muito cientistas foram padres, Pe. Nicholas Steno é considerado o “pai da geologia”; o Pe. Athanasius Keitcher o “pai da egiptologia”; a primeira pessoa a medir a aceleração de um corpo em queda livre foi o Pe. Giambattista Riccioli; o Pe. Rober Boscovich e considerado o “pai da moderna teoria atômica”. Os Jesuítas se dedicavam aos estudos dos terremotos tal que a sismologia veio a ser conhecida como a “ciência Jesuítica”, A Igreja Católica deu mais suporte Financeiro e social aos estudos da astronomia por mais de seis séculos do que qualquer outra instituição”, se não fosse a Igreja a ciência moderna que salva e desenvolvi não seria a mesma! Sem falar não centenas Universidade Católicas Sendo as melhores no mundo e não poderia deixar de citar a vida de estudo que uma pessoa deve ter para si torna padre, só para ter uma idéia um padre diocesano leva 8 anos no seminários fazendo o curso de teologia, filosofia, antropologia etc. e mais 6 meses de estagio, o que me entristeci é ver certas seitas nomearem seu “pastores” apenas cursando o curso de “axiologia” em menos de 6 meses e depois pregar absurdos sobre a sagrada escritura.
E lhe afirmo ainda que seja impossível descrever todo o lado positivo da Igreja nessa poucas paginas, pois a Igreja de Cristo assim como Ele continua trabalhando (Mt 5,17).
E em meio a essa “confusao” comecei a me perguntar, por que senhor essa perseguição exclusivamente a Igreja Católica? Foi no “deserto” das interrogações que veio a resposta! Por que ela sobrevive até hoje apesar dos ataques constantes?
Ai a conclusão, só pode ser uma coisa, o Espírito Santos sempre atuou desde o inicio com os Apóstolos e a até hoje mantêm Ela viva; em Atos dos Apóstolos Cap.1,8 “MAS O ESPIRITO SANTOS DESCERÁ SOBRE VOCÊS, E DELE RECEBERÃO FORÇAS PARA SEREM AS MINHAS TESTEMUNHAS EM JERUSALÉM, EM TODA A JUDÉIA E SAMARIA, E ATÉ OS EXTREMOS DA TERRA”,
E tenho a plena convicção de afirma que a Igreja Católica foi Fundada por Jesus e conservada pela força do Espírito Santo, se não tudo isso já teria desaparecido durante os séculos dos séculos, como por exemplo.: Adolf Hitler (um dos maiores ditadores responsável pelo holocausto de mais de 6 milhões de Judeus, sonhava em conquistar o mundo) não conseguiu, Os Faraós (tentaram implantar uma Ideologia anti-cristã com suas Idolatrias no oriente médio) não conseguiram, Os Bárbaros (depois da queda de Roma conseguiram conquistar a grande parte da Europa e da Ásia menor (conhecidos por suas Ignorância e brutalidade) não prevaleceram, O Império de Roma (depois de perseguir os cristão até a morte teve seu fim a aderir ao cristianismo com o Imperador Constantino) também não conseguiu etc. e a Igreja de Cristo nunca será destruída, porque ela foi alicerçada na palavra de Deus e no Santo magistério das escrituras pois o que é de Deus é Imperecível.
E foi examinando as escrituras que eu tive a graça de saber que lá em Mateus 16,18-19, Jesus edifica a sua instituição divina na terra dizendo ao primeiro Papa: “por isso eu lhe digo: você é Pedro, e sobre essa pedra construirei a minha igreja, e o poder da morte nunca poderá Vence – lá. Eu lhe darei as chaves do reino do céu, e o que você ligar na terra será ligado no céu, e o que você desligar na terra será desligado no céu.”, nesse momento começou a passar sobre os meus olhos a verdade por traz dessa tribulação e perseguição, esse ódio sobre a santa Igreja, pois Jesus já prenunciava, em Mt 24,9 e Lc 21,12, mas o Senhor institui a sua Igreja em Pedro a Pedra (Cefas ou Kefas) começando assim o “Primato de Pedro” a solidez da Igreja Católica Apostólica Romana. Infelizmente eu sei o seu argumento protestante a respeito desse versículo que diz que a pedra é JESUS! Muito bem Jesus é a pedra angular, por isso não tira o direito de Pedro ser a Pedra da Igreja de Cristo, no Evangelho de João 1,42 diz: “Então André apresentou Simão a Jesus. Jesus olhou bem para Simão e disse: “Você é Simão, o filho de João. Você vai se chamar Céfas (que quer dizer Pedra)”. Amigo não exista prova melhor que Pedro seja o escolhido a ser a primeira pedra da Igreja construída sobre a pedra angular que Cristo!
Observação.: Kefas ou Céfas, em grego, significa pedra dura, rochedo.
As Palavras que cristo se dirige são somente a Pedro, que seria o detentor das chaves, isto é o chefe supremo do Reino dos Céus aqui na Terra, que é a Igreja, queira ou não esta é a verdade!
Existe outra passagem que confirma essa autoridade a Pedro, em Jo 21,15-17 diz: “Disse Jesus a Pedro: Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes? Sim, Senhor. Tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: apascenta os meus cordeiros”, e no livro de Atos dos Apóstolos vemos sempre Pedro como líder do grupo de Apóstolos um exemplo é em (Atos 15,7-8).
OBSERVAÇÃO.: ovelha e cordeiro são os cristãos, toda a Igreja de Jesus. Apascentar significar governar, dirigir, defender, confirmar.
Lembramos também que todas as vezes que Deus Mudava o nome de uma pessoa ele lhe entregava uma missão. Ex.: Abrão para Abraão, Jacó para Israel, Saulo para Paulo...
É importante lembrar que em toda nação deve existir um chefe, (ler Dt 17,14-15) um líder assim como Deus confirmou a Pedro “apascenta minhas ovelhas”, do contrario sempre haverá uma anarquia (divisão confusão). Em toda entidade deve haver um dirigente ou diretor; exemplo: na família existe o Pai, nas empresas existem os gerentes, nos paises os presidentes etc. ao contrario disso só existirá bagunça, confusão, falência. A Igreja de Cristo é a maior organização jamais vista na História, é o maior povo, porque Pedro, nos seus sucessores, os Papas, continua governando e dirigindo a Igreja, nas outras Igrejas ou seitas não há Pedro, um cabeça, daí as divisões e confusão!
Saiba que foi a Igreja quem salvou e moldou a nossa rica Civilização Ocidental da qual nos orgulhamos, onde se preza a liberdade, os direitos humanos, o respeito pela mulher e pela pessoa. Sem o trabalho lento e paciente da Igreja durante certa de dez séculos, após a queda do Império Romano (476) e a ameaça dos bárbaros, o Ocidente não seria o mesmo, Qual a outra Igreja que fez isso?
Amigo é preciso saber distinguir entre a “Instituição” da Igreja, fundada por Cristo, divina, santa e as “pessoas” da Igreja que são seus filhos, santos e pecadores como nós. Muito se exagera, por exemplo, sobre a Inquisição e as Cruzadas; e se quer analisá-las fora do contexto da época. Isto é um absurdo histórico; ninguém pode entender um fato fora do seu contexto moral, social, psicológico, religioso, etc., da época. “um texto retirado do contexto se torna pretexto”, e neste caso para se atacar, denegrir e tentar destruir a Igreja Católica, como se ela fosse vencível no mundo. Apesar de tudo, nosso Senhor profetizou toda essa obscuridade em que a morte tentaria vencê-la. Mateus 16,18 “e o poder da morte nunca poderá Vence – lá”.
Para seu melhor entendimento uma comparação, se eu dissesse que as Igrejas Evangélicas é a causadora de toda a guerra que aconteceu no Iraque, só porque o George Bush é evangélico estaria errado, entendeu! Eu não posso dizer que os milhares de Índios que foram mortos e queimados na fogueira quando os Estados Unidos foi colonizados é culpa da Igreja Evangélica só porque os colonizadores eram protestantes vindos da Inglaterra, entendi! Apesar de que o aborto em 1930 era legalizado em algumas Igrejas protestantes dos Estados Unidos não deverias nunca usar isso como meio de separar as pessoas daquilo que acreditam, “A pessoa é diferente da instituição”, somos falhos, mas a misericórdia de Deus é muito grande, creio que a mídia e as escolas não dizem essa coisa aqui citadas, mas se um filho de Deus comete alguma coisa errada sendo ele católico ou dono de algum cargo da Igreja isso vira noticia no mundo inteiro nos telejornais nas revistas e em todos os meios de comunicação, e eu lhe pergunto por que somente a Igreja Católica é notada? A palavra de Deus em Mt 10, 16 “Eis que eu envio você como ovelhas no meio de lobos”, Mt 10,22 “Vocês serão odiados por todos...”, infelizmente a Igreja de Cristo é perseguido desde o inicio, Mas o Pai sempre aconselhou sua Igreja, Mt 10-28 “Não tenha medo daquele que mata o corpo, mas não podem matar a alma. Pelo contrário, tenham medo daquele que pode arruinar a alma e corpo no inferno.”, a Santa Igreja também foi sustentada pelo sangue dos santos mártires que nunca tiveram medo daquele que matam o corpo por amor a Palavra do Evangelho, é assim que conhecemos a verdadeira historia da Igreja pois erramos em não buscar a veracidade que esta presente historicamente e nos acontecimento contemporâneos.
Há quem diga que a Igreja Católica foi contra o conhecimento, elas dizem isso por não saberem que muito cientistas foram padres, Pe. Nicholas Steno é considerado o “pai da geologia”; o Pe. Athanasius Keitcher o “pai da egiptologia”; a primeira pessoa a medir a aceleração de um corpo em queda livre foi o Pe. Giambattista Riccioli; o Pe. Rober Boscovich e considerado o “pai da moderna teoria atômica”. Os Jesuítas se dedicavam aos estudos dos terremotos tal que a sismologia veio a ser conhecida como a “ciência Jesuítica”, A Igreja Católica deu mais suporte Financeiro e social aos estudos da astronomia por mais de seis séculos do que qualquer outra instituição”, se não fosse a Igreja a ciência moderna que salva e desenvolvi não seria a mesma! Sem falar não centenas Universidade Católicas Sendo as melhores no mundo e não poderia deixar de citar a vida de estudo que uma pessoa deve ter para si torna padre, só para ter uma idéia um padre diocesano leva 8 anos no seminários fazendo o curso de teologia, filosofia, antropologia etc. e mais 6 meses de estagio, o que me entristeci é ver certas seitas nomearem seu “pastores” apenas cursando o curso de “axiologia” em menos de 6 meses e depois pregar absurdos sobre a sagrada escritura.

E lhe afirmo ainda que seja impossível descrever todo o lado positivo da Igreja nessa poucas paginas, pois a Igreja de Cristo assim como Ele continua trabalhando (Mt 5,17).
BESTA É QUEM DIZ QUE O PAPA É A BESTA
Amigo notei que você esta por dentro das mesmas artilharia protestantes para agredir a santa Igreja dizendo que o Papa seria o anticristo sentado no trono de Deus, o que me apavora é que tem muita gente desinformada que ainda cai nessa heresia. É pelo visto temos muito ainda que nos converter, pois a falta de informação e interpretação é tamanha aos nossos olhos, essa idéia que o Papa é a besta do apocalipse começou pelo fundador das testemunhas de Jeová, como também Aníbal Reis, querendo desmoralizar o Papa (a Igreja), ele elaborou maldosamente um título: VICARIUS FILII DEI (Vigário do Filho de Deus) convertendo falsamente o “U” em “V”= 5, alcançando assim, em algarismo romanos, forçosamente o número 666, veja:
"pequenas igrejas GRANDES NEGOCIO"
V= 5 F = 0 D = 500 I = 1 I = 1 E = 0
C = 100 L = 50 I = 1
A = 0 I = 1
R = 0 I = 1
I = 1
Amigo notei que você esta por dentro das mesmas artilharia protestantes para agredir a santa Igreja dizendo que o Papa seria o anticristo sentado no trono de Deus, o que me apavora é que tem muita gente desinformada que ainda cai nessa heresia. É pelo visto temos muito ainda que nos converter, pois a falta de informação e interpretação é tamanha aos nossos olhos, essa idéia que o Papa é a besta do apocalipse começou pelo fundador das testemunhas de Jeová, como também Aníbal Reis, querendo desmoralizar o Papa (a Igreja), ele elaborou maldosamente um título: VICARIUS FILII DEI (Vigário do Filho de Deus) convertendo falsamente o “U” em “V”= 5, alcançando assim, em algarismo romanos, forçosamente o número 666, veja:
"pequenas igrejas GRANDES NEGOCIO"
V= 5 F = 0 D = 500 I = 1 I = 1 E = 0
C = 100 L = 50 I = 1
A = 0 I = 1
R = 0 I = 1
I = 1
U = 5
S = 0
TOTAL = 112 + 53 + 501 = 666
Repare a tamanha falta de Deus, trocando o valor do “U” por 5, sendo que 5 é o valor de V, e também o Papa é chamado Habitualmente Vigário de Cristo e não VIGARIO DO FILHO DE DEUS, infelizmente muitos caluniam a Igreja dizendo que o Papa é a Besta mas a Besta e mentirosos é quem diz isso, e todos sabemos o fim dos que vivem pela mentira é só ler (Ap 21,80).
O fato é que o número 666, Biblicamente (Ap 13,18), refere-se a CÉSAR NERO (que em hebraico; QSRNRUN em hebraico, não se esqueça, os judeus escrevem da direita para a esquerda, leia da direita para esquerda), porém ele era na realidade, grande perseguidor da Igreja pelo ano 64 depois de cristo, ano esse em que foi escrito o livro de Apocalipse pelo profeta João, pois na verdade a soma das letras do nome dele em hebraico que é o número da besta 666.veja:
• N=50
• U=6
• R=200
• N=50 total : 50+6+200+50+200+60+100=666
• R=200
• S=60
• Q=100
Vale lembrar também que o número seis biblicamente (Ap 13,18), refere-se ao homem (NERO) ao “homem” nas escrituras Ex.: Em seis dias foi criado o mundo do homem (Gn 1,31). O homem foi feito no sexto dia (Gn 1,31). O homem foi feito no sexto dia (Gn 1,24-31). Seis dias ele deveria trabalhar (Ex 31,15). Então os seis repetidos no numero da besta representa os seguidores de Nero que ainda vivem por ai perseguindo os Cristãos.
Eu amo a minha religião por saber que a Igreja Católica não anda pregando certas calúnias inventadas pelas cabeças de fanáticos religiosos que transformam as pessoas em escravas das Hipocrisias religiosas que às são suscitadas!
Admiro alguns evangélicos que pregam a verdadeira palavra de Deus sem fazer acepção de ninguém e que não dão o inferno às pessoas, pregando o amor mútuo, a humildade e a caridade entre o próximo (mais necessitado), pois assim é o fundamento do evangelho de Cristo, assim dizia Ele “o que adianta nos falarmos apenas com as pessoas que falam com a gente, amar apenas o que nos amam” Se agirmos assim amando apenas as pessoas que nos amam e fazem o bem a mim e você, irmão acredito que estaremos andando em circulo! Pois ser cristão é romper as barreiras é quebrar os obstáculos do preconceito, da discriminação do ódio. Pois Cristo como dizia São Paulo nos faz criatura nova a cada dia! Ao contrario seremos apenas fariseus e publicanos!
SÁBADO
Irmão lembro que descreveste a questão do sábado, vamos estudar um pouco.
Gostaria que você pegasse a sua Bíblia e abrisse no livro de Efésios 2,13-18, pois diz:
“Mas agora, em Jesus Cristo, vocês que estavam longe foram trazidos para perto, graças ao sangue de Cristo. Cristo é a nossa paz. De dois povos, ele fez um só. Na sua carne derrubou o muro da separação: o ódio. Aboliu a Lei dos mandamentos e preceitos. Ele quis, a partir do judeu e o pagão, criar em si mesmo um homem novo, estabelecendo a paz. Quis por meio da cruz; foi nela que Cristo matou o ódio. Ele veio anunciar a paz a vocês que estavam longe, e a paz para aqueles que estavam perto. Por meio de Cristo, podemos, uns e outros, apresentar-nos diante do Pai, num só Espírito.”
Pergunto a ti, o Aposto Paulo estava errado quando diz “De dois povos, ele fez um só. Na sua carne derrubou o muro da separação: o ódio. Aboliu a Lei dos mandamentos e preceitos”, se isso não basta vou lhe conta mais uma pequena historia:
A concepção Adventista da reforma da Lei por Cristo
A Igreja Adventista do Sétimo Dia possui uma doutrina orientada ao legalismo do AT. Embora ela creia no Sacrifício Salvífico de Cristo e na Graça Santificante do Espírito Santo, a Igreja Adventista não entende que Cristo veio trazer a Antiga Lei à perfeição, mas Sua reforma consistiu somente em abolir as observâncias que eles chamam de cerimoniais.
Estas concepções não são oriundas do final do séc. XIX quando surgiu a Igreja Adventista do Sétimo Dia, nada mais são do que a retomada de uma antiga heresia, o MONTANISMO. Já em meados do séc. II Montano, um ex-sacerdote de Apolo e “converso” ao catolicismo, difundia tal ensino, criando o que os estudiosos chamam de Montanismo ou Heresia Montanista (1).
Montano foi motivado por uma volta iminente de Cristo (inclusive com data marcada...), era tido como profeta de Deus e seus escritos e instruções eram considerados inspirados pelo Espírito Santo. Dos seus seguidores exigia fé incondicional e obediência. Sua doutrina era de uma moral muito rígida, além obrigar seus seguidores a várias orientações alimentares.
Será que a semelhança com a Sra. Ellen G. White é mera coincidência?
2. O Decálogo e a sua vigência
O Decálogo (Dez Mandamentos) são os dez princípios morais e fundamentais de toda Lei que Deus deu a Moisés no Sinai (Ex 34,27-30).
Cristo nos ensinou que "A lei e os profetas duraram até João. Desde então é anunciado o Reino de Deus, e cada um faz violência para aí entrar" (Lc 16,16). Isto deixa mais que claro que o legalismo do AT não está mais vigente para os Cristãos, que vivem um tempo de Graça no Espírito Santo.
Os Adventistas, no entanto, entendem que há uma distinção entre o Decálogo e as Leis Levíticas (ou Torah). Para eles as últimas foram abolidas por Cristo, mas os Dez Mandamentos porque estavam dentro da Arca da Aliança são irrevogáveis.
Interessante notar que os Adventistas para sustentarem a teoria da eternidade dos Dez Mandamentos, se referem às seguintes palavras do Senhor: "Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição" (Mt 5,17).
Ora, se para eles a palavra “lei” neste versículo se refere ao Decálogo, por que então em Lc 16,16 ela só se refere à Torah? Que exegese é esta da qual se servem os Adventistas?
O fato é que mesmo que adotemos a malabarística exegese adventista para Mt 5,17, isso ainda nos impede aceitar o caráter irrevogável dos Dez Mandamentos. Os Adventistas querem propor que os guardemos como estão nos livros do Êxodo e Levítico. Ora, se Cristo disse que iria levá-los à perfeição, significa que antes não eram perfeitos. Se não eram perfeitos então porque deveríamos aguardá-los como lá estão?
E se a perfeição da Lei é a abolição das ordenanças “cerimoniais”, que não estão no Decálogo, então Jesus não aperfeiçoou em nada os Dez Mandamentos, apenas aboliu a Torah. E se este for o caso, como então a palavra “lei” se aplica somente ao Decálogo?
Aí os Adventistas têm que dar um verdadeiro “nó em pingo d´àgua” para solucionar as inconsistências de suas proposições.
3. A reforma da Antiga Lei por Cristo
Para compreendermos a reforma na qual Cristo se referiu em Mt 5,17, devemos pontuar a unicidade de todas as ordenanças divinas. Para os antigos Judeus não havia qualquer distinção entre os Dez Mandamentos e a Torah. É o que testifica um especialista no assunto, o Sr. Félix Garcia Lopes:
O Talmude, a propósito de um ponto em discussão, lembra: 'A lei mandava recitar todos os dias os dez mandamentos. Por que não os recitam mais, hoje? Por causa das maledicências dos minim [os dissidentes]; para que estes não possam dizer: 'Estes somente foram dados a Moisés, no Sinal' (Talmud Jer. Berakot 1 ,3c). Segundo estes minim, Deus só pronunciou os dez mandamentos (Dt 5,22); as outras leis são atribuídas a Moisés. A recitação diária do decálogo, na oração comunitária, favorecia indiretamente esta idéia de que provocava certo desprezo pelas outras leis. A fim de evitar este mal-estar, o judaísmo ortodoxo - talvez nos círculos de Iabne [ou Jâmnia], no fim do século 1 d.C. -suprimiu do serviço sinagogal cotidiano a recitação do decálogo (2).
Isto também pode ser atestado nas próprias palavras de Jesus ao Jovem Rico (cf. Mt 22,36-40; Mc 10,17-20;) e no Sermão da Montanha (cf. Mt 5-7).
Devemos primeiro entender a motivação da Lei, isto é, a razão de sua existência. Escrevendo aos Gálatas, comunidade formada principalmente por cristãos vindos do judaísmo, assim São Paulo se expressa:
"Antes que viesse a fé, estávamos encerrados sob a vigilância de uma lei, esperando a revelação da fé. Assim a lei se nos tornou pedagogo encarregado de levar-nos a Cristo, para sermos justificados pela fé. Mas, depois que veio a fé, já não dependemos de pedagogo, porque todos sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo" (Gl 3,23-26).
Como podemos ver, São Paulo diz que a Lei de Moisés tinha como objetivo orientar para Cristo. Isso era possível porque dava consciência de que homem era pecador, transgressor da Vontade de Deus. Deus manifestou em Sua Lei aquilo que o homem não conseguia ver em seu próprio coração (cf. CIC no. 1962).
No entanto, a antiga Lei não comunicava ao homem a Graça do Espírito Santo necessária para agradar a Deus. Ela apontava para o pecado, mas não era capaz de justificar o homem. Por isso, São Paulo também ensinou aos cristãos vindos do judaísmo:
"Mortos pelos vossos pecados e pela incircuncisão da vossa carne, chamou-vos novamente à vida em companhia com ele. É ele que nos perdoou todos os pecados, cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo na cruz" (Cl 2,13-14).
Que documento é este do qual São Paulo fala que condenava os judeus? Era a própria Lei que acusava a consciência, mas não comunicava a Graça Santificante.
4. A doutrina Paulina sobre os Dez Mandamentos
Como já apresentamos, a vigência da Antiga-Lei era um ministério de condenação, enquanto o ministério de Cristo é Graça no Espírito Santo. Por esta razão, São Paulo escreveu aos Coríntios:
"Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face (embora transitório), quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito! Se o ministério da condenação já foi glorioso, muito mais o há de sobrepujar em glória o ministério da justificação! Aliás, sob esse aspecto e em comparação desta glória eminentemente superior, empalidece a glória do primeiro ministério. Se o transitório era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece!" (2Cor 3,7-11) (grifos meus).
Nestas palavras do Apóstolo se desfaz a doutrina da irrevogabilidade do Decálogo. Enquanto os adventistas ensinam que devemos ainda observar a letra dos Dez Mandamentos (e aí que se fundamenta a doutrina deles sobre o Sábado), São Paulo diz que é “transitório”. Ora, algo que é transitório não pode jamais ser permanente. É transitório porque algo virá a sucedê-lo.
Aí os adventistas com a sua “exegese” afirmam que São Paulo estava se referindo à Lei de Moisés e não aos Dez Mandamentos. Ora, o que foi “gravado com letras em pedra”? Foi o Decálogo ou a Lei Mosaica?
A Escritura não deixa dúvidas de que o Apóstolo estava se referindo aos Dez Mandamentos. Em 2Cor 3,7-11, São Paulo se refere a um evento registrado no Êxodo:
"Moisés ficou junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E o Senhor escreveu nas tábuas o texto da aliança, as dez palavras. Moisés desceu do monte Sinai, tendo nas mãos as duas tábuas da lei. Descendo do monte, Moisés não sabia que a pele de seu rosto se tornara brilhante, durante a sua conversa com o Senhor. E, tendo-o visto Aarão e todos os israelitas, notaram que a pele de seu rosto se tornara brilhante e não ousaram aproximar-se dele" (Ex 34,28-30) (grifos meus).
Como se vê o principal fundamento da doutrina adventista está alicerçado sobre a falsa doutrina da irrevogabilidade dos Dez Mandamentos. Querem sustentar sua falsa doutrina ignorando os escritos Paulino e criando uma imaginária separação entre lei moral e lei cerimonial.
5. Os Dez Mandamentos no Catecismo da Igreja Católica (CIC)
A antiga Lei ensinava o princípio do “olho por olho e dente por dente” (cf. Ex 21,24; Lv 24,20; Dt 19,21). Porém, Cristo nos ensina a dar a face àqueles que nos batem (cf. Mt 5,39). Podemos perceber nisto um indício da perfeição que Cristo prometeu que daria à Lei.
Um outro exemplo é a exposição do Senhor no Sermão da Montanha (cf. Mt 5-7), culminando no resumo de toda Lei em duas ordenanças apenas:
"Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas" (Mt 22,36-40) (3).
Nos parágrafos 1961 a 1964, o CIC explica a Lei e seu aperfeiçoamento prometido por Cristo. Depois nos parágrafos 1965 a 1974, o Catecismo expõe sobre a Nova Lei, a Lei da Graça. É aqui que a Igreja Católica apresenta uma interpretação dos Dez Mandamentos, não segundo a Antiga Lei, mas conforme a Nova Lei inaugurada por Cristo, a Lei da Graça. A proposta da Igreja no CIC era mostrar como aqueles princípios universais expostos na Antiga Lei se aplicariam na Nova Lei.
Se por isto os Adventistas acusam a Igreja de alterar os Dez Mandamentos, porque também não acusam a Cristo, se foi Ele que primeiro o fez?
A acusação adventista à Igreja Católica procede de um princípio falso: a irrevogabilidade do Decálogo. Falso porque o que é irrevogável não tem vigência definida (cf. Lc 16,16), não precisa ser levado à perfeição (cf. Mt 5,17) e nem é transitório (cf. 2Cor 3,7-11).
Os Dez Mandamentos conforme constam no CIC é uma visão dos seus princípios à Luz da Nova Lei inaugurada por Cristo Nosso Senhor.
Enquanto os Adventistas propõe uma doutrina tendo como base as tábuas de pedra, que para eles são os únicos mandamentos de Deus, São Paulo ensina que os verdadeiros cristãos são “uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações" (2 Cor 3,3).
Infelizmente os adventistas estão aprisionados na letra do Decálogo. Isto me lembra as seguintes palavras de São Paulo:
"Tal é a convicção que temos em Deus por Cristo. Não que sejamos capazes por nós mesmos de ter algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus. Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,4-6).
5 - O SÁBADO NO ANTIGO TESTAMENTO:
"Sábado" provém do hebraico "Shabath", que significa "repouso, cessão". O vocábulo "Shabath" também pode ser relacionado com o vocábulo "Sheba'", que significa "sete". Assim, o sábado bíblico nada mais é que um dia de descanso observado a cada sete dias.
Na Bíblia, o sábado se prende ao ritmo sagrado da semana, que se encerra com um dia de repouso e de culto a Deus (cf. Os 2,13; 2Rs 4,23; Is 1,13; Ex 20,8; 23,12; 34,21).
O sábado deveria ser observado por diversas razões: por questões humanitárias (cf. Ex 23,12; Dt 5,12-14), por ser sinal de distinção com relação aos outros povos (cf. Ez 20,12.30; Ex 31,13-17), por ser um dia que não poderia ser profanado pelo trabalho (Ez 22,8) e por ser legislação sacerdotal, já que Deus teria descansado no 7º dia (cf. Gn 1,1-2.4a; Ex 30,8-11; 31,17).
O sábado era um dia festivo (cf. Os 2,13; Is 1,13), no qual não podia haver compras, vendas ou trabalhos no campo (cf. Am 8,5; Ex 34,21). Era também proibido acender fogo (Ex 35,3), recolher lenha (Nm 15,32) e preparar alimentos (Ex 16,23). Até mesmo a guarda do palácio era reduzida (2Rs 11,5-9)... Os fiéis iam ao santuário (Is 1,12s), após uma convocação santa (Lv 23,3), ofereciam sacrifícios (Nm 28,9-10) e renovavam o pão da proposição (Lv 24,8; 1Cr 9,32) ou simplesmente aguardavam a visita de um profeta (2Rs 4,23). Após o exílio babilônico, a observância do sábado foi radicalizado: Neemias agiu com energia para garanti-lo (Ne 13,15-22), as viagens foram proibidas (Is 58,13) assim como o transporte de cargas (Jr 17,19-27). Na época macabéia, a observância era tão cega que muitos se deixaram matar sem oferecer resistência (1Mc 2,37-38; 2Mc 6,11-12; 15,1-2). Finalmente, na época de Jesus, os fariseus elaboraram verdadeira "casuística" quanto ao sábado: 39 tipos de trabalho eram proibidos (entre eles colher espigas [Mt 12,2], carregar fardos [Jo 5,10], etc). Os médicos somente podiam atender os doentes em perigo iminente de morte (motivo pelo qual se opuseram a Jesus, que curava aos sábados - cf. Mt 12,9-13; Mc 3,1-5; Lc 6,6-10; 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,1-16; 9,14-16)... os essênios chegaram ao absurdo de proibirem a defecação no sábado!!!
6 - NOVO TESTAMENTO: O DIA DO SENHOR
Enquanto Jesus viveu entre nós, observou a Lei e frequentou as Sinagogas onde aproveitou para pregar o Evangelho.
Jesus sempre repreendeu o rigorismo dos fariseus, já que estes, muitas vezes, tornavam-se hipócritas. Desta forma, Jesus colocou a caridade acima da observância do sábado (Mt 12,10-14; Lc 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,8-18), usando o conhecidíssimo bordão: "O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado" (Mc 2,27). Com estas palavras, o Senhor quis afirmar que o sábado era um meio para o homem alcançar a união com Deus e não um fim em si mesmo. Por isso, declarou que era o Senhor do Sábado (Mc 2,28) e foi incriminado pelos doutores da Lei (Jo 5,9), ao que respondeu que nada mais fazia senão imitar o Pai que, mesmo entrando em repouso após ter criado o mundo, continuou a governá-lo e também os homens (Jo 5,17).
1. Se, no princípio, os discípulos observaram o sábado para pregar o evangelho nas sinagogas (At 13,14; 16,13; 17,2; 18,4) logo se deram conta que a Nova Lei havia superado a Antiga. São Paulo sempre lutou contra a infiltração de idéias judaizantes, sobretudo quando escreve "que ninguém vos critique por questões de alimentos ou bebidas ou de festas, luas novas e sábados. Tudo isto não é mais do que a sombra do que devia vir. A realidade é Cristo. (Cl 2,16-17; v.tb. 2Cor 5,17). Os cristãos, então, passaram a realizar seus cultos no dia seguinte ao sábado, isto é, no domingo, dia em que o Senhor Jesus ressuscitou (alias "domingo" vem de "domini dies", isto é, "Dia do Senhor"). Diversas são as provas bíblicas da observância do domingo: Jo 20,22-23.26; At 2,2; At 20,7-16; 1Cor 16,1-2; Ap 1,10. Repare-se bem que esse era o dia em que os cristãos se reuniam! Dessa forma, a perspectiva cristã sempre enxergou o antigo sábado dos judeus como uma figura, da mesma forma que outras instituições do AT.
2. "Pelo repouso do sábado os israelitas comemoravam o repouso (figurado) de Deus após haver criado o mundo e o homem. Ora, com a ressurreição de Cristo, a primeira criação tornou-se prenúncio e figura da segunda criação ou da nova criação do gênero humano que se deu quando Cristo venceu a morte e apareceu como novo Adão. Era justo, portanto, ou mesmo necessário, que os cristãos passassem a observar, como Dia do Senhor ou como sétimo dia e dia de repouso (sábado), o dia da ressurreição de Cristo" (d. Estevão Bettencourt, "Diálogo Ecumênico, p.250). A própria carta aos Hebreus acentua a índole figurativa do sábado, afirmando que o repouso do sétimo dia era apenas uma imagem do verdadeiro repouso que fluiremos na presença de Deus (cf. Hb 4,3-11).
III - A TRADIÇÃO CRISTÃ
Fora da Bíblia, inúmeros são os testemunhos que comprovam a santificação do domingo pelos primeiros cristãos: Didaqué [~96 dC] (Did. 14,1), Plínio [séc.II dC] (governador da Bitínia - Ad Traj. X,96,7), Sto. Inácio de Antioquia [~100 dC] (Magn. 9,1), S. Justino Mártir [153 dC] (1Apol. 67,3,7), Constituições Apostólicas [séc. III]...
Logo, ao contrário do que costumeiramente se afirma, o domingo não foi instituído no séc IV, mas é observado - como bem documenta a Palavra de Deus e a Sagrada Tradição - desde o período apostólico.
IV - CONCLUSÃO
1. Como vimos, a palavra "shabath" significa "repouso" e "sete". Ora, os cristãos em geral - com exceção dos adventistas e batistas do sétimo dia - observam o repouso do domingo a cada sete dias, de forma que não estão em contradição com o 3º Mandamento.
2. A Nova Aliança ultrapassou a Antiga. A própria Bíblia documenta a celebração do culto cristão no domingo, como vimos. A Tradição dos dois primeiros séculos também testemunham a observância do domingo entre os cristãos e não mais o sábado. Observemos que o NT faz mais 100 referências positivas ao Decálogo, nenhuma porém quanto à observância restrita do sábado.
3. Se existem cristãos que - em franca contradição com a maioria absoluta - ainda observam o sábado, isso diz respeito ao espírito judaizante que invocam, espírito esse condenado pelo Apóstolo: "Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. Passou o que era velho; eis que tudo se fez novo" (2Cor 5,17; v.tb., quanto ao sábado, Cl 2,16-17). Devemos, assim, compreender que o sábado, como dia santificado, foi um sinal entre Deus e Israel, ou seja, uma obrigação restrita aos judeus.
4. Finalmente: Cristo se auto-declarou como "Senhor do Sábado" (tendo, portanto, poder sobre ele); Jesus ressuscitou num domingo; o Espírito Santo veio sobre a Igreja num domingo; os apóstolos se reuniam aos domingos; os cristãos antes do Período Constantiniano (séc. IV) se reuniam aos domingos; os cristão pós-Constantinianos também se reuniam aos domingos; todos os cristãos atuais (católicos, ortodoxos e protestantes - com exceção dos adventistas e batistas do 7º dia) ainda observam o domingo... Como duvidar que o domingo não foi instituído divinamente? Temos todos os testemunhos que precisávamos: Bíblia, Tradição e Magistério; temos a palavra final: Domingo é o Dia do Senhor!
5. Faço minhas as palavras do Pe. Arthur Betti: "Vale mais um domingo [dia em que Cristo ressuscitou] do que todos os sábados sem ressurreição, sem a verdadeira libertação"! ("O que o Povo Pergunta?", p.169). A vitória de Cristo é a nossa vitória!
* * *
O PAPA MUDOU O SÁBADO PARA O DOMINGO COMO ALEGAM OS ADVENTISTAS
"Reúnam-se no dia do Senhor [= dominica dies = domingo] para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro" (Didaqué 14,1 - primeiro catecismo cristão, escrito no séc. I, mais precisamente no ano 96 dC).
"No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para partir o pão, Paulo, que havia de viajar no dia seguinte, conversava com os discípulos e prolongou a palestra até a meia-noite" (At 20,7).
Os adventistas que se pautam nos escritos da Sra. Ellen White, dizem que foi o Papa que alterou a observância do Dia do Senhor do Sábado para o Domingo. Neste trabalho confrontaremos os argumentos adventistas, com a história da Igreja e a Sagrada Escritura mostrando se realmente tais acusações procedem.
As afirmações de Ellen White sobre o Domingo
Relatando uma de suas “visões” assim Ellen White se expressa:
"Eu vi que Deus não mudou o Sábado, pois Ele nunca muda. Mas o Papa o mudou, do sétimo para o primeiro dia da semana, pois ele mudaria os tempos e as leis" (1).
"Numa visão dada em Junho 27, 1850, O anjo que me acompanhava disse, ‘O tempo está quase no fim. [...] O papa mudou o dia de descanso do sétimo para o primeiro dia da semana” (2).
Diz ela que quem adorar a Deus no Domingo receberá a Marca da Besta:
“Eu vi que todos os que ‘não receberam a marca da Besta, e sua imagem, nas suas testas ou em suas mãos’ não poderiam comprar nem vender nada.[ Ap. 13: 15--17.] Eu vi que o número (666) da Besta tinha se completado; [Ap. 13: 18.] e que foi a Besta que mudou o Sábado, e que os que tinham a imagem da besta a seguiram, e obedeceram o sábado do Papa, e não o de Deus. E tudo o que nos foi requerido é que deixássemos o Sábado de Deus, para guardar o do Papa, e, então, NÒS teríamos a marca da Besta e de sua imagem” (3).
Que Papa mudou o Sábado para o Domingo?
É claro que a Sra. Ellen White não disse, pois aí seria muito fácil desmascarar a sua mentira.
Quem foi o Papa que “alterou” a Lei de Deus?
Como a pseudoprofetisa do Adventismo não revelou que Papa foi esse (e por razões óbvias), deixou aos seus seguidores o encargo de descobrir... Claro! O diabo gosta de brincar com as almas de boa fé, distraindo-as enquanto as encaminha para o inferno.
Em 1977, Robert L. Odom declara numa importante revista adventista (4) que foi o Papa Silvestre quem efetuou a mudança do Sábado para o Domingo. Para isto se baseia em trechos da obra de Rubano Mauro (776-856), antigo abade de Fulda, depois Bispo de Mainz (Alemanha), onde lemos:
“O Papa Silvestre instruiu os clérigos a guardar as feriae [feriados]. E, de fato, baseando-se numa antiga tradição, ele chamou o primeiro dia (da semana) de "Dia do Senhor!", no qual a luz foi feita no princípio e no qual se celebra a Ressurreuição de Cristo”.
"Mas ele [Papa Silvestre] os ordenou a chamar o Sábado de acordo com o antigo nome da Lei, e a chamar o primeiro feriae de Dia do Senhor, pois nele o Senhor ressurgiu dos mortos, Além disto, o mesmo papa decretou que o descanso do Sábado deveria ser transferido para o Dia do Senhor, para que, neste dia, nós descansemos dos trabalhos da semana para o lovor ao Senhor”.
Algumas considerações valem serem feitas aqui. Infelizmente muitas das informações que se tem sobre o pontificado do Papa Silvestre são lendárias. Tais lendas foram introduzidas com o "Vita beati Sylvestri" (Vida do beato Silvestre) documento surgido no leste europeu e que foi preservado em grego, siriáco. Em latim, no "Constitutum Sylvestri", narrativa lendária acerda de um Concílio Romano nunca realizado que pertence às farsas symachiannas e aparecerem entre 501 e 508. A mesma lenda consta no "Donatio Constantini" (Doação de Constantino), narrando a perseguição do Papa Silvestre, a cura e o batismo do Imperador Constantino e sua doação ao Papa, e dos direitos dados a este, num Concílio em Roma, tudo não passando de lendas (5). Logo, as informações de Rubano Mauro, sobre as ações do Papa, vem de fonte não confiável.
Depois o próprio Rubano Mauro diz que o Papa baseando-se em antiga tradição manda chamar o primeiro dia da semana de “Dia do Senhor” e o sétimo de Sábado, bem como observar este em detrimento daquele. Ora, isso mostra que não foi o Papa que inventou isso.
Com efeito, antes do tempo do Papa Silvestre, o Concílio Regional de Elvira realizado no ano 300 de nossa era já confirmava a observância cristã do Domingo como Dia do Senhor. Alguns adventistas dizem que foi aí que realmente se deu a mudança. Deveriam saber que um Concílio Regional não tem força de obrigar toda a Igreja, logo a tese deles vai por água abaixo.
Antes mesmo do Concílio Regional de Elvira, Tertuliano em sua fase católica deu testemunho de que no século II os cristãos já observavam o Domingo:
"Outros, de novo, certamente com mais informação e maior veracidade, acreditam que o sol é nosso deus. Somos confundidos com os persas, talvez, embora não adoremos o astro do dia pintado numa peça de linho, tendo-o sempre em sua própria órbita. A idéia, não há dúvidas, originou-se de nosso conhecido costume de nos virarmos para o nascente em nossas preces. Mas, vós, muitos de vós, no propósito às vezes de adorar os corpos celestes moveis vossos lábios em direção ao oriente. Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol. Temos alguma semelhança convosco que dedicais o dia de Saturno (Sábado) para repouso e prazer, embora também estejais muito distantes dos costumes judeus, os quais certamente ignorais" (Tertuliano 197 d.C. Apologia part.IV cap. 16) (grifos meus).
Antes mesmo de Tertuliano, S. Justino de Roma já dava testemunho do culto a Deus aos domingos:
"67. Depois dessa primeira iniciação, recordamos constantemente entre nós essas coisas e aqueles de nós que possuem alguma coisa socorrem todos os necessitados e sempre nos ajudamos mutuamente. Por tudo o que comemos, bendizemos sempre ao Criador de todas as coisas, por meio de seu Filho Jesus Cristo e do Espírito Santo. No dia que se chama do sol, celebra-se uma reunião de todos os que moram nas cidades ou nos campos, e aí se lêem, enquanto o tempo o permite, as Memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos esses belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão, vinho e água, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo o povo exclama, dizendo: ‘Amém’. Vem depois a distribuição e participação feita a cada um dos alimentos consagrados pela ação de graças e seu envio aos ausentes pelos diáconos. Os que possuem alguma coisa e queiram, cada um conforme sua livre vontade, dá o que bem lhe parece, e o que foi recolhido se entrega ao presidente. Ele o distribui a órfãos e viúvas, aos que por necessidade ou outra causa estão necessitados, aos que estão nas prisões, aos forasteiros de passagem, numa palavra, ele se torna o provedor de todos os que se encontram em necessidade. Celebramos essa reunião geral no dia do sol, porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, fez o mundo, e também o dia em que Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos. Com efeito, sabe-se que o crucificaram um dia antes do dia de Saturno e no dia seguinte ao de Saturno, que é o dia do Sol, ele apareceu a seus apóstolos e discípulos, e nos ensinou essas mesmas doutrinas que estamos expondo para vosso exame" (Justino de Roma 155 d.C, I Apologia cap 67) (grifos meus).
Antes mesmo de S. Justino, S. Inácio de Antioquia também confirmava o antigo costume entre os cristãos:
"9. Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas chegaram à nova esperança, e não observam mais o sábado, mas o dia do Senhor, em que a nossa vida se levantou por meio dele e da sua morte. Alguns negam isso, mas é por meio desse mistério que recebemos a fé e no qual perseveramos para ser discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre. Como podemos viver sem aquele que até os profetas, seus discípulos no espírito, esperavam como Mestre? Foi precisamente aquele que justamente esperavam, que ao chegar, os ressuscitou dos mortos. 10. Portanto, não sejamos insensíveis à sua bondade. Se ele nos imitasse na maneira como agimos, já não existiríamos. Contudo, tornando-nos seus discípulos, abraçamos a vida segundo o cristianismo. Quem é chamado com o nome diferente desse, não é de Deus. Jogai fora o mau fermento, velho e ácido, e transformai-vos no fermento novo, que é Jesus Cristo. Deixai-vos salgar por ele, a fim de que nenhum de vós se corrompa, pois é pelo odor que sereis julgados. É absurdo falar de Jesus Cristo e, ao mesmo tempo judaizar. Não foi o cristianismo que acreditou no judaísmo, e sim o judaísmo no cristianismo, pois nele se reuniu toda língua que acredita em Deus " (Santo Inácio de Antioquia, aos Magnésios. 101 d.C.) (grifos meus).
Antes mesmo de S. Inácio, o primeiro Catecismo Cristão testifica a antiga guarda do domingo:
"Reúnam-se no dia do Senhor [= dominica dies = domingo] para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro" (Didaqué 14,1. 96 dC) (grifos meus).
Logo provamos que a guarda do Domingo é doutrina perene na Igreja primitiva.
O domingo sempre foi destinado ao culto divino pelos apóstolos e fiéis cristãos, pois foi o dia em que Jesus ressuscitou (cf. Jo 20,1) e a Bíblia nos prova isso em diversas passagens: Jo 20,19-21; Jo 20,26-28; At 2,1-3; 2,14-16; 2,41; 20,6-7; 1Cor 16,2.
Deve-se saber separar a guarda do domingo pelos cristãos (dia em que se reuniam para o culto), do sábado que usavam para evangelizar os judeus em suas sinagogas (dia de guarda dos judeus). Seria o mesmo que uma igreja adventista me permitisse entrar para pregar para seus fiéis: eu iria num sábado e os evangelizaria, porém, no dia seguinte, domingo, iria à missa para adorar o meu Senhor (como fazem a esmagadora maioria dos cristãos, sejam eles católicos, ortodoxos ou protestantes).
Quanto à Constantino, ele foi imperador de Roma e não papa. Também não foi ele que instituiu a guarda do domingo, pois os cristãos já o guardavam como demostra a Bíblia e os antigos testemunhos cristãos (como, por ex., o de São Justino mártir, Santo Inácio de Antioquia, Didaqué, epístola de Barnabé etc.); o máximo que Constantino fez foi transformar o domingo em feriado imperial uma vez que tinha decretado o fim das perseguições contra os cristãos em 313. Agiu assim para dar aos cristãos igualdade de condições com as demais religiões professadas em seu Império. Essas afirmativas somente demonstram a má-fé ou a falta de conhecimento histórico do autor do livro que você está lendo...
Portanto, Cabe aqui, mais uma vez, a advertência de São Paulo em Cl 2,16-17: "Que ninguém vos critique por questões de comida ou bebida, pelas festas, luas novas ou SÁBADOS. Tudo isso nada mais é que uma sombra do que haveria de vir, pois a realidade é Cristo".
Deixo que São Paulo lhe diga cf. Rm 6,14 “Pois o pecado não os dominará nunca mais, porque vocês já não estão debaixo da Lei, mas sob a graça.”. Rm 13,10 “O amor pleno cumprimento da Lei.” Confira Romanos Cap. 14.
A BÍBLIA NOS PROÍBE DE COMER CERTOS ALIMENTOS? E O QUE DIZ SOBRE AS OUTRAS PROPOSIÇÕES ADVENTISTAS
É claro que não! Esse tipo de colocação é próprio de seitas que acentuam o legalismo do Antigo Testamento, como fazem os adventistas. Tal imposição é ridícula porque, se por um lado defendem que certos produtos não devem ser consumidos, por outro lado não preparam os alimentos que julgam consumíveis com o mesmo cuidado que o Antigo Testamento exige, demonstrando, assim, total contradição. E mais: até a época de Noé não se fazia distinção entre animais puros e impuros; veja-se Gn 9,2-3: "Sereis temidos e respeitados por todos os animais da terra, por todas as aves do céu, por tudo quanto rasteja sobre a terra e por todos os peixes do mar, entrego-os ao vosso poder. TUDO O QUE SE MOVE E TEM VIDA SERVI-VOS-Á DE ALIMENTO. DOU-VOS TUDO ISSO COMO JÁ VOS TINHA DADO AS PLANTAS VERDES". A distinção passa a existir apenas na época de Moisés (Dt 4); mesmo assim, somente os judeus estavam obrigados a observar e não os gentios, como se depreende de Dt 14,21: "Não comerás nenhum animal que tenha morrido por si; ao peregrino que está dentro das tuas portas o darás a comer ou o venderás ao estrangeiro". Com a vinda de Jesus fomos todos libertados de qualquer jugo remanescente da Lei Mosaica: "Ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o Seu Filho, nascido de mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que se encontravam sob o jugo da Lei e para que recebêssemos a filiação adotiva" (Gl 4,4-5). Isso explica porque Jesus declarara à multidão: "NADA há fora do homem que, entrando nele, o torne impuro" (Mt 15,11); e, para dissipar as dúvidas levantadas pelos próprios apóstolos, Jesus foi mais claro ainda: "Não percebeis que tudo quanto de fora entra no homem não pode torná-lo impuro porque não penetra-lhe no coração mas no VENTRE e depois é expelido?" (Mt 15,17), demonstrando estar se referindo à inexistência de alimentos impuros (motivo pelo qual os fariseus ficaram escandalizados, cf. Mt 15,12). São Paulo, escrevendo aos Colossenses, diz: "Que ninguém vos critique por questões de COMIDA OU BEBIDA, pelas festas, luas novas ou sábados. Tudo isso nada mais é que uma sombra do que haveria de vir, pois a realidade é Cristo" (Cl 2,16-17). O problema, como vemos, é que os adventistas pretendem ter autoridade não apenas sobre a Igreja de Cristo, como também sobre os apóstolos e o próprio Cristo, o que é um absurdo!
O que Jesus quer que façamos quando diz: "fazei penitência"?
A penitência consiste na dor dos pecados acompanhada pela conversão da vida. Ocorre que a conversão não se dá com um simples desejo de querer se converter, mas também com a reparação dos pecados efetuados, através de atos penosos. Só assim podemos falar de real reconciliação com Deus e os irmãos (cf. Mt 5,23-24).
É pelo sacramento da Penitência que obtemos o perdão dos pecados e nos reconciliamos com Deus e os irmãos. Mas, para que esse sacramento tenha efeito, é necessários os seguintes atos fundamentais:
Contrição: o sentimento de dor e repúdio pelo pecado praticado (é essencial!);
Confissão: humildade de contar o pecado cometido ao sacerdote;
Satisfação: reparação do pecado através do cumprimento da penitência imposta;
Absolvição: o recebimento do perdão em nome de Deus, trazendo a plena reconciliação.
Para compreender bem a penitência, recomendo a leitura dos seguintes trechos bíblicos: Mt 4,17; 18,18; Mc 1,15; Lc 5,17-26; 7,50; 15,11-24; 19,10; 23,43; Jo 8,10-11; 20,22-23.
A REFORMA E CONTRA REFORMA, O QUE NÃO É DITO
Não há dúvidas de que os anos anteriores à ocorrência da Reforma Protestante foram infelizes para a Igreja Católica pois vários papas sem o mínimo de vocação religiosa, mas ávidos pelo poder (bem como vários integrantes do clero), não raras vezes escandalizavam e causavam grande indignação entre os fiéis.
Mesmo assim - e aí está o sinal de que a Igreja Católica é realmente a Igreja de Cristo - nenhum mal causaram ao corpo doutrinário da Igreja (instituindo uma heresia como se fosse verdade revelada) e a Igreja conseguiu se firmar novamente após a Contra-Reforma. De fato, o próprio Jesus já havia predito que a Igreja seria assolada pelo mal, mas este não conseguiria dominá-la: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as potências do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18). Por isso, se enganaram (e se enganam ainda hoje) aqueles que abandonaram a Igreja Católica e buscaram outra fé; como diz o apóstolo São João: "Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; mas todos eles saíram para que se manifestasse que não são dos nossos." (1Jo 2,19).
Lutero, Calvino e outros - até os mais recentes - não precisariam abandonar a única Igreja do Senhor; se achavam que tinha algo errado, deveriam lutar dentro da Igreja, como fez o grande São Francisco de Assis, que lutou e obteve êxito; porém, não quiseram se submeter e deu no que deu: a doutrina luterana da "Sola Scriptura", por exemplo, que é seguida por TODAS as denominações protestantes, com sua livre interpretação da Bíblia, esfacelou o "cristianismo protestante" em mais de 20 mil ramos! Tal doutrina, jamais foi professada pela Igreja de Cristo: a própria Bíblia não atesta essa doutrina (o que a transforma em verdade antibíblica), nem os cristãos primitivos. Porém, a Bíblia deixa bem claro o destino daqueles que promovem a divisão da Igreja: a perdição eterna (cf. Gl 5,19-21).Gostaria de saber se desde a Igreja primitiva, os livros que os nossos irmãos protestantes chamam de apócrifos fazem parte do Cânon Bíblico.
Os Apócrifos fazem parte do Cânon Bíblico. No livro "A Reforma Protestante" que diz que "alguns desses escritos apócrifos, inclusive um aditamento ao livro de Daniel" foram considerados inspirados somente no Concílio de Trento (1545 - 1563). Gostaria que me confirmasse essa informação.
Outra grande mentira! Em sua pregação missionária, os apóstolos usaram a tradução grega da Bíblia chamada "Septuaginta". Prova: das 350 referências literais ao Antigo Testamento, mais de 300 seguem a versão grega e inúmeras são as referências do NT a esses livros. Essa versão da Bíblia possui 7 livros a mais que a versão hebraica definida no séc. I dC, pelos judeus de Jâmnia; mesmo assim tais livros eram usados pelos judeus e os judeus que hoje residem na Etiópia ainda os têm como inspirados. A lista oficial dos livros cânonicos foi definida pela Igreja no séc. IV, pois até aquela época cada Igreja regional tinha seu próprio elenco de livros sagrados. Quando a Igreja definiu o cânon bíblico, usou como parâmetro para o Antigo Testamento a versão grega usada pelos apóstolos (a Septuaginta). Todos os cristãos seguiram esse cânon até o séc. XVI quando Lutero resolveu questionar a validade desses livros, classificando-os como "apócrifos". Notemos, porém, o seguinte:
Os apóstolos usaram essa versão e ninguém questionou;
A Igreja deu o seu "aceite" oficial no séc. IV e ninguém questionou até o séc. XVI;
O MESMO concílio do séc. IV que definiu o cânon do Antigo Testamento definiu também o cânon do Novo Testamento;
Os protestantes que não aceitam o cânon do AT definido no séc. IV aceitam, por outro lado, todos os livros definidos para o NT, o que é uma grande contradição.
Por sua vez, o Concílio de Trento, apresentando a lista integral dos livros da Bíblia, nada mais fez que repetir as decisões de concílios anteriores, como o de Florença (1441), Trulos (692), Cartago IV (418), Cartago III (397) e Hipona (393) - este último foi, o primeiro a definir oficialmente o cânon da Bíblia. Obs.: também os Concílios do Vaticano I (1870) e II (1965) enumeram os livros bíblicos da mesma forma que os anteriores. Com efeito, podemos afirmar - sem medo algum de errar - que não foi a Igreja Católica que acrescentou livros à Bíblia, mas sim certas denominações protestantes que ousaram a retirar alguns livros de suas Bíblias.
ADVENTISTA INSISTE NA MENTIRA DE QUE A IGREJA CATÓLICA É A PROSTITUTA DO APOCALIPSE
Veja que a nota da Bíblia da Editora diz que entre a “A grande prostituta ou Babilônia” há um grande “contraste com a Mulher revestia do Sol, isto é, a Igreja, a esposa do Cordeiro”. Mas você teve a capacidade dizer que a Igreja é a Prostituta... Minha Nossa Senhora de Fátima!
Quem interpreta a Bíblia Sagrada é a Igreja Católica, pois foi ela que recebeu de Cristo as chaves para isto. É a Igreja a “Coluna e Fundamento da Verdade” (cf. 1Tm 3,15) e não as loucuras contadas pelo autor desse artigo que você não colocou.
Creio que meu comentário à sua ideologia anticátolica não seja diferente das demais acusações, pois é muito comum que um protestante possua tais calunias que perturba qualquer desinformado na fé. Pois acho que você é mais um ex-católico que naufragou na Fé seduzido pelo proselitismo das seitas (cf. 1Timóteo 1,18-20)?
Amigo, você não está sendo honesto nem com você próprio e nem com Deus. Você nega ver a luz do Sol ao meio-dia para se ater às especulações mentirosas que se encontram nas obras da sra. Ellen G. White e outros... Aliás, tais obras foram estudadas por especialistas (inclusive adventistas) que encontraram nelas cerca de 30% de PURA CONTRAFAÇÃO.
A Verdade não se defende com conjecturas e teses, mas com fatos concretos e provas.
As suas conjecturas não valem sobre o fato concreto de que a Igreja Católica tem sua sede no Monte Vaticano e não nas sete montanhas onde se situava o Roma Antiga.
Ora, a verdade é que o Império Pagão era símbolo do Anti-Cristo, da Anti-Igreja. E os apóstolos já utilizavam o codinome Babilônia para a Roma Antiga, com esta conotação e não para acusar a Igreja fundada por Jesus Cristo.
Desculpe-me, mas a Igreja foi fundada por Cristo e não por Guilherme Miller e nem pelo casal Tiago e Ellen White. A Igreja Verdadeira não se isolou no deserto e sumiu do mapa, como pretende a fábula adventista. A história, prezado, dá testemunho de que a Igreja fundada por Cristo se perpetuou através dos séculos na Sucessão dos Apóstolos, lutou contra as mais funestas heresias e nos deu a Bíblia Sagrada. Esta mesma história testemunhou a transformação que esta mesma Igreja trouxe ao Ocidente e Oriente durante a Idade Média.
O Império Pagão que a Igreja derrotou, voltou a surgir com a Revolução Francesa e o Iluminismo. Em nosso tempo atual se chama Modernidade, desgraça esta vem promovendo uma demolição da sociedade cristã e que deseja implantar em todo mundo um neo-paganismo, onde se pretende que o Estado acolha com bons olhos o aborto, a eutanásia, o homossexualismo, o divórcio e tantas outras desgraças.
Não vejo a Igreja Adventista empreendo uma luta contra estas malesas que nos afligem. Aliás, em qualquer noticiário que seja não encontramos nenhum nome de qualquer seita a respeito. Enquanto que a Mídia ataca com unhas e dentes a Igreja Católica por suas posições e convicções cristãs.
Tudo isto acontece nos dias de hoje, então acorde de seu sono! A suposta perseguição dos adventistas por causa do Sábado é uma fábula que serve para distrair os vacilantes. A perseguição que ao Mundo Moderno empreende hoje não é contra o Adventismo, mas contra o Catolicismo.
Veja o que S. Paulo escreveu à Igreja Romana:
“a todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos: a vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e da parte do Senhor Jesus Cristo! Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé [...] O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!” (Rm 1,7-8; 16,20) (grifos meus).
Enquanto a Sra. Ellen White diz que a Vitória contra o demônio é dos adventistas, S. Paulo diz que é da Igreja Romana. Você vai ficar com o que diz S. Paulo (apóstolo de Cristo) ou Ellen White (copista de obras alheias)?
APOSTASIA
"Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna" (Jo 6,67-68).
Catequização
Desde os tempos apostólicos muitos cristãos abandonaram a Igreja Católica. Este processo teve início no surgimento das primeiras heresias (como as heresias judaizante e gnóstica), foi potencializado com o surgimento do Islã, da Reforma Protestante e o Iluminismo. Cresceu em progressões geométricas desde o aparecimento do Pentecostalismo Americano no final do séc. XIX. Neste artigo quero convidar o leitor (principalmente católicos e ex-católicos) a uma profunda reflexão sobre estes fatos e sua relação com as advertências que os Apóstolos nos deixaram sobre os últimos tempos.
“Quereis vós também retirar-vos?”
Esta pergunta Jesus fez aos Doze Apóstolos, após muitos de seus discípulos decidirem abandoná-lo, conforme relata São João em seu Evangelho: "Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele" (Jo 6,66).
Por que muitos discípulos de Jesus revolveram abandoná-lo? Minutos antes o Senhor havia ensinado uma das verdades fundamentais da Fé:
"Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo" (Jo 6,47-51).
Relata o Evangelista que "A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?" (Jo 6,52). Eles ficaram escandalizados com as palavras de Cristo. Será que Jesus estava falando em parábolas? Então, o Salvador continua:
"Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,53-56) (grifos meus).
Nosso Senhor deixa bem claro que Ele é verdadeiramente o Pão da Vida. Nosso Senhor termina seus ensinamentos confirmando mais uma vez o que havia dito outras duas:
"Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum" (Jo 6,57-59).
É bem provável que se Jesus não tivesse feito tal Revelação, os discípulos que o abandonaram ainda estivessem com Ele. No entanto naquela ocasião eles não tinham um outro Cristo para seguir; ou ficavam com Jesus ou o abandonavam, e sabemos muito bem qual foi a decisão deles.
Ser Cristão não é confessar uma idéia ou filosofia que tenha como núcleo o Cristo, mas sim estar em sintonia com toda Verdade Revelada por Ele. Ou confessamos Cristo por inteiro, ou estaremos confessando uma mentira ou uma meia-verdade que é pior que a mentira. Nos informa ainda o Evangelista:
“Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: Isso vos escandaliza? Que será, quando virdes subir o Filho do Homem para onde ele estava antes?... O espírito é que vivifica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem... Pois desde o princípio Jesus sabia quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6,60-64).
Os ensinamentos de Cristo naquela ocasião escandalizaram e continuam escandalizando a muitos até hoje. Esta Verdade de Fé que não foi inventada pela Igreja (como anunciam aos quatro ventos os inimigos da Igreja), mas foi Revelada pelo próprio Cristo conforme testifica a Escritura Sagrada.
Assim como no passado, ainda hoje muitos abandonaram a Fé Católica porque não crerem na presença real de Cristo no Sagrado Sacrifício da Missa. Durante séculos se ecoou a voz dos primeiros apóstatas: “Isto é muito duro! Quem o pode admitir?”. Não admitindo esta Verdade caíram no mesmo erro de seus predecessores.
Por isso ainda hoje as palavras do Cristo se fazem necessárias: “Isso vos escandaliza? [...] As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem”.
Muitas pessoas deixaram a Igreja Católica porque deixaram de crer ou nunca creram que a carne e o sangue do Senhor são “verdadeiramente comida” e “verdadeiramente bebida” respectivamente. Desta forma, a pergunta do Senhor aos Apóstolos estende-se àqueles que ainda estão na Igreja Católica: “Quereis vós também retirar-vos?” (Jô 6,67).
A grande apostasia predita por São Paulo nos últimos tempos
Hoje em dia todo mundo conhece alguém que abandonou a Fé Católica. Existem ex-católicos que se tornaram ateus, espíritas e a maioria protestante. A Europa de outrora que fora católica hoje é atéia. O Catolicismo oriental encontra-se suprimido pelos regimes totalitários do Islã e dos países Budhistas, como a China e Japão. Na América Latina, o Catolicismo encontra-se anulado pelas doutrinas modernistas da RCC e dos teólogos de esquerda da Teologia da Libertação; situação esta que muito tem contribuído para a aliciação de fiéis católicos pelas seitas.
No Brasil, país considerado possuir o maior rebanho católico do mundo, a grande maioria dos católicos não possuem conhecimento de sua Fé, não se envolvem em iniciativas de evangelização e não buscam uma vida santa.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) desde 1970 tem registrado uma progressiva diminuição da população católica do País.
Todos esses fatos corroboram fielmente com a apostasia anunciada por São Paulo nos últimos tempos:
"No que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e nossa reunião com ele, rogamo-vos, irmãos, não vos deixeis facilmente perturbar o espírito e alarmar-vos, nem por alguma pretensa revelação nem por palavra ou carta tidas como procedentes de nós e que vos afirmassem estar iminente o dia do Senhor. Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus" (2 Ts 2,1-4).
Portanto, até que Cristo venha, a Fé que Ele instituiu será quase que totalmente erradicada da face da terra.
Advertências sobre os falsos mestres
Antes e depois da Reforma Protestante, a história da Cristandade registra o constante surgimento das seitas. Todas elas surgem como as reais descobridoras do Verdadeiro Evangelho, retomando sempre em seu tempo os mesmos erros do passado.
O mundo jamais viu surgir tantos pseudos-profetas quanto no séc. XIX, que também presenciou o surgimento do Pentecostalismo. No início de 1814 surge o Milerismo, movimento fundado por Guilherme Miller e que depois deu origem Movimento do Advento em 1844, encabeçado pelo casal Tiago e Ellen G. White, fazendo surgir os Adventistas do Sétimo Dia. Em 1844 morre J. Smith, o fundador dos Mórmons, que com suas visões e pregações conseguiu arrastar milhares de seguidores através da América do Norte. Esta época vê surgir também a Mary Baker Eddy, a "profetiza" fundadora da Ciência Cristã, sem falar no Reverendo Moon, entre outros.
Todos estes pseudo-profetas intitularam-se detentores e restauradores da verdadeira mensagem cristã. Com efeito, sobre isso nos avisaram os Apóstolos:
"O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia, proíbem o casamento, assim como o uso de alimentos que Deus criou para que sejam tomados com ação de graças pelos fiéis e pelos que conhecem a verdade. Pois tudo o que Deus criou é bom e nada há de reprovável, quando se usa com ação de graças. Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração" (1Tm 4,1-5).
"Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina" (1Pd 2,1).
"Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo" (1Jo 4,1).
Conclusão
Toda mentira se levanta contra a Verdade. Embora todo esse pseudo-profetismo fosse totalmente divergente um do outro, possuía em comum o combate contra a Igreja Católica; combate ainda sustentado pelas novas seitas como os Adventistas do Sétimo Dia, as Testemunhas de Jeová, entre outras que surgem a todo instante.
Estamos vendo para onde se encaminha o destino deste mundo, o que me faz lembrar as célebres palavras do Senhor: "Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?" (Lc 18,8).
Diante do embate contra o Príncipe deste mundo, nós católicos que persistirmos firmes na Fé e na antiga Tradição dos Apóstolos, devemos renovar nossa esperança lembrando-nos das palavras de São Paulo à Igreja de Roma:
“Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé. [...] A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. [...] O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!” (Rm 1,8; 16,19-20).
"Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna" (Jo 6,67-68).
Desde os tempos apostólicos muitos cristãos abandonaram a Igreja Católica. Este processo teve início no surgimento das primeiras heresias (como as heresias judaizante e gnóstica), foi potencializado com o surgimento do Islã, da Reforma Protestante e o Iluminismo. Cresceu em progressões geométricas desde o aparecimento do Pentecostalismo Americano no final do séc. XIX. Neste artigo quero convidar o leitor (principalmente católicos e ex-católicos) a uma profunda reflexão sobre estes fatos e sua relação com as advertências que os Apóstolos nos deixaram sobre os últimos tempos.
“Quereis vós também retirar-vos?”
Esta pergunta Jesus fez aos Doze Apóstolos, após muitos de seus discípulos decidirem abandoná-lo, conforme relata São João em seu Evangelho: "Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele" (Jo 6,66).
Por que muitos discípulos de Jesus revolveram abandoná-lo? Minutos antes o Senhor havia ensinado uma das verdades fundamentais da Fé:
"Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo" (Jo 6,47-51).
Relata o Evangelista que "A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?" (Jo 6,52). Eles ficaram escandalizados com as palavras de Cristo. Será que Jesus estava falando em parábolas? Então, o Salvador continua:
"Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,53-56) (grifos meus).
Nosso Senhor deixa bem claro que Ele é verdadeiramente o Pão da Vida. Nosso Senhor termina seus ensinamentos confirmando mais uma vez o que havia dito outras duas:
"Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum" (Jo 6,57-59).
É bem provável que se Jesus não tivesse feito tal Revelação, os discípulos que o abandonaram ainda estivessem com Ele. No entanto naquela ocasião eles não tinham um outro Cristo para seguir; ou ficavam com Jesus ou o abandonavam, e sabemos muito bem qual foi a decisão deles.
Ser Cristão não é confessar uma idéia ou filosofia que tenha como núcleo o Cristo, mas sim estar em sintonia com toda Verdade Revelada por Ele. Ou confessamos Cristo por inteiro, ou estaremos confessando uma mentira ou uma meia-verdade que é pior que a mentira. Nos informa ainda o Evangelista:
“Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: Isso vos escandaliza? Que será, quando virdes subir o Filho do Homem para onde ele estava antes?... O espírito é que vivifica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem... Pois desde o princípio Jesus sabia quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6,60-64).
Os ensinamentos de Cristo naquela ocasião escandalizaram e continuam escandalizando a muitos até hoje. Esta Verdade de Fé que não foi inventada pela Igreja (como anunciam aos quatro ventos os inimigos da Igreja), mas foi Revelada pelo próprio Cristo conforme testifica a Escritura Sagrada.
Assim como no passado, ainda hoje muitos abandonaram a Fé Católica porque não crerem na presença real de Cristo no Sagrado Sacrifício da Missa. Durante séculos se ecoou a voz dos primeiros apóstatas: “Isto é muito duro! Quem o pode admitir?”. Não admitindo esta Verdade caíram no mesmo erro de seus predecessores.
Por isso ainda hoje as palavras do Cristo se fazem necessárias: “Isso vos escandaliza? [...] As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem”.
Muitas pessoas deixaram a Igreja Católica porque deixaram de crer ou nunca creram que a carne e o sangue do Senhor são “verdadeiramente comida” e “verdadeiramente bebida” respectivamente. Desta forma, a pergunta do Senhor aos Apóstolos estende-se àqueles que ainda estão na Igreja Católica: “Quereis vós também retirar-vos?” (Jô 6,67).
A grande apostasia predita por São Paulo nos últimos tempos
Hoje em dia todo mundo conhece alguém que abandonou a Fé Católica. Existem ex-católicos que se tornaram ateus, espíritas e a maioria protestante. A Europa de outrora que fora católica hoje é atéia. O Catolicismo oriental encontra-se suprimido pelos regimes totalitários do Islã e dos países Budhistas, como a China e Japão. Na América Latina, o Catolicismo encontra-se anulado pelas doutrinas modernistas da RCC e dos teólogos de esquerda da Teologia da Libertação; situação esta que muito tem contribuído para a aliciação de fiéis católicos pelas seitas.
No Brasil, país considerado possuir o maior rebanho católico do mundo, a grande maioria dos católicos não possuem conhecimento de sua Fé, não se envolvem em iniciativas de evangelização e não buscam uma vida santa.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) desde 1970 tem registrado uma progressiva diminuição da população católica do País.
Todos esses fatos corroboram fielmente com a apostasia anunciada por São Paulo nos últimos tempos:
"No que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e nossa reunião com ele, rogamo-vos, irmãos, não vos deixeis facilmente perturbar o espírito e alarmar-vos, nem por alguma pretensa revelação nem por palavra ou carta tidas como procedentes de nós e que vos afirmassem estar iminente o dia do Senhor. Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus" (2 Ts 2,1-4).
Portanto, até que Cristo venha, a Fé que Ele instituiu será quase que totalmente erradicada da face da terra.
FONTE: www.veritatis.com.br
RESPONDENDO AOS PROTESTANTES SOBRE A IDOLATRIA
O cavalo de batalha dos Protestantes é acusar os católicos de adorar imagens. Muitas vezes conseguem confundir os mais simples dizendo que Deus proibiu fazer imagens, etc.
Vamos demonstrar aqui que Deus não proibiu fazer imagens, mas aliás mandou fazer.
Esclarecimento:
Imagem: é a representação de um ser em seu aspecto físico. Assim imagem é uma fotografia, uma estátua, um quadro, etc.
Ídolo: é um falso deus, inventado pela fantasia humana (sol, lua, animais, etc.).
Adorar: é o ato de considerar Deus como o único criador e senhor do mundo.
Idolatria: é o ato de adorar o falso deus, ou seja, é considerar o falso deus como criador e senhor do universo.
Venerar: é imitar, honrar, louvar, homenagear, saudar, etc.
Infelizmente até o significado das palavras eles dizem que está errado, se quiser conferir é só olhar no dicionário.
Deus proíbe a fabricação de ídolos, não de imagens. Lendo na Bíblia (Ex 20,1-5), percebemos que Deus proíbe severamente a fabricação de ídolos (falsos deuses) para serem colocados no lugar do Deus verdadeiro (criador do universo).
Quando as imagens não são para serem colocadas no lugar de Deus, isto é, quando as imagens não são para serem adoradas, então o mesmo Deus as manda fazer, e muitas. Exemplo das imagens que mandou fazer. Ler (Êxodo 25,18-20) (26,1-2; 37,7-9) (1 Reis 6,23-29) (1 Reis 6,32; 7,36; 8,7) (2 Crônicas3,10-14; 5,8) (Ezequiel 41,17-21) (Números 21,8-9) (1 Crônicas 28,18-19) (Números 7,89) (1 Samuel 4,4) (2 Samuel 6,2) (Hebreus 9,5)
O templo de Deus, construído ricamente pelo rei Salomão, estava cheio de imagens de escultura e Deus se manifestou nesse templo e o encheu de sua glória: (Ezequiel 41,17-20 - 43,4-6). Nesse templo havia até imagens gigantes: (1 Reis 6,23-35) (2 Crônicas 3,10-14) tinha ?a serpente de bronze, querubins de ouro, grinaldas de flores, frutos, árvores, leões?, etc. (Números. 21,9) (Êxodo 25,13) (Ezequiel 1,5; 10,20) (1 Reis 6,18,23; 7,36) (Números 8,4).
É bom lembrar que os primeiros Cristãos usavam imagens nos lugares de culto, nos cemitérios e nas catacumbas. Perseguidos, para auxiliar sua fé tão posta à prova, pintavam e esculpiam naqueles subterrâneos figuras representando Cristo e Sua Mãe Santíssima. O que mostra de passagem que o culto também à Mãe de Cristo é tão antigo quanto o próprio Cristianismo.
Ademais o fato de que Deus apareceu sob forma visível no mistério da encarnação parece um convite a reproduzir a face humana do Senhor e dos seus amigos. As primeiras imagens eram inspiradas pelo texto bíblico (cordeiro,bom pastor, peixe,Daniel, Moisés); mas podiam também representar o Senhor, a virgem Maria, os Santos Apóstolos e Mártires. Desde os inícios da arquitetura sacra as Igrejas foram enriquecidas com imagens tanto a título de instrução dos iletrados.
Então para que servem as imagens?
Elas contribuem para dar aos lugares de culto um aspecto sagrado, e convidam ao recolhimento e à oração (Êxodo 25,22) (1 Reis 6,23-28). Por isso, os querubins da Arca da Aliança não eram simples adornos. Lembravam ainda a mediação secundária dos Anjos (Hebreus 1,14), e integravam os objetos do culto.
Além desses casos, a Bíblia está cheia de ?imagens? e ?quadros? que o Artista Divino ?pintou? com letras Divinas. Esses quadros inspiraram os artistas humanos e escultores em seus lindos painéis esculturas ou imagens.
Nós Católicos, adoramos as imagens?
Não, quem o afirma ou não entende nada de Catolicismo, ou está mentindo e agindo contra a Bíblia. Que é então, que a Bíblia condena como Deuses mudos (Salmos 113,13) e imagens e esculturas de coisas do céu, da terra e das águas? (Êxodo 20,3-5). São os ídolos que os pagãos faziam para representar os seus falsos deuses (Romanos 1,23). De fato os gentios antigos adoravam como ?deuses? do céu a certos astros (Júpiter, Vênus, etc). E da terra a certas aves e quadrúpedes, e das águas a certos anfíbios (Êxodo 32,1-6), (Romanos 1,23).
Os Protestantes precisam entender que nossas imagens não são ídolos, mas recordações dos nossos irmãos na fé. Ídolo é tudo aquilo que toma o lugar de Deus. Assim, os maiores ídolos de hoje são: o poder, o prazer, as riquezas... Quando causam injustiça, exploração, corrupção, morte, etc.
É bom que fique bem claro que nós católicos, não adoramos a nenhuma imagem, nenhum objeto e nenhuma pessoa humana, pois a Igreja nunca ensinou nem mandou adorar a quem quer que seja; mas sempre ensinou em sua doutrina que devemos adorar unicamente Deus, que é o Pai, o Filho e Espírito Santo.
Fonte: As Diferenças entre Igreja Católica e Igrejas Evangélicas"
OS 33 ERROS MULTIFACÉTICOS DO PROTESTANTISMO - PARTE 2
O erro de buscar tirar as duvidas na própria fonte do erro
Ao debater os ensinamentos da Igreja Catolica, os protestantes invariavelmente se casam com o que escutaram dizer de outros protestantes, fracassando assim, ao mesmo tempo, em ir à fonte dos ensinamentos católicos (na própria Igreja Católica) com o fim de encontrar a verdade sobre o que ela realmente ensina.
Se fosse comprar um Ford, buscaria assessoria sobre o Ford junto a um vendendor da Chevrolet? O que me diria? Não, uma pessoa inteligente iria à fonte, à concessionária Ford.
Então, por que os protestantes não procuram a Igreja Católica para encontrar a verdade sobre os ensinamentos catolicos?
Ignorar a Igreja Católica é ignorar a Cristo, pois a Igreja Catolica é Seu corpo.
* * *
13. O erro de buscar uma igreja por conveniência
Em meu jornal apareceu um artigo sobre uma mulher que tem buscado durante muito tempo uma igreja que "encaixe" com suas crenças.
- Ah, perdão!!!! Suas Crenças???
Não estaria equivocada? Devemos buscar a Igreja que tem a verdade objetiva, não uma que se conforme com a nossa verdade individual e subjetiva. Devemos nos acomodar à vontade de Deus e não às nossas opiniões pessoais e crenças.
Essa mulher caiu na mentalidade de que "se me sinto bem, então está bem pra mim".
Os protestantes elegem suas igrejas por todas as razões equivocadas e quero expor algumas delas:
1. Esta tem um melhor cuidado infantil enquanto eu estou no culto. Sim, mas Jesus pediu que deixassem as crianças ir a Ele (Mateus 19,13-15). Como podem fazê-lo se não as levamos aos cultos?
2. Eu gosto mais da musica nesta outra igreja. Sim, mas não se pode cantar no teu caminho para o céu.
3. A minha tem uma melhor classe de evangelização. Sim, mas somente se ensinar a verdade.
4. Eu gosto do pastor da minha igreja. Sim, mas existem muitos pastores agradáveis em todo lugar.
5. Desfruto de muitas amizades. Sim, mais Deus vem antes das amizades.
6. Suas doutrinas são mais cômodas, pois se casam com as minhas crenças. Preciso dizer algo mais?
7. As coisas incômodas, como a existencia do inferno e outros temas, não são mencionados. Algumas vezes a verdade dói, mas a verdade não pode ser coibida (Romanos 1,18).
8. Não é autoritaria e é rigidamente estruturada. Sim, mas a ausência da autoridade respira caos, como já vimos no Protestantismo.
9. Acreditem ou não, eu já escutei: "Eu gosto da minha igreja porque é mais fácil de se estacionar". O que você acha desta afirmação?
10. Também há o erro da heresia do indiferentismo, a falsa crença de que todas as religiões são igualmente válidas. Portanto, não importa em qual frequente: escolherei a mais próxima...
A unica razão válida para eleger uma igreja, é encontrar a verdadeira e única Igreja, a que nosso Senhor Deus, Jesus Cristo, fundou. Não devemos trabalhar em vão nessas igrejas que não foram fundadas por Deus, mas por criaturas meramente humanas, como adverte claramente o Salmo 127,1.
* * *
14. O erro de ingressar em uma igreja baseando-se em sentimentos
- Sentimentos: opiniões baseadas mais em emoções do que na razão.
Deus deseja exatamente o oposto: a verdade baseada na razão em lugar da emoção.
Através da "razão" podemos encontrar a verdade. Através da "emoção" podemos cair no erro.
Quantas vezes não escutamos alguém dizer que "não sente nada" na outra igreja que freqüenta, mas que tem um "nivel emocional muito alto"?
Por que esta deveria ser a correta ? Onde na Sagrada Escritura diz que a Igreja fundada por Jesus Cristo está baseada em sentimentos e emoções [pessoais]? Sua verdade está baseada na verdade e na fé ou em hiper-emoções?
Muitas seitas deliberadamente esboçam seus cultos para obter isto: despertar os sentimentos, para poder ganhar terreno emocional. Até porque sentem que devem fazer algo diferente para poderem se sobressair do amontado de milhares de seitas e ganhar, assim, uma maior audiência. Pois é, e uma maior audiência significa um maior aporte monetário em seus caixas.
O atual estado mental de muitas pessoas, independetemente da verdade é:
"Naquele tempo não havia rei em Israel, e cada um fazia o que lhe parecia melhor" (Juízes 21,25).
Assim não é Deus, pois a Deus não lhe interessa as opiniões dos homens (Marcos 12,14).
* * *
15. O erro do menosprezo e degradação da Mãe de Deus
Até o tempo da "Deforma Protestante" (deforma com "D" mesmo), a santíssima Virgem Maria era honrada pelos cristãos desde o primeiro século. Incluindo os reformadores originais, que a amaram e a honraram: Lutero, Calvino, Zwínglio e outros. Mas o que se passou com o Protestantismo então?
Os protestantes de hoje não deixam ensinar o que seus fundadores de muitas formas ensinaram com relação à Mãe de Jesus Cristo. Agora a caluniam e degradam afirmando que:
1. Ela não pode ser perpetuamente virgem, visto que teve outros filhos.
2. Ela não pode ter sido imaculadamente concebida.
3. Ela não pode ter sido assumpta ao céu de corpo e alma.
4. Ela não pode ter sido Mãe de Deus.
5. Ela é uma pecadora igual a todos nós, porque a Biblia diz que todos pecaram.
Infelizmente, os protestantes consistentemente tratam de rebaixar Deus ao nosso nível humano, na débil intenção de explicar estas acusações com termos meramente humanos, como mencionamos anteriormente.
Fracassam em contemplar que as leis que os ligaria a Deus NÃO os ligam a Ele.
Tenho uma resposta circunscrita para os protestantes, para cada uma destas falsas acusações anteriormente mencionadas contra a Mãe de Deus.
Dizem que Deus, que do nada criou tudo e sustenta por virtude de Sua Vontade, não pode fazer tais coisas?
Quando todos nós nos encontrarmos diante de nosso Criador após a morte, prefiro que me diga:
- "Bem vindo, pois minha Mãe tem me falado de ti frequentemente"
Em lugar do que possa falar aqueles que a caluniaram e degradaram:
- "Porque disseste isso da Minha Mãe?"
O que diria um bom filho e uma boa filha àqueles que se atreveram a degradar sua mãe?
Jesus honra Sua Mãe. Até porque foi Ele mesmo que escreveu os Dez Mandamentos, incluindo este:
"Honrarás teu pai e tua mãe".
Você acredita que Ele não obedeceu seus próprios mandamentos? Ou honrou a sua própria Mãe, deixando-nos um exemplo a seguir? Por acaso não obedeceu as ordens maternas por pelo menos por 30 anos (Lucas 2,51)?
Me diga o nome de outra mulher com a habilidade de dizer ao Criador do Universo o que Ele deveria fazer e que Ele a obedecesse... Por que, então, os protestantes, que dizem seguir as Escrituras ao pé da letra, falam tão miseravelmente quando o assunto é honrar a Santissima Virgem Maria?
Podem fazer menos do que o Filho, Jesus Cristo, por sua Mãe?
Não estão sujeitos a seguir Seus passos da mesma maneira que fazem os Católicos (Mateus 16,24)?
O que acham que ganharão degradando e caluniando a Mãe de Jesus Cristo?
* * *
16. O erro de caluniar os católicos e a Igreja Católica
Na Reforma Protestante do século XVI, os transgressores perderam toda a autoridade dada por Deus à Sua única Igreja, como ja foi explicado. Visto que ao rejeitá-la não tinham autoridade de nenhuma forma, não puderam tampouco recorrer à Tradição Apostólica, como mostra 2Tessalonicenses 2,15, e igualmente a recusaram. Portanto, aí estiveram, desprovidos de toda a autoridade e 1.500 anos de Tradição, desolados e sem forma alguma de conseguir delinear sua herança ascendente até Jesus Cristo.
O que podiam fazer para se justificar, visto que haviam se separado da Igreja Católica? Passaram a caluniá-la e infernizá-la e, igualmente, aos fiéis católicos. Se fosse possível demonstrar (o que não é) que a Igreja Catolica era de Satanás, possivelmente haveriam encontrado uma justificação válida para as suas ações.
Falaram miseravelmente porque tiveram que "inventar" acusações que simplesmente não eram verdadeiras.
Nunca entenderam que poderiam "provar" uma verdade, mas somente os crédulos e mal informados aceitariam a mentira. Em seguida, tambem criaram algumas "invenções" anticatolicas, as mesmas que têm fracassado...
1. O Papa e o Papado é a "Babilônia" do Apocalipse 17,18:
Esta mentira foi primeiramente promovida por Martinho Lutero, em sua linguagem acusatória contra a Igreja Católica.
É uma fabricação total, como mostrei pela Sagrada Escritura em um artigo anterior sobre Lutero. A Sagrada Escritura nos diz que a "Grande Babilonia" é uma "Grande Cidade" e não é Roma, mas Jerusalém.
2- O Papa é a "Besta do Apocalipse" e a "Prostituta" é a Igreja Catolica:
Os inventores desta nota diabólica foram negligentes em não dar atenção à passagem da Sagrada Escritura. Veja Apocalipse 17,15-16:
"O anjo me disse: As águas que viste, à beira das quais a Prostituta se assenta, são povos e multidões, nações e línguas. Os dez chifres que viste,' assim como a Fera, odiarão a Prostituta. Hão de despojá-la e desnudá-la. Hão de comer-lhe as carnes e a queimarão ao fogo'".
Visto que a Prostituta era Jerusalem, como mostrei no artigo sobre Lutero, então a "Besta" que odeia Jerusalém e a destroi com fogo somente pode ser o tirano Império Romano, que odiou os judeus e a Jerusalém, destruindo-a, de fato, pelo fogo no ano 70 d.C.
Pois bem. Se a besta fosse o Papa, por que ele odiaria a prostituta, sua propria instituição? Por que ele destruiria a si mesmo? Satanás destrói a Satanás? Em Lucas 11,18, Jesus diz:
"Se, pois, Satanás está dividido contra si mesmo, como subsistirá o seu reino? Pois dizeis que expulso os demônios por Beelzebul".
3. A Igreja Catolica foi fundada pelo imperador romano Constantino no século IV.
Falso. Constantino não fundou igreja alguma; simplesmente permitiu que o Cristianismo existisse sem a perseguição do Império Romano, como o disse claramente em seu "Edito de Milão".
Nenhum Protestante pode produzir um só documento histórico autêntico que "prove" esta falsa acusação.
4- A Igreja Católica é um extensão do Paganismo.
Outra mentira, visto que cada igreja protestante tem algum ser humano por fundador e nenhuma pode dispor de um nome para a Igreja Católica, a menos que aceitem admitir a verdade: que foi o próprio Jesus Cristo quem a fundou.
Qual a melhor forma de se obedecer ao mandato de Jesus Cristo, de converter o mundo inteiro (Mateus 28,19-20 e Atos 1,8), a não ser situando a Igreja em Roma, o próprio centro do paganismo? Não é justamente o que ocorreu depois de algumas centenas de anos? O endemoniado Império Romano sucumbiu e a Roma pagã se converteu ao Cristianismo. Este é um fato histórico inegável.
5- Os Católicos vão para o inferno.
Veremos! Para começar, aqui exponho vários versículos ignorados pelos mesmos que fazem semelhante acusação:
- Mateus 7,1: "Não julgueis para que não sejas julgados".
- Lucas 6,37: "Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados".
- Romanos 14,13: "Deixemos, pois, de nos julgar uns aos outros; antes, cuidai em não pôr um tropeço diante do vosso irmão ou dar-lhe ocasião de queda".
- Tiago 4,11: "Meus irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de seu irmão, ou o julga, fala mal da lei e julga a lei. E se julgas a lei, já não és observador da lei, mas seu juiz".
Como é que aqueles que promovem mentiras e calunias contra a Igreja Católica nunca têm nenhum documento histórico fidedigno para "provar" suas falsas acusações? Durante os anos que tenho pedido, não recebi nenhum.
Por que os católicos, podem dispor de documentos históricos, que os protestantes recusam-se a ler, e os protestantes não podem mostrar quando solicitados? A razão de sua falta de "evidência" certamente é que a mentira não pode ser "provada".
Eu sugiro abrir a sua Bíblia e ler Apocalipse 21,27.
Aqueles que perserguem a Igreja Católica, perseguem mesmo a Jesus, visto que a Igreja é seu corpo (Efésios 1,22-23), independentemente do que os protestantes aceitem crer ou não.
Em Atos 7,54 e 8,1-3, Saulo havia perseguido a Igreja fundada por Jesus Cristo (Atos 8,3); e em Atos 9,4, Jesus Cristo diz:
"Saulo, Saulo: por que me persegues?"
Poderia ser dito: "Por que persegues a minha Igreja?"
"Mas estes, quais brutos destinados pela lei natural para a presa e para a perdição, injuriam o que ignoram, e assim da mesma forma perecerão. Este será o salário de sua iniqüidade" (2Pedro 2,12).
Outro versiculo muito ignorado pelos protestantes que caluniam o Catolicismo:
"Nada temas, porque estou contigo; não lances olhares desesperados, pois eu sou teu Deus; eu te fortaleço e venho em teu socorro, eu te amparo com minha destra vitoriosa (já são 2000 anos!). Vão ficar envergonhados e confusos todos aqueles que se revoltaram contra ti (o protestantismo dividido em 35.500 peças!); serão aniquilados (Salmo 127 novamente!) e destruídos aqueles que te contradizem (os hereges, caluniadores e mentirosos do passado, presente e futuro)." (Isaías 41,10-11).
* * *
17. O erro protestante de sensacionalizar os "aparentes" contratempos católicos
Quando digo "aparente", quero dizer exatamente isso.
Praticamente cada notícia que aparece para mostrar negativamente a Igreja Católica é apresentada exageradamente fora de proporção com o "nós dissemos" protestante. Alguns casos a mencionar:
1. O descobrimento de um aparente ossuário com a inscrição que diz: "Tiago, filho de José, irmão de Jesus".
Os protestantes se regozijaram nas ruas gritando: "Não dissemos? Maria teve filhos!!". Se eles somente lessem a Bíblia, como dizem fazê-lo, se dariam conta que não há nada novo aqui referente ao irmão de Jesus.
"Dos outros Apóstolos não vi mais nenhum, a não ser Tiago, irmão do Senhor" (Gálatas 1,19).
Este versiculo tem estado por mais de 1900 anos na Sagrada Escritura. Então, por que tanto escândalo pelo ossuário, se não é apenas para realizar mais um outro ataque com falsas acusações contra a Igreja Católica?
Notou que o "Tiago" mencionado neste versículo é também Apóstolo? Houve dois Apóstolos chamados Tiago e a Sagrada Escritura nos apresenta o nome dos pais de ambos e nenhuma de suas mães foi a Santissima Virgem Maria. Portanto, há algo em desacordo com esta inscrição e é o fato de o Tiago mencionado no ossuário ter tido um pai chamado José. Que lástima, a Sagrada Escritura nos dizer que nenhum dos pais dos Apóstolos Tiago se chamou José e sim, Zebedeu e Cléofas!
Algum protestante tentou indagar os fatos antes de continuar com suas falsas acusações contra a Igreja Católica, regozijando-se depois de suas mentiras que acabamos de desmentir?
Por que não usam primeiramente o que acabo de fazer, sua inventada "Sola Scriptura" para descobrir sua falta de fundamentos nas acusações contra a Igreja Catolica, de que Maria teve outros filhos?
Este é um exemplo primordial mostrando como a falsa doutrina da "Sola Scriptura" pode ser uma ferramenta vantajosa utilizada pelos católicos também, com desvantagem para os protestantes, provando somente pela Escritura o fato da inscrição do ossuário não ter nada a ver com Jesus Cristo, os dois Apóstolos de nome Tiago, a Santissima Virgem Maria ou São José.
Pois bem. Por que os protestantes, que baseam sua fé somente na biblia, não o encontraram primeiro? Será que é porque não quiseram encontrar a verdade, preferindo assim crêr na mentira?
2. Os escândalos sexuais no meio católico.
Ao se escutar um protestante falar, se pode pensar que cada sacerdote católico é um pedófilo. Se somente verificassem os fatos, descobririam que o número ascende aproximadamente a 1,8 % de sacerdotes católicos acusados de abuso sexual e dessa porcentagem, menos da metade é acusado de pedofilia (cerca de 0,3 %). Vale lembrar que ser acusado não é ser culpado. Pareceria de qualquer forma que bastaria um sacerdote ser acusado para que automaticamente o julgassem culpado enquanto não provassem sua inocência. Tem-se provado que muitos sacerdotes têm sido falsamente acusados por pessoas sem escrúpulos, buscando simplesmente uma alta soma de dinheiro e suas falsas denúncias têm sido descartadas. Não somente isso, também muitas das acusações ocorreram há 30 anos ou mais e muitos dos sacerdotes indiciados já até faleceram.
"Jesus disse também a seus discípulos: É impossível que não haja escândalos, MAS AI DAQUELES POR QUEM ELES VÊM!" (Lucas 17,1)
Por acaso Jesus não disse: "Quem de vocês estiver livre de pecado, que atire a primeira pedra..."?
Pois bem. Se os protestantes dessem uma olhada em seus próprios jardins, descobririam que a porcentagem de seus ministros acusados pelos mesmos abusos sexuais é muito mais alto do que entre os sacerdotes católicos. De qualquer forma, não se escutam muitos desses casos, visto que os meios de comunicação sempre têm prioritariamente enfatizado humilhar a Igreja Católica em tudo o que podem.
Recordemos os tremendos escândalos perpetrados por Jimmy Swaggart, James Baker, Jim Jones e Jesse Jackson, somente para nomear algumas figuras protestantes involucradas.
Já percebeu que quando se aponta o dedo para alguém, automaticamente se apontam três dedos para nós mesmos? Faça o teste e verá.
* * *
18. O erro protestante de ridicularizar o que não entendem
Poderia parecer que a curiosidade humana normal nos levaria a investigar a verdade. Inclusive quando nós recusamos a indagá-la por nossa própria vontade (como a própria Sagrada Escritura nos manda em Romanos 1,18 e Romanos 2,8).
Algumas seitas protestantes, não obstante constantemente blasfemem os ensinamentos catolicos, não fazem o mínimo esforço para descobrir se suas ridiculas acusações estão realmente baseadas na verdade ou não.
Ao observar suas ações a partir um ponto de vista católico, parecem demonstrar um ódio pela Igreja Católica maior que o amor que poderiam ter a Deus. Quem ama a Deus, o busca, visto que Ele é a verdade personificada.
- "Mas estes, quais brutos destinados pela lei natural para a presa e para a perdição, injuriam o que ignoram, e assim da mesma forma perecerão. Este será o salário de sua iniqüidade" (2Pedro 2,12).
- "Estes, porém, falam mal do que ignoram. Encontram eles a sua perdição naquilo que não conhecem, senão de um modo natural, à maneira dos animais destituídos de razão" (Judas 1,10).
Somente neste artigo foi apresentado quatro versiculos não reconhecidos pelos protestantes.
Como complemento segue: O ERRO DE NÃO ACEITAR A VERDADE QUANDO É APRESENTADA
* * *
19. O erro protestante de não aceitar a verdade quando lhe é apresentada
As enganosas acusações feitas pelos protestantes contra a Igreja Católica são facilmente comprovadas como erradas por muitos diferentes meios, mesmo que a mentalidade protestante descarte automaticamente qualquer comprovação sem esquadrinhar por eles mesmos.
A Sagrada Escritura tem muitos versículos condenando aqueles que resistem a aceitar a verdade. É uma tripla autocondenação: primeiro, por dizer uma mentira; segundo, por ignorar estes versiculos; e, finalmente, por não ler e estudar a evidência de seus erros quando apresentados.
1. As acusações de que Pedro não foi o primeiro Papa e que nunca esteve em Roma, são totalmente infundadas, visto a quantidade de registros históricos autênticos verificados desde o primeiro século.
Assim, os adeptos da "Sola Scriptura" recusam toda a Historia escrita antes da rebelião protestante, como se a História tivesse parado por 1.500 anos, a menos que possam distorcê-la para apoiar suas equivocadas crenças doutrinárias.
- "A manifestação do ímpio será acompanhada, graças ao poder de Satanás, de toda a sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar.Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro.Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal" (2Tessalonicenses 2,9-12).
- "Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas" (2Timóteo 4,3-4).
- "Mas, se tendes no coração um ciúme amargo e gosto pelas contendas, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade" (Tiago 3,14).
- "Quem de vós me acusará de pecado? Se vos falo a verdade, por que me não credes? Quem é de Deus ouve as palavras de Deus, e se vós não as ouvis é porque não sois de Deus" (João 8,46-47).
- "Se não vos receberem e não ouvirem vossas palavras, quando sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi até mesmo o pó de vossos pés. Em verdade vos digo: no dia do juízo haverá mais indulgência com Sodoma e Gomorra que com aquela cidade" (Mateus 10,14-15).
Me vejo forçado a concluir que os protestantes não estão interessados em encontrar a verdade; somente estão interessados em seus próprios interesses.
As mentes fechadas estão fechadas para a verdade. Estar fechado à verdade é estar fechado a Ele, que é a Verdade e a Sua Palavra.
Esta observação nos leva ao tema: O ERRO PROTESTANTE DE TER UMA MENTALIDADE FECHADA.
* * *
20. O erro protestante de ter uma mentalidade fechada
O mais difícil de se abrir no mundo é uma mentalidade fechada. As pessoas com este tipo de mentalidade têm suas cabeças enterradas na areia, aparentemente crendo que desfrutam da verdade escondida em sua segurança e protegidas das influências exteriores. Se sentem cômodas onde estão e não querem mudar porque isto requer esforço.
Também estão temerosas de ter que admitir que estão no erro se isto lhes for demonstrado. Isso as situaria em uma batalha com a soberba, raiz de todo o pecado. São vítimas do que é comumente chamado "certeza subjetiva".
Estão, "sempre a aprender, sem nunca chegar ao conhecimento da verdade" (2Timóteo 3,7).
Certeza objetiva significa que a mente se conforma com a verdade objetiva. A pessoa com certeza objetiva está completamente convencida da verdade porque é a verdade.
A pessoa com a certeza subjetiva está motivada por seus sentimentos, sejam estes baseados na verdade ou não. Aqueles que estão encerrados em sua certeza subjetiva, estão somente enganando-se, pensando que estão corretos simplesmente porque são sinceros no que acreditam. De qualquer forma, a sinceridade é uma espada de dois gumes e pode induzir ao erro, porque uma pessoa também pode estar sinceramente equivocada.
- "Portanto, quem pensa estar de pé veja que não caia" (1Coríntios 10,12).
As pessoas com mentalidade aberta, pelo menos escutarão outros pontos de vista e, por meio de investigações, estudo e oração, poderão tomar decisões cautelosas sobre qual ponto de vista tem a verdade objetiva, a qual o guiará à certeza objetiva.
- "Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos" (Filipenses 4,8).
O que diz a Sagrada Escritura sobre a mente fechada?
- "Assim se cumpre para eles o que foi dito pelo profeta Isaías: Ouvireis com vossos ouvidos e não entendereis, olhareis com vossos olhos e não vereis, porque o coração deste povo se endureceu: taparam os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os sare (Is 6,9s). Mas, quanto a vós, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem! Ditosos os vossos ouvidos, porque ouvem! Eu vos declaro, em verdade: muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não o viram, ouvir o que ouvis e não ouviram" (Mateus 13,14-17).
- "A ira de Deus se manifesta do alto do céu contra toda a impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a verdade" (Romanos 1,18).
- "Mas ira e indignação aos contumazes, rebeldes à verdade e seguidores do mal" (Romanos 2,8).
Pois bem, aqui está. Como aqueles com que têm uma certeza subjetiva, resultante de uma mente fechada, poderão algum dia encontrar a verdade?
A resposta é que não encontrarão, a menos que abram as suas mentes.
A Escritura, como foi mostrado, nos manda abrir nossas mentes para explorar todas as avenidas apresentadas em nossa busca pela verdade.
Os protestantes dizem seguir SOMENTE a Escritura.
Percebe-se que tendem a fazê-lo SOMENTE quando vai de encontro com as suas opiniões pessoais, cada qual com a sua própria "certidão subjetiva" individual.
De todas as formas, a Sagrada Escritura especifica claramente que devemos buscar a verdade e não podemos fazer nada disso enquando estamos ancorados em uma mentalidade fechada.
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21. O erro protestante da arrogância
Arrogância:
1. É ter um orgulho dominante, altivez, soberba, desprezo pelos outros.
2. É ter uma atitude superior, fazendo as pessoas se sentirem inferiores.
3. É mostrar uma atitude rebelde e desobediente diante da autoridade.
Este comportamento é comumente exibido por muitas (mas não todas) seitas protestantes.
O oposto da arrogância é a humildade. O oposto da desobediência é a obediência. Por favor, alguém poderia me mostrar o versículo em que Jesus nos ensina a ser arrogantes e não humildes? Por favor, mostre-me onde ensina a desobediência em lugar da obediência...
Ele foi obediente e humilde através dos Evangelhos. Então não devemos imitá-lo?
Ele foi obediente e mostrou humildade à sua Mãe Maria e a São José, depois de ter sido encontrado no Templo (Lucas 2,51); e à sua mãe em Caná (João 2,3-10). Somente imaginemos: aqui está o Criador do Universo, em humilde obediência a uma criatura que Ele mesmo havia criado. Obedeceu a Pilatos, a Herodes, ao regime romano (Marcos 12,17), inclusive a Sua morte na cruz.
- "O maior dentre vós será vosso servo. Aquele que se exaltar será humilhado e aquele que se humilhar será exaltado" (Mateus 23,11-12).
- "Semelhantemente, vós outros que sois mais jovens, sede submissos aos anciãos. Todos vós, em vosso mútuo tratamento, revesti-vos de humildade; porque Deus resiste aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes (Pr 3,34). Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele vos exalte no tempo oportuno" (1Pedro 5,5-6).
Mais dois versículos ignorados pelos protestantes.
Para aqueles protestantes que se auto-enaltecem devido a uma arrogância imitigada, como podem justificar suas ações frente ao que Jesus Cristo estabeleceu como exemplo para seguirmos?
Onde está a humildade no protestante ao invés da arrogância?
Onde está a obediência ao invés da desobediência? Martinho Lutero foi obediente? Foi humilde?
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22. O erro protestante de usar lentes com bloqueadores
Para chegar à verdade, devemos olhar através dos prismas dos olhos de Jesus Cristo, que é a Verdade (João 14,6).
Os protestantes consistentemente vêem as coisas através de lentes com bloqueadores em ambas as superfícies, predispostos e totalmente alheios ao apresentado fora do pequeno campo de sua visibilidade, lendo somente material e livros protestantes.
Quando lhes é pedido para comprovar o que dizem, com documentos legitimos e históricos, invariavelmente citam frases de algum outro protestante, pois não têm onde recorrer.
Tais citações novelescas não oferecem "provas" contundentes, visto que nem sequer vêm de documentos históricos fidedignos, mas de meras opiniões de seus autores.
Uma pessoa pensante e inteligente, que utiliza o dom do sentido comum explorará todas as alternativas disponíveis para chegar à verdade, independentemente de quem tenha sido o autor. Como um exemplo fundamental, menciono o fato de se recusarem a ler a multidão de escritos resultantes de tantos cristãos que viveram antes da Revolta Protestante.
"As Confissões" de Santo Agostinho (354-430 d.C.) é o segundo livro mais lido de todos os tempos depois da Sagrada Escritura e é muito aplicado em nossas vidas; assim, os protestantes ignoram este tesouro recheado de lições referentes à nossa relação com Deus.
Existem milhares de livros, produtos de brilhantes autores de cada século, consistente e intencionalmente ignorados pelos protestantes devido ao fato de lerem somente os escritos posteriores ao século XVI.
Assim, pois, desconhecem a enorme fonte de uma tremenda coleção de fascinantes e genuinos escritos históricos dos primeiros quinze séculos do Cristianismo. Este material é facil e gratuitamente encontrado na Internet, além de livrarias e bibliotecas.
Percebo, assim, que estes estão temerosos de ler os primeiros escritos Cristãos, inclusive escritos seculares, como livros de historia não tendenciosos, inclusive enciclopédias, por medo do que irão encontrar ali.
Se uma pessoa quiser saber quem fundou qual igreja, consultando uma enciclopedia secular, pode encontrar a resposta.
Fonte: Site Exsurge Domini.
Advertências sobre os falsos mestres
Antes e depois da Reforma Protestante, a história da Cristandade registra o constante surgimento das seitas. Todas elas surgem como as reais descobridoras do Verdadeiro Evangelho, retomando sempre em seu tempo os mesmos erros do passado.
O mundo jamais viu surgir tantos pseudos-profetas quanto no séc. XIX, que também presenciou o surgimento do Pentecostalismo. No início de 1814 surge o Milerismo, movimento fundado por Guilherme Miller e que depois deu origem Movimento do Advento em 1844, encabeçado pelo casal Tiago e Ellen G. White, fazendo surgir os Adventistas do Sétimo Dia. Em 1844 morre J. Smith, o fundador dos Mórmons, que com suas visões e pregações conseguiu arrastar milhares de seguidores através da América do Norte. Esta época vê surgir também a Mary Baker Eddy, a "profetiza" fundadora da Ciência Cristã, sem falar no Reverendo Moon, entre outros.
Todos estes pseudo-profetas intitularam-se detentores e restauradores da verdadeira mensagem cristã. Com efeito, sobre isso nos avisaram os Apóstolos:
"O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia, proíbem o casamento, assim como o uso de alimentos que Deus criou para que sejam tomados com ação de graças pelos fiéis e pelos que conhecem a verdade. Pois tudo o que Deus criou é bom e nada há de reprovável, quando se usa com ação de graças. Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração" (1Tm 4,1-5).
"Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina" (1Pd 2,1).
"Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo" (1Jo 4,1).
FIM
Toda mentira se levanta contra a Verdade. Embora todo esse pseudo-profetismo fosse totalmente divergente um do outro, possuía em comum o combate contra a Igreja Católica; combate ainda sustentado pelas novas seitas como os Adventistas do Sétimo Dia, as Testemunhas de Jeová, entre outras que surgem a todo instante.
Estamos vendo para onde se encaminha o destino deste mundo, o que me faz lembrar as célebres palavras do Senhor: "Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?" (Lc 18,8).
Diante do embate contra o Príncipe deste mundo, nós católicos que persistirmos firmes na Fé e na antiga Tradição dos Apóstolos, devemos renovar nossa esperança lembrando-nos das palavras de São Paulo à Igreja de Roma:
“Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé. [...] A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. [...] O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosvso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!” (Rm 1,8; 16,19-20).
MINHAS PALAVRAS
Enfim deixo aqui um pequeno trabalho que expressa toda verdade por trás das mentiras desenfreadas que tenta destruir a verdade, infelizmente muitos católico não se preocupam em buscar conhecer verdadeiramente a sua Igreja e não ir por caminhos que protestam contra a obra prima de Cristo, nós deveríamos buscar o conhecimento do magistério católico, pois a palavra de Deus e a tradição apostólica sempre irá ser infalível custe o que custar.
Dar as costas a Igreja é nega a Cristo, acreditando em seitas sectárias que nada servem a não ser colocar terror na mente das pessoas simples de coração, somos tratado como os apóstolos foram tratados há muito tempo, nada mudou, apesar de tudo tenho a certeza que tudo irá vim às claras e muitos dirão Senhor! Senhor! Pois o livro sagrado adverte que “com Deus não se brinca!”. Rezo para que nós tenhamos sempre a convicção de estarmos unidos assim como o Mestre sempre quis, pois todos estão contra a Igreja que prega a verdadeira palavra de Deus, porém é o Espírito Santo de Deus que faz dela viva e forte nos quatro cantos da terra até a fim dos tempos!
O primeiro protestante, apesar de sua mente doentia e conflitante, amou e honrou a Virgem Santíssima Maria, a Mãe de Deus, como fez os outros reformadores. Por que o Protestantismo ficou tão longe do ensino de seus fundadores?
"Jesus, porém, penetrando nos seus pensamentos, disse: "Todo reino dividido contra si mesmo será destruído. Toda cidade, toda casa dividida contra si mesma não pode subsistir "Mateus 12, 25.
Romanos 16,17-18.
“Irmão, peço que você tomem cuidado com aqueles que provocam divisões e obstáculos contra a doutrina que vocês aprenderam. Fiquem longe deles, porque não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao próprio estômago; com palavras doces e bajuladoras, eles enganam o coração da pessoas simples.”
S = 0
TOTAL = 112 + 53 + 501 = 666
Repare a tamanha falta de Deus, trocando o valor do “U” por 5, sendo que 5 é o valor de V, e também o Papa é chamado Habitualmente Vigário de Cristo e não VIGARIO DO FILHO DE DEUS, infelizmente muitos caluniam a Igreja dizendo que o Papa é a Besta mas a Besta e mentirosos é quem diz isso, e todos sabemos o fim dos que vivem pela mentira é só ler (Ap 21,80).
O fato é que o número 666, Biblicamente (Ap 13,18), refere-se a CÉSAR NERO (que em hebraico; QSRNRUN em hebraico, não se esqueça, os judeus escrevem da direita para a esquerda, leia da direita para esquerda), porém ele era na realidade, grande perseguidor da Igreja pelo ano 64 depois de cristo, ano esse em que foi escrito o livro de Apocalipse pelo profeta João, pois na verdade a soma das letras do nome dele em hebraico que é o número da besta 666.veja:
• N=50
• U=6
• R=200
• N=50 total : 50+6+200+50+200+60+100=666
• R=200
• S=60
• Q=100
Vale lembrar também que o número seis biblicamente (Ap 13,18), refere-se ao homem (NERO) ao “homem” nas escrituras Ex.: Em seis dias foi criado o mundo do homem (Gn 1,31). O homem foi feito no sexto dia (Gn 1,31). O homem foi feito no sexto dia (Gn 1,24-31). Seis dias ele deveria trabalhar (Ex 31,15). Então os seis repetidos no numero da besta representa os seguidores de Nero que ainda vivem por ai perseguindo os Cristãos.
Eu amo a minha religião por saber que a Igreja Católica não anda pregando certas calúnias inventadas pelas cabeças de fanáticos religiosos que transformam as pessoas em escravas das Hipocrisias religiosas que às são suscitadas!
Admiro alguns evangélicos que pregam a verdadeira palavra de Deus sem fazer acepção de ninguém e que não dão o inferno às pessoas, pregando o amor mútuo, a humildade e a caridade entre o próximo (mais necessitado), pois assim é o fundamento do evangelho de Cristo, assim dizia Ele “o que adianta nos falarmos apenas com as pessoas que falam com a gente, amar apenas o que nos amam” Se agirmos assim amando apenas as pessoas que nos amam e fazem o bem a mim e você, irmão acredito que estaremos andando em circulo! Pois ser cristão é romper as barreiras é quebrar os obstáculos do preconceito, da discriminação do ódio. Pois Cristo como dizia São Paulo nos faz criatura nova a cada dia! Ao contrario seremos apenas fariseus e publicanos!
SÁBADO
Irmão lembro que descreveste a questão do sábado, vamos estudar um pouco.
Gostaria que você pegasse a sua Bíblia e abrisse no livro de Efésios 2,13-18, pois diz:
“Mas agora, em Jesus Cristo, vocês que estavam longe foram trazidos para perto, graças ao sangue de Cristo. Cristo é a nossa paz. De dois povos, ele fez um só. Na sua carne derrubou o muro da separação: o ódio. Aboliu a Lei dos mandamentos e preceitos. Ele quis, a partir do judeu e o pagão, criar em si mesmo um homem novo, estabelecendo a paz. Quis por meio da cruz; foi nela que Cristo matou o ódio. Ele veio anunciar a paz a vocês que estavam longe, e a paz para aqueles que estavam perto. Por meio de Cristo, podemos, uns e outros, apresentar-nos diante do Pai, num só Espírito.”
Pergunto a ti, o Aposto Paulo estava errado quando diz “De dois povos, ele fez um só. Na sua carne derrubou o muro da separação: o ódio. Aboliu a Lei dos mandamentos e preceitos”, se isso não basta vou lhe conta mais uma pequena historia:
A concepção Adventista da reforma da Lei por Cristo
A Igreja Adventista do Sétimo Dia possui uma doutrina orientada ao legalismo do AT. Embora ela creia no Sacrifício Salvífico de Cristo e na Graça Santificante do Espírito Santo, a Igreja Adventista não entende que Cristo veio trazer a Antiga Lei à perfeição, mas Sua reforma consistiu somente em abolir as observâncias que eles chamam de cerimoniais.
Estas concepções não são oriundas do final do séc. XIX quando surgiu a Igreja Adventista do Sétimo Dia, nada mais são do que a retomada de uma antiga heresia, o MONTANISMO. Já em meados do séc. II Montano, um ex-sacerdote de Apolo e “converso” ao catolicismo, difundia tal ensino, criando o que os estudiosos chamam de Montanismo ou Heresia Montanista (1).
Montano foi motivado por uma volta iminente de Cristo (inclusive com data marcada...), era tido como profeta de Deus e seus escritos e instruções eram considerados inspirados pelo Espírito Santo. Dos seus seguidores exigia fé incondicional e obediência. Sua doutrina era de uma moral muito rígida, além obrigar seus seguidores a várias orientações alimentares.
Será que a semelhança com a Sra. Ellen G. White é mera coincidência?
2. O Decálogo e a sua vigência
O Decálogo (Dez Mandamentos) são os dez princípios morais e fundamentais de toda Lei que Deus deu a Moisés no Sinai (Ex 34,27-30).
Cristo nos ensinou que "A lei e os profetas duraram até João. Desde então é anunciado o Reino de Deus, e cada um faz violência para aí entrar" (Lc 16,16). Isto deixa mais que claro que o legalismo do AT não está mais vigente para os Cristãos, que vivem um tempo de Graça no Espírito Santo.
Os Adventistas, no entanto, entendem que há uma distinção entre o Decálogo e as Leis Levíticas (ou Torah). Para eles as últimas foram abolidas por Cristo, mas os Dez Mandamentos porque estavam dentro da Arca da Aliança são irrevogáveis.
Interessante notar que os Adventistas para sustentarem a teoria da eternidade dos Dez Mandamentos, se referem às seguintes palavras do Senhor: "Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição" (Mt 5,17).
Ora, se para eles a palavra “lei” neste versículo se refere ao Decálogo, por que então em Lc 16,16 ela só se refere à Torah? Que exegese é esta da qual se servem os Adventistas?
O fato é que mesmo que adotemos a malabarística exegese adventista para Mt 5,17, isso ainda nos impede aceitar o caráter irrevogável dos Dez Mandamentos. Os Adventistas querem propor que os guardemos como estão nos livros do Êxodo e Levítico. Ora, se Cristo disse que iria levá-los à perfeição, significa que antes não eram perfeitos. Se não eram perfeitos então porque deveríamos aguardá-los como lá estão?
E se a perfeição da Lei é a abolição das ordenanças “cerimoniais”, que não estão no Decálogo, então Jesus não aperfeiçoou em nada os Dez Mandamentos, apenas aboliu a Torah. E se este for o caso, como então a palavra “lei” se aplica somente ao Decálogo?
Aí os Adventistas têm que dar um verdadeiro “nó em pingo d´àgua” para solucionar as inconsistências de suas proposições.
3. A reforma da Antiga Lei por Cristo
Para compreendermos a reforma na qual Cristo se referiu em Mt 5,17, devemos pontuar a unicidade de todas as ordenanças divinas. Para os antigos Judeus não havia qualquer distinção entre os Dez Mandamentos e a Torah. É o que testifica um especialista no assunto, o Sr. Félix Garcia Lopes:
O Talmude, a propósito de um ponto em discussão, lembra: 'A lei mandava recitar todos os dias os dez mandamentos. Por que não os recitam mais, hoje? Por causa das maledicências dos minim [os dissidentes]; para que estes não possam dizer: 'Estes somente foram dados a Moisés, no Sinal' (Talmud Jer. Berakot 1 ,3c). Segundo estes minim, Deus só pronunciou os dez mandamentos (Dt 5,22); as outras leis são atribuídas a Moisés. A recitação diária do decálogo, na oração comunitária, favorecia indiretamente esta idéia de que provocava certo desprezo pelas outras leis. A fim de evitar este mal-estar, o judaísmo ortodoxo - talvez nos círculos de Iabne [ou Jâmnia], no fim do século 1 d.C. -suprimiu do serviço sinagogal cotidiano a recitação do decálogo (2).
Isto também pode ser atestado nas próprias palavras de Jesus ao Jovem Rico (cf. Mt 22,36-40; Mc 10,17-20;) e no Sermão da Montanha (cf. Mt 5-7).
Devemos primeiro entender a motivação da Lei, isto é, a razão de sua existência. Escrevendo aos Gálatas, comunidade formada principalmente por cristãos vindos do judaísmo, assim São Paulo se expressa:
"Antes que viesse a fé, estávamos encerrados sob a vigilância de uma lei, esperando a revelação da fé. Assim a lei se nos tornou pedagogo encarregado de levar-nos a Cristo, para sermos justificados pela fé. Mas, depois que veio a fé, já não dependemos de pedagogo, porque todos sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo" (Gl 3,23-26).
Como podemos ver, São Paulo diz que a Lei de Moisés tinha como objetivo orientar para Cristo. Isso era possível porque dava consciência de que homem era pecador, transgressor da Vontade de Deus. Deus manifestou em Sua Lei aquilo que o homem não conseguia ver em seu próprio coração (cf. CIC no. 1962).
No entanto, a antiga Lei não comunicava ao homem a Graça do Espírito Santo necessária para agradar a Deus. Ela apontava para o pecado, mas não era capaz de justificar o homem. Por isso, São Paulo também ensinou aos cristãos vindos do judaísmo:
"Mortos pelos vossos pecados e pela incircuncisão da vossa carne, chamou-vos novamente à vida em companhia com ele. É ele que nos perdoou todos os pecados, cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo na cruz" (Cl 2,13-14).
Que documento é este do qual São Paulo fala que condenava os judeus? Era a própria Lei que acusava a consciência, mas não comunicava a Graça Santificante.
4. A doutrina Paulina sobre os Dez Mandamentos
Como já apresentamos, a vigência da Antiga-Lei era um ministério de condenação, enquanto o ministério de Cristo é Graça no Espírito Santo. Por esta razão, São Paulo escreveu aos Coríntios:
"Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face (embora transitório), quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito! Se o ministério da condenação já foi glorioso, muito mais o há de sobrepujar em glória o ministério da justificação! Aliás, sob esse aspecto e em comparação desta glória eminentemente superior, empalidece a glória do primeiro ministério. Se o transitório era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece!" (2Cor 3,7-11) (grifos meus).
Nestas palavras do Apóstolo se desfaz a doutrina da irrevogabilidade do Decálogo. Enquanto os adventistas ensinam que devemos ainda observar a letra dos Dez Mandamentos (e aí que se fundamenta a doutrina deles sobre o Sábado), São Paulo diz que é “transitório”. Ora, algo que é transitório não pode jamais ser permanente. É transitório porque algo virá a sucedê-lo.
Aí os adventistas com a sua “exegese” afirmam que São Paulo estava se referindo à Lei de Moisés e não aos Dez Mandamentos. Ora, o que foi “gravado com letras em pedra”? Foi o Decálogo ou a Lei Mosaica?
A Escritura não deixa dúvidas de que o Apóstolo estava se referindo aos Dez Mandamentos. Em 2Cor 3,7-11, São Paulo se refere a um evento registrado no Êxodo:
"Moisés ficou junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E o Senhor escreveu nas tábuas o texto da aliança, as dez palavras. Moisés desceu do monte Sinai, tendo nas mãos as duas tábuas da lei. Descendo do monte, Moisés não sabia que a pele de seu rosto se tornara brilhante, durante a sua conversa com o Senhor. E, tendo-o visto Aarão e todos os israelitas, notaram que a pele de seu rosto se tornara brilhante e não ousaram aproximar-se dele" (Ex 34,28-30) (grifos meus).
Como se vê o principal fundamento da doutrina adventista está alicerçado sobre a falsa doutrina da irrevogabilidade dos Dez Mandamentos. Querem sustentar sua falsa doutrina ignorando os escritos Paulino e criando uma imaginária separação entre lei moral e lei cerimonial.
5. Os Dez Mandamentos no Catecismo da Igreja Católica (CIC)
A antiga Lei ensinava o princípio do “olho por olho e dente por dente” (cf. Ex 21,24; Lv 24,20; Dt 19,21). Porém, Cristo nos ensina a dar a face àqueles que nos batem (cf. Mt 5,39). Podemos perceber nisto um indício da perfeição que Cristo prometeu que daria à Lei.
Um outro exemplo é a exposição do Senhor no Sermão da Montanha (cf. Mt 5-7), culminando no resumo de toda Lei em duas ordenanças apenas:
"Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas" (Mt 22,36-40) (3).
Nos parágrafos 1961 a 1964, o CIC explica a Lei e seu aperfeiçoamento prometido por Cristo. Depois nos parágrafos 1965 a 1974, o Catecismo expõe sobre a Nova Lei, a Lei da Graça. É aqui que a Igreja Católica apresenta uma interpretação dos Dez Mandamentos, não segundo a Antiga Lei, mas conforme a Nova Lei inaugurada por Cristo, a Lei da Graça. A proposta da Igreja no CIC era mostrar como aqueles princípios universais expostos na Antiga Lei se aplicariam na Nova Lei.
Se por isto os Adventistas acusam a Igreja de alterar os Dez Mandamentos, porque também não acusam a Cristo, se foi Ele que primeiro o fez?
A acusação adventista à Igreja Católica procede de um princípio falso: a irrevogabilidade do Decálogo. Falso porque o que é irrevogável não tem vigência definida (cf. Lc 16,16), não precisa ser levado à perfeição (cf. Mt 5,17) e nem é transitório (cf. 2Cor 3,7-11).
Os Dez Mandamentos conforme constam no CIC é uma visão dos seus princípios à Luz da Nova Lei inaugurada por Cristo Nosso Senhor.
Enquanto os Adventistas propõe uma doutrina tendo como base as tábuas de pedra, que para eles são os únicos mandamentos de Deus, São Paulo ensina que os verdadeiros cristãos são “uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações" (2 Cor 3,3).
Infelizmente os adventistas estão aprisionados na letra do Decálogo. Isto me lembra as seguintes palavras de São Paulo:
"Tal é a convicção que temos em Deus por Cristo. Não que sejamos capazes por nós mesmos de ter algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus. Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,4-6).
5 - O SÁBADO NO ANTIGO TESTAMENTO:
"Sábado" provém do hebraico "Shabath", que significa "repouso, cessão". O vocábulo "Shabath" também pode ser relacionado com o vocábulo "Sheba'", que significa "sete". Assim, o sábado bíblico nada mais é que um dia de descanso observado a cada sete dias.
Na Bíblia, o sábado se prende ao ritmo sagrado da semana, que se encerra com um dia de repouso e de culto a Deus (cf. Os 2,13; 2Rs 4,23; Is 1,13; Ex 20,8; 23,12; 34,21).
O sábado deveria ser observado por diversas razões: por questões humanitárias (cf. Ex 23,12; Dt 5,12-14), por ser sinal de distinção com relação aos outros povos (cf. Ez 20,12.30; Ex 31,13-17), por ser um dia que não poderia ser profanado pelo trabalho (Ez 22,8) e por ser legislação sacerdotal, já que Deus teria descansado no 7º dia (cf. Gn 1,1-2.4a; Ex 30,8-11; 31,17).
O sábado era um dia festivo (cf. Os 2,13; Is 1,13), no qual não podia haver compras, vendas ou trabalhos no campo (cf. Am 8,5; Ex 34,21). Era também proibido acender fogo (Ex 35,3), recolher lenha (Nm 15,32) e preparar alimentos (Ex 16,23). Até mesmo a guarda do palácio era reduzida (2Rs 11,5-9)... Os fiéis iam ao santuário (Is 1,12s), após uma convocação santa (Lv 23,3), ofereciam sacrifícios (Nm 28,9-10) e renovavam o pão da proposição (Lv 24,8; 1Cr 9,32) ou simplesmente aguardavam a visita de um profeta (2Rs 4,23). Após o exílio babilônico, a observância do sábado foi radicalizado: Neemias agiu com energia para garanti-lo (Ne 13,15-22), as viagens foram proibidas (Is 58,13) assim como o transporte de cargas (Jr 17,19-27). Na época macabéia, a observância era tão cega que muitos se deixaram matar sem oferecer resistência (1Mc 2,37-38; 2Mc 6,11-12; 15,1-2). Finalmente, na época de Jesus, os fariseus elaboraram verdadeira "casuística" quanto ao sábado: 39 tipos de trabalho eram proibidos (entre eles colher espigas [Mt 12,2], carregar fardos [Jo 5,10], etc). Os médicos somente podiam atender os doentes em perigo iminente de morte (motivo pelo qual se opuseram a Jesus, que curava aos sábados - cf. Mt 12,9-13; Mc 3,1-5; Lc 6,6-10; 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,1-16; 9,14-16)... os essênios chegaram ao absurdo de proibirem a defecação no sábado!!!
6 - NOVO TESTAMENTO: O DIA DO SENHOR
Enquanto Jesus viveu entre nós, observou a Lei e frequentou as Sinagogas onde aproveitou para pregar o Evangelho.
Jesus sempre repreendeu o rigorismo dos fariseus, já que estes, muitas vezes, tornavam-se hipócritas. Desta forma, Jesus colocou a caridade acima da observância do sábado (Mt 12,10-14; Lc 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,8-18), usando o conhecidíssimo bordão: "O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado" (Mc 2,27). Com estas palavras, o Senhor quis afirmar que o sábado era um meio para o homem alcançar a união com Deus e não um fim em si mesmo. Por isso, declarou que era o Senhor do Sábado (Mc 2,28) e foi incriminado pelos doutores da Lei (Jo 5,9), ao que respondeu que nada mais fazia senão imitar o Pai que, mesmo entrando em repouso após ter criado o mundo, continuou a governá-lo e também os homens (Jo 5,17).
1. Se, no princípio, os discípulos observaram o sábado para pregar o evangelho nas sinagogas (At 13,14; 16,13; 17,2; 18,4) logo se deram conta que a Nova Lei havia superado a Antiga. São Paulo sempre lutou contra a infiltração de idéias judaizantes, sobretudo quando escreve "que ninguém vos critique por questões de alimentos ou bebidas ou de festas, luas novas e sábados. Tudo isto não é mais do que a sombra do que devia vir. A realidade é Cristo. (Cl 2,16-17; v.tb. 2Cor 5,17). Os cristãos, então, passaram a realizar seus cultos no dia seguinte ao sábado, isto é, no domingo, dia em que o Senhor Jesus ressuscitou (alias "domingo" vem de "domini dies", isto é, "Dia do Senhor"). Diversas são as provas bíblicas da observância do domingo: Jo 20,22-23.26; At 2,2; At 20,7-16; 1Cor 16,1-2; Ap 1,10. Repare-se bem que esse era o dia em que os cristãos se reuniam! Dessa forma, a perspectiva cristã sempre enxergou o antigo sábado dos judeus como uma figura, da mesma forma que outras instituições do AT.
2. "Pelo repouso do sábado os israelitas comemoravam o repouso (figurado) de Deus após haver criado o mundo e o homem. Ora, com a ressurreição de Cristo, a primeira criação tornou-se prenúncio e figura da segunda criação ou da nova criação do gênero humano que se deu quando Cristo venceu a morte e apareceu como novo Adão. Era justo, portanto, ou mesmo necessário, que os cristãos passassem a observar, como Dia do Senhor ou como sétimo dia e dia de repouso (sábado), o dia da ressurreição de Cristo" (d. Estevão Bettencourt, "Diálogo Ecumênico, p.250). A própria carta aos Hebreus acentua a índole figurativa do sábado, afirmando que o repouso do sétimo dia era apenas uma imagem do verdadeiro repouso que fluiremos na presença de Deus (cf. Hb 4,3-11).
III - A TRADIÇÃO CRISTÃ
Fora da Bíblia, inúmeros são os testemunhos que comprovam a santificação do domingo pelos primeiros cristãos: Didaqué [~96 dC] (Did. 14,1), Plínio [séc.II dC] (governador da Bitínia - Ad Traj. X,96,7), Sto. Inácio de Antioquia [~100 dC] (Magn. 9,1), S. Justino Mártir [153 dC] (1Apol. 67,3,7), Constituições Apostólicas [séc. III]...
Logo, ao contrário do que costumeiramente se afirma, o domingo não foi instituído no séc IV, mas é observado - como bem documenta a Palavra de Deus e a Sagrada Tradição - desde o período apostólico.
IV - CONCLUSÃO
1. Como vimos, a palavra "shabath" significa "repouso" e "sete". Ora, os cristãos em geral - com exceção dos adventistas e batistas do sétimo dia - observam o repouso do domingo a cada sete dias, de forma que não estão em contradição com o 3º Mandamento.
2. A Nova Aliança ultrapassou a Antiga. A própria Bíblia documenta a celebração do culto cristão no domingo, como vimos. A Tradição dos dois primeiros séculos também testemunham a observância do domingo entre os cristãos e não mais o sábado. Observemos que o NT faz mais 100 referências positivas ao Decálogo, nenhuma porém quanto à observância restrita do sábado.
3. Se existem cristãos que - em franca contradição com a maioria absoluta - ainda observam o sábado, isso diz respeito ao espírito judaizante que invocam, espírito esse condenado pelo Apóstolo: "Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. Passou o que era velho; eis que tudo se fez novo" (2Cor 5,17; v.tb., quanto ao sábado, Cl 2,16-17). Devemos, assim, compreender que o sábado, como dia santificado, foi um sinal entre Deus e Israel, ou seja, uma obrigação restrita aos judeus.
4. Finalmente: Cristo se auto-declarou como "Senhor do Sábado" (tendo, portanto, poder sobre ele); Jesus ressuscitou num domingo; o Espírito Santo veio sobre a Igreja num domingo; os apóstolos se reuniam aos domingos; os cristãos antes do Período Constantiniano (séc. IV) se reuniam aos domingos; os cristão pós-Constantinianos também se reuniam aos domingos; todos os cristãos atuais (católicos, ortodoxos e protestantes - com exceção dos adventistas e batistas do 7º dia) ainda observam o domingo... Como duvidar que o domingo não foi instituído divinamente? Temos todos os testemunhos que precisávamos: Bíblia, Tradição e Magistério; temos a palavra final: Domingo é o Dia do Senhor!
5. Faço minhas as palavras do Pe. Arthur Betti: "Vale mais um domingo [dia em que Cristo ressuscitou] do que todos os sábados sem ressurreição, sem a verdadeira libertação"! ("O que o Povo Pergunta?", p.169). A vitória de Cristo é a nossa vitória!
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O PAPA MUDOU O SÁBADO PARA O DOMINGO COMO ALEGAM OS ADVENTISTAS
"Reúnam-se no dia do Senhor [= dominica dies = domingo] para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro" (Didaqué 14,1 - primeiro catecismo cristão, escrito no séc. I, mais precisamente no ano 96 dC).
"No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para partir o pão, Paulo, que havia de viajar no dia seguinte, conversava com os discípulos e prolongou a palestra até a meia-noite" (At 20,7).
Os adventistas que se pautam nos escritos da Sra. Ellen White, dizem que foi o Papa que alterou a observância do Dia do Senhor do Sábado para o Domingo. Neste trabalho confrontaremos os argumentos adventistas, com a história da Igreja e a Sagrada Escritura mostrando se realmente tais acusações procedem.
As afirmações de Ellen White sobre o Domingo
Relatando uma de suas “visões” assim Ellen White se expressa:
"Eu vi que Deus não mudou o Sábado, pois Ele nunca muda. Mas o Papa o mudou, do sétimo para o primeiro dia da semana, pois ele mudaria os tempos e as leis" (1).
"Numa visão dada em Junho 27, 1850, O anjo que me acompanhava disse, ‘O tempo está quase no fim. [...] O papa mudou o dia de descanso do sétimo para o primeiro dia da semana” (2).
Diz ela que quem adorar a Deus no Domingo receberá a Marca da Besta:
“Eu vi que todos os que ‘não receberam a marca da Besta, e sua imagem, nas suas testas ou em suas mãos’ não poderiam comprar nem vender nada.[ Ap. 13: 15--17.] Eu vi que o número (666) da Besta tinha se completado; [Ap. 13: 18.] e que foi a Besta que mudou o Sábado, e que os que tinham a imagem da besta a seguiram, e obedeceram o sábado do Papa, e não o de Deus. E tudo o que nos foi requerido é que deixássemos o Sábado de Deus, para guardar o do Papa, e, então, NÒS teríamos a marca da Besta e de sua imagem” (3).
Que Papa mudou o Sábado para o Domingo?
É claro que a Sra. Ellen White não disse, pois aí seria muito fácil desmascarar a sua mentira.
Quem foi o Papa que “alterou” a Lei de Deus?
Como a pseudoprofetisa do Adventismo não revelou que Papa foi esse (e por razões óbvias), deixou aos seus seguidores o encargo de descobrir... Claro! O diabo gosta de brincar com as almas de boa fé, distraindo-as enquanto as encaminha para o inferno.
Em 1977, Robert L. Odom declara numa importante revista adventista (4) que foi o Papa Silvestre quem efetuou a mudança do Sábado para o Domingo. Para isto se baseia em trechos da obra de Rubano Mauro (776-856), antigo abade de Fulda, depois Bispo de Mainz (Alemanha), onde lemos:
“O Papa Silvestre instruiu os clérigos a guardar as feriae [feriados]. E, de fato, baseando-se numa antiga tradição, ele chamou o primeiro dia (da semana) de "Dia do Senhor!", no qual a luz foi feita no princípio e no qual se celebra a Ressurreuição de Cristo”.
"Mas ele [Papa Silvestre] os ordenou a chamar o Sábado de acordo com o antigo nome da Lei, e a chamar o primeiro feriae de Dia do Senhor, pois nele o Senhor ressurgiu dos mortos, Além disto, o mesmo papa decretou que o descanso do Sábado deveria ser transferido para o Dia do Senhor, para que, neste dia, nós descansemos dos trabalhos da semana para o lovor ao Senhor”.
Algumas considerações valem serem feitas aqui. Infelizmente muitas das informações que se tem sobre o pontificado do Papa Silvestre são lendárias. Tais lendas foram introduzidas com o "Vita beati Sylvestri" (Vida do beato Silvestre) documento surgido no leste europeu e que foi preservado em grego, siriáco. Em latim, no "Constitutum Sylvestri", narrativa lendária acerda de um Concílio Romano nunca realizado que pertence às farsas symachiannas e aparecerem entre 501 e 508. A mesma lenda consta no "Donatio Constantini" (Doação de Constantino), narrando a perseguição do Papa Silvestre, a cura e o batismo do Imperador Constantino e sua doação ao Papa, e dos direitos dados a este, num Concílio em Roma, tudo não passando de lendas (5). Logo, as informações de Rubano Mauro, sobre as ações do Papa, vem de fonte não confiável.
Depois o próprio Rubano Mauro diz que o Papa baseando-se em antiga tradição manda chamar o primeiro dia da semana de “Dia do Senhor” e o sétimo de Sábado, bem como observar este em detrimento daquele. Ora, isso mostra que não foi o Papa que inventou isso.
Com efeito, antes do tempo do Papa Silvestre, o Concílio Regional de Elvira realizado no ano 300 de nossa era já confirmava a observância cristã do Domingo como Dia do Senhor. Alguns adventistas dizem que foi aí que realmente se deu a mudança. Deveriam saber que um Concílio Regional não tem força de obrigar toda a Igreja, logo a tese deles vai por água abaixo.
Antes mesmo do Concílio Regional de Elvira, Tertuliano em sua fase católica deu testemunho de que no século II os cristãos já observavam o Domingo:
"Outros, de novo, certamente com mais informação e maior veracidade, acreditam que o sol é nosso deus. Somos confundidos com os persas, talvez, embora não adoremos o astro do dia pintado numa peça de linho, tendo-o sempre em sua própria órbita. A idéia, não há dúvidas, originou-se de nosso conhecido costume de nos virarmos para o nascente em nossas preces. Mas, vós, muitos de vós, no propósito às vezes de adorar os corpos celestes moveis vossos lábios em direção ao oriente. Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol. Temos alguma semelhança convosco que dedicais o dia de Saturno (Sábado) para repouso e prazer, embora também estejais muito distantes dos costumes judeus, os quais certamente ignorais" (Tertuliano 197 d.C. Apologia part.IV cap. 16) (grifos meus).
Antes mesmo de Tertuliano, S. Justino de Roma já dava testemunho do culto a Deus aos domingos:
"67. Depois dessa primeira iniciação, recordamos constantemente entre nós essas coisas e aqueles de nós que possuem alguma coisa socorrem todos os necessitados e sempre nos ajudamos mutuamente. Por tudo o que comemos, bendizemos sempre ao Criador de todas as coisas, por meio de seu Filho Jesus Cristo e do Espírito Santo. No dia que se chama do sol, celebra-se uma reunião de todos os que moram nas cidades ou nos campos, e aí se lêem, enquanto o tempo o permite, as Memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos esses belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão, vinho e água, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo o povo exclama, dizendo: ‘Amém’. Vem depois a distribuição e participação feita a cada um dos alimentos consagrados pela ação de graças e seu envio aos ausentes pelos diáconos. Os que possuem alguma coisa e queiram, cada um conforme sua livre vontade, dá o que bem lhe parece, e o que foi recolhido se entrega ao presidente. Ele o distribui a órfãos e viúvas, aos que por necessidade ou outra causa estão necessitados, aos que estão nas prisões, aos forasteiros de passagem, numa palavra, ele se torna o provedor de todos os que se encontram em necessidade. Celebramos essa reunião geral no dia do sol, porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, fez o mundo, e também o dia em que Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos. Com efeito, sabe-se que o crucificaram um dia antes do dia de Saturno e no dia seguinte ao de Saturno, que é o dia do Sol, ele apareceu a seus apóstolos e discípulos, e nos ensinou essas mesmas doutrinas que estamos expondo para vosso exame" (Justino de Roma 155 d.C, I Apologia cap 67) (grifos meus).
Antes mesmo de S. Justino, S. Inácio de Antioquia também confirmava o antigo costume entre os cristãos:
"9. Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas chegaram à nova esperança, e não observam mais o sábado, mas o dia do Senhor, em que a nossa vida se levantou por meio dele e da sua morte. Alguns negam isso, mas é por meio desse mistério que recebemos a fé e no qual perseveramos para ser discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre. Como podemos viver sem aquele que até os profetas, seus discípulos no espírito, esperavam como Mestre? Foi precisamente aquele que justamente esperavam, que ao chegar, os ressuscitou dos mortos. 10. Portanto, não sejamos insensíveis à sua bondade. Se ele nos imitasse na maneira como agimos, já não existiríamos. Contudo, tornando-nos seus discípulos, abraçamos a vida segundo o cristianismo. Quem é chamado com o nome diferente desse, não é de Deus. Jogai fora o mau fermento, velho e ácido, e transformai-vos no fermento novo, que é Jesus Cristo. Deixai-vos salgar por ele, a fim de que nenhum de vós se corrompa, pois é pelo odor que sereis julgados. É absurdo falar de Jesus Cristo e, ao mesmo tempo judaizar. Não foi o cristianismo que acreditou no judaísmo, e sim o judaísmo no cristianismo, pois nele se reuniu toda língua que acredita em Deus " (Santo Inácio de Antioquia, aos Magnésios. 101 d.C.) (grifos meus).
Antes mesmo de S. Inácio, o primeiro Catecismo Cristão testifica a antiga guarda do domingo:
"Reúnam-se no dia do Senhor [= dominica dies = domingo] para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro" (Didaqué 14,1. 96 dC) (grifos meus).
Logo provamos que a guarda do Domingo é doutrina perene na Igreja primitiva.
O domingo sempre foi destinado ao culto divino pelos apóstolos e fiéis cristãos, pois foi o dia em que Jesus ressuscitou (cf. Jo 20,1) e a Bíblia nos prova isso em diversas passagens: Jo 20,19-21; Jo 20,26-28; At 2,1-3; 2,14-16; 2,41; 20,6-7; 1Cor 16,2.
Deve-se saber separar a guarda do domingo pelos cristãos (dia em que se reuniam para o culto), do sábado que usavam para evangelizar os judeus em suas sinagogas (dia de guarda dos judeus). Seria o mesmo que uma igreja adventista me permitisse entrar para pregar para seus fiéis: eu iria num sábado e os evangelizaria, porém, no dia seguinte, domingo, iria à missa para adorar o meu Senhor (como fazem a esmagadora maioria dos cristãos, sejam eles católicos, ortodoxos ou protestantes).
Quanto à Constantino, ele foi imperador de Roma e não papa. Também não foi ele que instituiu a guarda do domingo, pois os cristãos já o guardavam como demostra a Bíblia e os antigos testemunhos cristãos (como, por ex., o de São Justino mártir, Santo Inácio de Antioquia, Didaqué, epístola de Barnabé etc.); o máximo que Constantino fez foi transformar o domingo em feriado imperial uma vez que tinha decretado o fim das perseguições contra os cristãos em 313. Agiu assim para dar aos cristãos igualdade de condições com as demais religiões professadas em seu Império. Essas afirmativas somente demonstram a má-fé ou a falta de conhecimento histórico do autor do livro que você está lendo...
Portanto, Cabe aqui, mais uma vez, a advertência de São Paulo em Cl 2,16-17: "Que ninguém vos critique por questões de comida ou bebida, pelas festas, luas novas ou SÁBADOS. Tudo isso nada mais é que uma sombra do que haveria de vir, pois a realidade é Cristo".
Deixo que São Paulo lhe diga cf. Rm 6,14 “Pois o pecado não os dominará nunca mais, porque vocês já não estão debaixo da Lei, mas sob a graça.”. Rm 13,10 “O amor pleno cumprimento da Lei.” Confira Romanos Cap. 14.
A BÍBLIA NOS PROÍBE DE COMER CERTOS ALIMENTOS? E O QUE DIZ SOBRE AS OUTRAS PROPOSIÇÕES ADVENTISTAS
É claro que não! Esse tipo de colocação é próprio de seitas que acentuam o legalismo do Antigo Testamento, como fazem os adventistas. Tal imposição é ridícula porque, se por um lado defendem que certos produtos não devem ser consumidos, por outro lado não preparam os alimentos que julgam consumíveis com o mesmo cuidado que o Antigo Testamento exige, demonstrando, assim, total contradição. E mais: até a época de Noé não se fazia distinção entre animais puros e impuros; veja-se Gn 9,2-3: "Sereis temidos e respeitados por todos os animais da terra, por todas as aves do céu, por tudo quanto rasteja sobre a terra e por todos os peixes do mar, entrego-os ao vosso poder. TUDO O QUE SE MOVE E TEM VIDA SERVI-VOS-Á DE ALIMENTO. DOU-VOS TUDO ISSO COMO JÁ VOS TINHA DADO AS PLANTAS VERDES". A distinção passa a existir apenas na época de Moisés (Dt 4); mesmo assim, somente os judeus estavam obrigados a observar e não os gentios, como se depreende de Dt 14,21: "Não comerás nenhum animal que tenha morrido por si; ao peregrino que está dentro das tuas portas o darás a comer ou o venderás ao estrangeiro". Com a vinda de Jesus fomos todos libertados de qualquer jugo remanescente da Lei Mosaica: "Ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o Seu Filho, nascido de mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que se encontravam sob o jugo da Lei e para que recebêssemos a filiação adotiva" (Gl 4,4-5). Isso explica porque Jesus declarara à multidão: "NADA há fora do homem que, entrando nele, o torne impuro" (Mt 15,11); e, para dissipar as dúvidas levantadas pelos próprios apóstolos, Jesus foi mais claro ainda: "Não percebeis que tudo quanto de fora entra no homem não pode torná-lo impuro porque não penetra-lhe no coração mas no VENTRE e depois é expelido?" (Mt 15,17), demonstrando estar se referindo à inexistência de alimentos impuros (motivo pelo qual os fariseus ficaram escandalizados, cf. Mt 15,12). São Paulo, escrevendo aos Colossenses, diz: "Que ninguém vos critique por questões de COMIDA OU BEBIDA, pelas festas, luas novas ou sábados. Tudo isso nada mais é que uma sombra do que haveria de vir, pois a realidade é Cristo" (Cl 2,16-17). O problema, como vemos, é que os adventistas pretendem ter autoridade não apenas sobre a Igreja de Cristo, como também sobre os apóstolos e o próprio Cristo, o que é um absurdo!
O que Jesus quer que façamos quando diz: "fazei penitência"?
A penitência consiste na dor dos pecados acompanhada pela conversão da vida. Ocorre que a conversão não se dá com um simples desejo de querer se converter, mas também com a reparação dos pecados efetuados, através de atos penosos. Só assim podemos falar de real reconciliação com Deus e os irmãos (cf. Mt 5,23-24).
É pelo sacramento da Penitência que obtemos o perdão dos pecados e nos reconciliamos com Deus e os irmãos. Mas, para que esse sacramento tenha efeito, é necessários os seguintes atos fundamentais:
Contrição: o sentimento de dor e repúdio pelo pecado praticado (é essencial!);
Confissão: humildade de contar o pecado cometido ao sacerdote;
Satisfação: reparação do pecado através do cumprimento da penitência imposta;
Absolvição: o recebimento do perdão em nome de Deus, trazendo a plena reconciliação.
Para compreender bem a penitência, recomendo a leitura dos seguintes trechos bíblicos: Mt 4,17; 18,18; Mc 1,15; Lc 5,17-26; 7,50; 15,11-24; 19,10; 23,43; Jo 8,10-11; 20,22-23.
A REFORMA E CONTRA REFORMA, O QUE NÃO É DITO
Não há dúvidas de que os anos anteriores à ocorrência da Reforma Protestante foram infelizes para a Igreja Católica pois vários papas sem o mínimo de vocação religiosa, mas ávidos pelo poder (bem como vários integrantes do clero), não raras vezes escandalizavam e causavam grande indignação entre os fiéis.
Mesmo assim - e aí está o sinal de que a Igreja Católica é realmente a Igreja de Cristo - nenhum mal causaram ao corpo doutrinário da Igreja (instituindo uma heresia como se fosse verdade revelada) e a Igreja conseguiu se firmar novamente após a Contra-Reforma. De fato, o próprio Jesus já havia predito que a Igreja seria assolada pelo mal, mas este não conseguiria dominá-la: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as potências do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18). Por isso, se enganaram (e se enganam ainda hoje) aqueles que abandonaram a Igreja Católica e buscaram outra fé; como diz o apóstolo São João: "Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; mas todos eles saíram para que se manifestasse que não são dos nossos." (1Jo 2,19).
Lutero, Calvino e outros - até os mais recentes - não precisariam abandonar a única Igreja do Senhor; se achavam que tinha algo errado, deveriam lutar dentro da Igreja, como fez o grande São Francisco de Assis, que lutou e obteve êxito; porém, não quiseram se submeter e deu no que deu: a doutrina luterana da "Sola Scriptura", por exemplo, que é seguida por TODAS as denominações protestantes, com sua livre interpretação da Bíblia, esfacelou o "cristianismo protestante" em mais de 20 mil ramos! Tal doutrina, jamais foi professada pela Igreja de Cristo: a própria Bíblia não atesta essa doutrina (o que a transforma em verdade antibíblica), nem os cristãos primitivos. Porém, a Bíblia deixa bem claro o destino daqueles que promovem a divisão da Igreja: a perdição eterna (cf. Gl 5,19-21).Gostaria de saber se desde a Igreja primitiva, os livros que os nossos irmãos protestantes chamam de apócrifos fazem parte do Cânon Bíblico.
Os Apócrifos fazem parte do Cânon Bíblico. No livro "A Reforma Protestante" que diz que "alguns desses escritos apócrifos, inclusive um aditamento ao livro de Daniel" foram considerados inspirados somente no Concílio de Trento (1545 - 1563). Gostaria que me confirmasse essa informação.
Outra grande mentira! Em sua pregação missionária, os apóstolos usaram a tradução grega da Bíblia chamada "Septuaginta". Prova: das 350 referências literais ao Antigo Testamento, mais de 300 seguem a versão grega e inúmeras são as referências do NT a esses livros. Essa versão da Bíblia possui 7 livros a mais que a versão hebraica definida no séc. I dC, pelos judeus de Jâmnia; mesmo assim tais livros eram usados pelos judeus e os judeus que hoje residem na Etiópia ainda os têm como inspirados. A lista oficial dos livros cânonicos foi definida pela Igreja no séc. IV, pois até aquela época cada Igreja regional tinha seu próprio elenco de livros sagrados. Quando a Igreja definiu o cânon bíblico, usou como parâmetro para o Antigo Testamento a versão grega usada pelos apóstolos (a Septuaginta). Todos os cristãos seguiram esse cânon até o séc. XVI quando Lutero resolveu questionar a validade desses livros, classificando-os como "apócrifos". Notemos, porém, o seguinte:
Os apóstolos usaram essa versão e ninguém questionou;
A Igreja deu o seu "aceite" oficial no séc. IV e ninguém questionou até o séc. XVI;
O MESMO concílio do séc. IV que definiu o cânon do Antigo Testamento definiu também o cânon do Novo Testamento;
Os protestantes que não aceitam o cânon do AT definido no séc. IV aceitam, por outro lado, todos os livros definidos para o NT, o que é uma grande contradição.
Por sua vez, o Concílio de Trento, apresentando a lista integral dos livros da Bíblia, nada mais fez que repetir as decisões de concílios anteriores, como o de Florença (1441), Trulos (692), Cartago IV (418), Cartago III (397) e Hipona (393) - este último foi, o primeiro a definir oficialmente o cânon da Bíblia. Obs.: também os Concílios do Vaticano I (1870) e II (1965) enumeram os livros bíblicos da mesma forma que os anteriores. Com efeito, podemos afirmar - sem medo algum de errar - que não foi a Igreja Católica que acrescentou livros à Bíblia, mas sim certas denominações protestantes que ousaram a retirar alguns livros de suas Bíblias.
ADVENTISTA INSISTE NA MENTIRA DE QUE A IGREJA CATÓLICA É A PROSTITUTA DO APOCALIPSE
Veja que a nota da Bíblia da Editora diz que entre a “A grande prostituta ou Babilônia” há um grande “contraste com a Mulher revestia do Sol, isto é, a Igreja, a esposa do Cordeiro”. Mas você teve a capacidade dizer que a Igreja é a Prostituta... Minha Nossa Senhora de Fátima!
Quem interpreta a Bíblia Sagrada é a Igreja Católica, pois foi ela que recebeu de Cristo as chaves para isto. É a Igreja a “Coluna e Fundamento da Verdade” (cf. 1Tm 3,15) e não as loucuras contadas pelo autor desse artigo que você não colocou.
Creio que meu comentário à sua ideologia anticátolica não seja diferente das demais acusações, pois é muito comum que um protestante possua tais calunias que perturba qualquer desinformado na fé. Pois acho que você é mais um ex-católico que naufragou na Fé seduzido pelo proselitismo das seitas (cf. 1Timóteo 1,18-20)?
Amigo, você não está sendo honesto nem com você próprio e nem com Deus. Você nega ver a luz do Sol ao meio-dia para se ater às especulações mentirosas que se encontram nas obras da sra. Ellen G. White e outros... Aliás, tais obras foram estudadas por especialistas (inclusive adventistas) que encontraram nelas cerca de 30% de PURA CONTRAFAÇÃO.
A Verdade não se defende com conjecturas e teses, mas com fatos concretos e provas.
As suas conjecturas não valem sobre o fato concreto de que a Igreja Católica tem sua sede no Monte Vaticano e não nas sete montanhas onde se situava o Roma Antiga.
Ora, a verdade é que o Império Pagão era símbolo do Anti-Cristo, da Anti-Igreja. E os apóstolos já utilizavam o codinome Babilônia para a Roma Antiga, com esta conotação e não para acusar a Igreja fundada por Jesus Cristo.
Desculpe-me, mas a Igreja foi fundada por Cristo e não por Guilherme Miller e nem pelo casal Tiago e Ellen White. A Igreja Verdadeira não se isolou no deserto e sumiu do mapa, como pretende a fábula adventista. A história, prezado, dá testemunho de que a Igreja fundada por Cristo se perpetuou através dos séculos na Sucessão dos Apóstolos, lutou contra as mais funestas heresias e nos deu a Bíblia Sagrada. Esta mesma história testemunhou a transformação que esta mesma Igreja trouxe ao Ocidente e Oriente durante a Idade Média.
O Império Pagão que a Igreja derrotou, voltou a surgir com a Revolução Francesa e o Iluminismo. Em nosso tempo atual se chama Modernidade, desgraça esta vem promovendo uma demolição da sociedade cristã e que deseja implantar em todo mundo um neo-paganismo, onde se pretende que o Estado acolha com bons olhos o aborto, a eutanásia, o homossexualismo, o divórcio e tantas outras desgraças.
Não vejo a Igreja Adventista empreendo uma luta contra estas malesas que nos afligem. Aliás, em qualquer noticiário que seja não encontramos nenhum nome de qualquer seita a respeito. Enquanto que a Mídia ataca com unhas e dentes a Igreja Católica por suas posições e convicções cristãs.
Tudo isto acontece nos dias de hoje, então acorde de seu sono! A suposta perseguição dos adventistas por causa do Sábado é uma fábula que serve para distrair os vacilantes. A perseguição que ao Mundo Moderno empreende hoje não é contra o Adventismo, mas contra o Catolicismo.
Veja o que S. Paulo escreveu à Igreja Romana:
“a todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos: a vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e da parte do Senhor Jesus Cristo! Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé [...] O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!” (Rm 1,7-8; 16,20) (grifos meus).
Enquanto a Sra. Ellen White diz que a Vitória contra o demônio é dos adventistas, S. Paulo diz que é da Igreja Romana. Você vai ficar com o que diz S. Paulo (apóstolo de Cristo) ou Ellen White (copista de obras alheias)?
APOSTASIA
"Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna" (Jo 6,67-68).
Catequização
Desde os tempos apostólicos muitos cristãos abandonaram a Igreja Católica. Este processo teve início no surgimento das primeiras heresias (como as heresias judaizante e gnóstica), foi potencializado com o surgimento do Islã, da Reforma Protestante e o Iluminismo. Cresceu em progressões geométricas desde o aparecimento do Pentecostalismo Americano no final do séc. XIX. Neste artigo quero convidar o leitor (principalmente católicos e ex-católicos) a uma profunda reflexão sobre estes fatos e sua relação com as advertências que os Apóstolos nos deixaram sobre os últimos tempos.
“Quereis vós também retirar-vos?”
Esta pergunta Jesus fez aos Doze Apóstolos, após muitos de seus discípulos decidirem abandoná-lo, conforme relata São João em seu Evangelho: "Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele" (Jo 6,66).
Por que muitos discípulos de Jesus revolveram abandoná-lo? Minutos antes o Senhor havia ensinado uma das verdades fundamentais da Fé:
"Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo" (Jo 6,47-51).
Relata o Evangelista que "A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?" (Jo 6,52). Eles ficaram escandalizados com as palavras de Cristo. Será que Jesus estava falando em parábolas? Então, o Salvador continua:
"Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,53-56) (grifos meus).
Nosso Senhor deixa bem claro que Ele é verdadeiramente o Pão da Vida. Nosso Senhor termina seus ensinamentos confirmando mais uma vez o que havia dito outras duas:
"Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum" (Jo 6,57-59).
É bem provável que se Jesus não tivesse feito tal Revelação, os discípulos que o abandonaram ainda estivessem com Ele. No entanto naquela ocasião eles não tinham um outro Cristo para seguir; ou ficavam com Jesus ou o abandonavam, e sabemos muito bem qual foi a decisão deles.
Ser Cristão não é confessar uma idéia ou filosofia que tenha como núcleo o Cristo, mas sim estar em sintonia com toda Verdade Revelada por Ele. Ou confessamos Cristo por inteiro, ou estaremos confessando uma mentira ou uma meia-verdade que é pior que a mentira. Nos informa ainda o Evangelista:
“Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: Isso vos escandaliza? Que será, quando virdes subir o Filho do Homem para onde ele estava antes?... O espírito é que vivifica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem... Pois desde o princípio Jesus sabia quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6,60-64).
Os ensinamentos de Cristo naquela ocasião escandalizaram e continuam escandalizando a muitos até hoje. Esta Verdade de Fé que não foi inventada pela Igreja (como anunciam aos quatro ventos os inimigos da Igreja), mas foi Revelada pelo próprio Cristo conforme testifica a Escritura Sagrada.
Assim como no passado, ainda hoje muitos abandonaram a Fé Católica porque não crerem na presença real de Cristo no Sagrado Sacrifício da Missa. Durante séculos se ecoou a voz dos primeiros apóstatas: “Isto é muito duro! Quem o pode admitir?”. Não admitindo esta Verdade caíram no mesmo erro de seus predecessores.
Por isso ainda hoje as palavras do Cristo se fazem necessárias: “Isso vos escandaliza? [...] As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem”.
Muitas pessoas deixaram a Igreja Católica porque deixaram de crer ou nunca creram que a carne e o sangue do Senhor são “verdadeiramente comida” e “verdadeiramente bebida” respectivamente. Desta forma, a pergunta do Senhor aos Apóstolos estende-se àqueles que ainda estão na Igreja Católica: “Quereis vós também retirar-vos?” (Jô 6,67).
A grande apostasia predita por São Paulo nos últimos tempos
Hoje em dia todo mundo conhece alguém que abandonou a Fé Católica. Existem ex-católicos que se tornaram ateus, espíritas e a maioria protestante. A Europa de outrora que fora católica hoje é atéia. O Catolicismo oriental encontra-se suprimido pelos regimes totalitários do Islã e dos países Budhistas, como a China e Japão. Na América Latina, o Catolicismo encontra-se anulado pelas doutrinas modernistas da RCC e dos teólogos de esquerda da Teologia da Libertação; situação esta que muito tem contribuído para a aliciação de fiéis católicos pelas seitas.
No Brasil, país considerado possuir o maior rebanho católico do mundo, a grande maioria dos católicos não possuem conhecimento de sua Fé, não se envolvem em iniciativas de evangelização e não buscam uma vida santa.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) desde 1970 tem registrado uma progressiva diminuição da população católica do País.
Todos esses fatos corroboram fielmente com a apostasia anunciada por São Paulo nos últimos tempos:
"No que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e nossa reunião com ele, rogamo-vos, irmãos, não vos deixeis facilmente perturbar o espírito e alarmar-vos, nem por alguma pretensa revelação nem por palavra ou carta tidas como procedentes de nós e que vos afirmassem estar iminente o dia do Senhor. Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus" (2 Ts 2,1-4).
Portanto, até que Cristo venha, a Fé que Ele instituiu será quase que totalmente erradicada da face da terra.
Advertências sobre os falsos mestres
Antes e depois da Reforma Protestante, a história da Cristandade registra o constante surgimento das seitas. Todas elas surgem como as reais descobridoras do Verdadeiro Evangelho, retomando sempre em seu tempo os mesmos erros do passado.
O mundo jamais viu surgir tantos pseudos-profetas quanto no séc. XIX, que também presenciou o surgimento do Pentecostalismo. No início de 1814 surge o Milerismo, movimento fundado por Guilherme Miller e que depois deu origem Movimento do Advento em 1844, encabeçado pelo casal Tiago e Ellen G. White, fazendo surgir os Adventistas do Sétimo Dia. Em 1844 morre J. Smith, o fundador dos Mórmons, que com suas visões e pregações conseguiu arrastar milhares de seguidores através da América do Norte. Esta época vê surgir também a Mary Baker Eddy, a "profetiza" fundadora da Ciência Cristã, sem falar no Reverendo Moon, entre outros.
Todos estes pseudo-profetas intitularam-se detentores e restauradores da verdadeira mensagem cristã. Com efeito, sobre isso nos avisaram os Apóstolos:
"O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia, proíbem o casamento, assim como o uso de alimentos que Deus criou para que sejam tomados com ação de graças pelos fiéis e pelos que conhecem a verdade. Pois tudo o que Deus criou é bom e nada há de reprovável, quando se usa com ação de graças. Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração" (1Tm 4,1-5).
"Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina" (1Pd 2,1).
"Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo" (1Jo 4,1).
Conclusão
Toda mentira se levanta contra a Verdade. Embora todo esse pseudo-profetismo fosse totalmente divergente um do outro, possuía em comum o combate contra a Igreja Católica; combate ainda sustentado pelas novas seitas como os Adventistas do Sétimo Dia, as Testemunhas de Jeová, entre outras que surgem a todo instante.
Estamos vendo para onde se encaminha o destino deste mundo, o que me faz lembrar as célebres palavras do Senhor: "Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?" (Lc 18,8).
Diante do embate contra o Príncipe deste mundo, nós católicos que persistirmos firmes na Fé e na antiga Tradição dos Apóstolos, devemos renovar nossa esperança lembrando-nos das palavras de São Paulo à Igreja de Roma:
“Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé. [...] A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. [...] O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!” (Rm 1,8; 16,19-20).
"Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna" (Jo 6,67-68).
Desde os tempos apostólicos muitos cristãos abandonaram a Igreja Católica. Este processo teve início no surgimento das primeiras heresias (como as heresias judaizante e gnóstica), foi potencializado com o surgimento do Islã, da Reforma Protestante e o Iluminismo. Cresceu em progressões geométricas desde o aparecimento do Pentecostalismo Americano no final do séc. XIX. Neste artigo quero convidar o leitor (principalmente católicos e ex-católicos) a uma profunda reflexão sobre estes fatos e sua relação com as advertências que os Apóstolos nos deixaram sobre os últimos tempos.
“Quereis vós também retirar-vos?”
Esta pergunta Jesus fez aos Doze Apóstolos, após muitos de seus discípulos decidirem abandoná-lo, conforme relata São João em seu Evangelho: "Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele" (Jo 6,66).
Por que muitos discípulos de Jesus revolveram abandoná-lo? Minutos antes o Senhor havia ensinado uma das verdades fundamentais da Fé:
"Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo" (Jo 6,47-51).
Relata o Evangelista que "A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?" (Jo 6,52). Eles ficaram escandalizados com as palavras de Cristo. Será que Jesus estava falando em parábolas? Então, o Salvador continua:
"Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,53-56) (grifos meus).
Nosso Senhor deixa bem claro que Ele é verdadeiramente o Pão da Vida. Nosso Senhor termina seus ensinamentos confirmando mais uma vez o que havia dito outras duas:
"Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum" (Jo 6,57-59).
É bem provável que se Jesus não tivesse feito tal Revelação, os discípulos que o abandonaram ainda estivessem com Ele. No entanto naquela ocasião eles não tinham um outro Cristo para seguir; ou ficavam com Jesus ou o abandonavam, e sabemos muito bem qual foi a decisão deles.
Ser Cristão não é confessar uma idéia ou filosofia que tenha como núcleo o Cristo, mas sim estar em sintonia com toda Verdade Revelada por Ele. Ou confessamos Cristo por inteiro, ou estaremos confessando uma mentira ou uma meia-verdade que é pior que a mentira. Nos informa ainda o Evangelista:
“Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: Isso vos escandaliza? Que será, quando virdes subir o Filho do Homem para onde ele estava antes?... O espírito é que vivifica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem... Pois desde o princípio Jesus sabia quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6,60-64).
Os ensinamentos de Cristo naquela ocasião escandalizaram e continuam escandalizando a muitos até hoje. Esta Verdade de Fé que não foi inventada pela Igreja (como anunciam aos quatro ventos os inimigos da Igreja), mas foi Revelada pelo próprio Cristo conforme testifica a Escritura Sagrada.
Assim como no passado, ainda hoje muitos abandonaram a Fé Católica porque não crerem na presença real de Cristo no Sagrado Sacrifício da Missa. Durante séculos se ecoou a voz dos primeiros apóstatas: “Isto é muito duro! Quem o pode admitir?”. Não admitindo esta Verdade caíram no mesmo erro de seus predecessores.
Por isso ainda hoje as palavras do Cristo se fazem necessárias: “Isso vos escandaliza? [...] As palavras que vos tenho dito são espírito e vida. Mas há alguns entre vós que não crêem”.
Muitas pessoas deixaram a Igreja Católica porque deixaram de crer ou nunca creram que a carne e o sangue do Senhor são “verdadeiramente comida” e “verdadeiramente bebida” respectivamente. Desta forma, a pergunta do Senhor aos Apóstolos estende-se àqueles que ainda estão na Igreja Católica: “Quereis vós também retirar-vos?” (Jô 6,67).
A grande apostasia predita por São Paulo nos últimos tempos
Hoje em dia todo mundo conhece alguém que abandonou a Fé Católica. Existem ex-católicos que se tornaram ateus, espíritas e a maioria protestante. A Europa de outrora que fora católica hoje é atéia. O Catolicismo oriental encontra-se suprimido pelos regimes totalitários do Islã e dos países Budhistas, como a China e Japão. Na América Latina, o Catolicismo encontra-se anulado pelas doutrinas modernistas da RCC e dos teólogos de esquerda da Teologia da Libertação; situação esta que muito tem contribuído para a aliciação de fiéis católicos pelas seitas.
No Brasil, país considerado possuir o maior rebanho católico do mundo, a grande maioria dos católicos não possuem conhecimento de sua Fé, não se envolvem em iniciativas de evangelização e não buscam uma vida santa.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) desde 1970 tem registrado uma progressiva diminuição da população católica do País.
Todos esses fatos corroboram fielmente com a apostasia anunciada por São Paulo nos últimos tempos:
"No que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e nossa reunião com ele, rogamo-vos, irmãos, não vos deixeis facilmente perturbar o espírito e alarmar-vos, nem por alguma pretensa revelação nem por palavra ou carta tidas como procedentes de nós e que vos afirmassem estar iminente o dia do Senhor. Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus" (2 Ts 2,1-4).
Portanto, até que Cristo venha, a Fé que Ele instituiu será quase que totalmente erradicada da face da terra.
FONTE: www.veritatis.com.br
RESPONDENDO AOS PROTESTANTES SOBRE A IDOLATRIA
O cavalo de batalha dos Protestantes é acusar os católicos de adorar imagens. Muitas vezes conseguem confundir os mais simples dizendo que Deus proibiu fazer imagens, etc.
Vamos demonstrar aqui que Deus não proibiu fazer imagens, mas aliás mandou fazer.
Esclarecimento:
Imagem: é a representação de um ser em seu aspecto físico. Assim imagem é uma fotografia, uma estátua, um quadro, etc.
Ídolo: é um falso deus, inventado pela fantasia humana (sol, lua, animais, etc.).
Adorar: é o ato de considerar Deus como o único criador e senhor do mundo.
Idolatria: é o ato de adorar o falso deus, ou seja, é considerar o falso deus como criador e senhor do universo.
Venerar: é imitar, honrar, louvar, homenagear, saudar, etc.
Infelizmente até o significado das palavras eles dizem que está errado, se quiser conferir é só olhar no dicionário.
Deus proíbe a fabricação de ídolos, não de imagens. Lendo na Bíblia (Ex 20,1-5), percebemos que Deus proíbe severamente a fabricação de ídolos (falsos deuses) para serem colocados no lugar do Deus verdadeiro (criador do universo).
Quando as imagens não são para serem colocadas no lugar de Deus, isto é, quando as imagens não são para serem adoradas, então o mesmo Deus as manda fazer, e muitas. Exemplo das imagens que mandou fazer. Ler (Êxodo 25,18-20) (26,1-2; 37,7-9) (1 Reis 6,23-29) (1 Reis 6,32; 7,36; 8,7) (2 Crônicas3,10-14; 5,8) (Ezequiel 41,17-21) (Números 21,8-9) (1 Crônicas 28,18-19) (Números 7,89) (1 Samuel 4,4) (2 Samuel 6,2) (Hebreus 9,5)
O templo de Deus, construído ricamente pelo rei Salomão, estava cheio de imagens de escultura e Deus se manifestou nesse templo e o encheu de sua glória: (Ezequiel 41,17-20 - 43,4-6). Nesse templo havia até imagens gigantes: (1 Reis 6,23-35) (2 Crônicas 3,10-14) tinha ?a serpente de bronze, querubins de ouro, grinaldas de flores, frutos, árvores, leões?, etc. (Números. 21,9) (Êxodo 25,13) (Ezequiel 1,5; 10,20) (1 Reis 6,18,23; 7,36) (Números 8,4).
É bom lembrar que os primeiros Cristãos usavam imagens nos lugares de culto, nos cemitérios e nas catacumbas. Perseguidos, para auxiliar sua fé tão posta à prova, pintavam e esculpiam naqueles subterrâneos figuras representando Cristo e Sua Mãe Santíssima. O que mostra de passagem que o culto também à Mãe de Cristo é tão antigo quanto o próprio Cristianismo.
Ademais o fato de que Deus apareceu sob forma visível no mistério da encarnação parece um convite a reproduzir a face humana do Senhor e dos seus amigos. As primeiras imagens eram inspiradas pelo texto bíblico (cordeiro,bom pastor, peixe,Daniel, Moisés); mas podiam também representar o Senhor, a virgem Maria, os Santos Apóstolos e Mártires. Desde os inícios da arquitetura sacra as Igrejas foram enriquecidas com imagens tanto a título de instrução dos iletrados.
Então para que servem as imagens?
Elas contribuem para dar aos lugares de culto um aspecto sagrado, e convidam ao recolhimento e à oração (Êxodo 25,22) (1 Reis 6,23-28). Por isso, os querubins da Arca da Aliança não eram simples adornos. Lembravam ainda a mediação secundária dos Anjos (Hebreus 1,14), e integravam os objetos do culto.
Além desses casos, a Bíblia está cheia de ?imagens? e ?quadros? que o Artista Divino ?pintou? com letras Divinas. Esses quadros inspiraram os artistas humanos e escultores em seus lindos painéis esculturas ou imagens.
Nós Católicos, adoramos as imagens?
Não, quem o afirma ou não entende nada de Catolicismo, ou está mentindo e agindo contra a Bíblia. Que é então, que a Bíblia condena como Deuses mudos (Salmos 113,13) e imagens e esculturas de coisas do céu, da terra e das águas? (Êxodo 20,3-5). São os ídolos que os pagãos faziam para representar os seus falsos deuses (Romanos 1,23). De fato os gentios antigos adoravam como ?deuses? do céu a certos astros (Júpiter, Vênus, etc). E da terra a certas aves e quadrúpedes, e das águas a certos anfíbios (Êxodo 32,1-6), (Romanos 1,23).
Os Protestantes precisam entender que nossas imagens não são ídolos, mas recordações dos nossos irmãos na fé. Ídolo é tudo aquilo que toma o lugar de Deus. Assim, os maiores ídolos de hoje são: o poder, o prazer, as riquezas... Quando causam injustiça, exploração, corrupção, morte, etc.
É bom que fique bem claro que nós católicos, não adoramos a nenhuma imagem, nenhum objeto e nenhuma pessoa humana, pois a Igreja nunca ensinou nem mandou adorar a quem quer que seja; mas sempre ensinou em sua doutrina que devemos adorar unicamente Deus, que é o Pai, o Filho e Espírito Santo.
Fonte: As Diferenças entre Igreja Católica e Igrejas Evangélicas"
OS 33 ERROS MULTIFACÉTICOS DO PROTESTANTISMO - PARTE 2
O erro de buscar tirar as duvidas na própria fonte do erro
Ao debater os ensinamentos da Igreja Catolica, os protestantes invariavelmente se casam com o que escutaram dizer de outros protestantes, fracassando assim, ao mesmo tempo, em ir à fonte dos ensinamentos católicos (na própria Igreja Católica) com o fim de encontrar a verdade sobre o que ela realmente ensina.
Se fosse comprar um Ford, buscaria assessoria sobre o Ford junto a um vendendor da Chevrolet? O que me diria? Não, uma pessoa inteligente iria à fonte, à concessionária Ford.
Então, por que os protestantes não procuram a Igreja Católica para encontrar a verdade sobre os ensinamentos catolicos?
Ignorar a Igreja Católica é ignorar a Cristo, pois a Igreja Catolica é Seu corpo.
* * *
13. O erro de buscar uma igreja por conveniência
Em meu jornal apareceu um artigo sobre uma mulher que tem buscado durante muito tempo uma igreja que "encaixe" com suas crenças.
- Ah, perdão!!!! Suas Crenças???
Não estaria equivocada? Devemos buscar a Igreja que tem a verdade objetiva, não uma que se conforme com a nossa verdade individual e subjetiva. Devemos nos acomodar à vontade de Deus e não às nossas opiniões pessoais e crenças.
Essa mulher caiu na mentalidade de que "se me sinto bem, então está bem pra mim".
Os protestantes elegem suas igrejas por todas as razões equivocadas e quero expor algumas delas:
1. Esta tem um melhor cuidado infantil enquanto eu estou no culto. Sim, mas Jesus pediu que deixassem as crianças ir a Ele (Mateus 19,13-15). Como podem fazê-lo se não as levamos aos cultos?
2. Eu gosto mais da musica nesta outra igreja. Sim, mas não se pode cantar no teu caminho para o céu.
3. A minha tem uma melhor classe de evangelização. Sim, mas somente se ensinar a verdade.
4. Eu gosto do pastor da minha igreja. Sim, mas existem muitos pastores agradáveis em todo lugar.
5. Desfruto de muitas amizades. Sim, mais Deus vem antes das amizades.
6. Suas doutrinas são mais cômodas, pois se casam com as minhas crenças. Preciso dizer algo mais?
7. As coisas incômodas, como a existencia do inferno e outros temas, não são mencionados. Algumas vezes a verdade dói, mas a verdade não pode ser coibida (Romanos 1,18).
8. Não é autoritaria e é rigidamente estruturada. Sim, mas a ausência da autoridade respira caos, como já vimos no Protestantismo.
9. Acreditem ou não, eu já escutei: "Eu gosto da minha igreja porque é mais fácil de se estacionar". O que você acha desta afirmação?
10. Também há o erro da heresia do indiferentismo, a falsa crença de que todas as religiões são igualmente válidas. Portanto, não importa em qual frequente: escolherei a mais próxima...
A unica razão válida para eleger uma igreja, é encontrar a verdadeira e única Igreja, a que nosso Senhor Deus, Jesus Cristo, fundou. Não devemos trabalhar em vão nessas igrejas que não foram fundadas por Deus, mas por criaturas meramente humanas, como adverte claramente o Salmo 127,1.
* * *
14. O erro de ingressar em uma igreja baseando-se em sentimentos
- Sentimentos: opiniões baseadas mais em emoções do que na razão.
Deus deseja exatamente o oposto: a verdade baseada na razão em lugar da emoção.
Através da "razão" podemos encontrar a verdade. Através da "emoção" podemos cair no erro.
Quantas vezes não escutamos alguém dizer que "não sente nada" na outra igreja que freqüenta, mas que tem um "nivel emocional muito alto"?
Por que esta deveria ser a correta ? Onde na Sagrada Escritura diz que a Igreja fundada por Jesus Cristo está baseada em sentimentos e emoções [pessoais]? Sua verdade está baseada na verdade e na fé ou em hiper-emoções?
Muitas seitas deliberadamente esboçam seus cultos para obter isto: despertar os sentimentos, para poder ganhar terreno emocional. Até porque sentem que devem fazer algo diferente para poderem se sobressair do amontado de milhares de seitas e ganhar, assim, uma maior audiência. Pois é, e uma maior audiência significa um maior aporte monetário em seus caixas.
O atual estado mental de muitas pessoas, independetemente da verdade é:
"Naquele tempo não havia rei em Israel, e cada um fazia o que lhe parecia melhor" (Juízes 21,25).
Assim não é Deus, pois a Deus não lhe interessa as opiniões dos homens (Marcos 12,14).
* * *
15. O erro do menosprezo e degradação da Mãe de Deus
Até o tempo da "Deforma Protestante" (deforma com "D" mesmo), a santíssima Virgem Maria era honrada pelos cristãos desde o primeiro século. Incluindo os reformadores originais, que a amaram e a honraram: Lutero, Calvino, Zwínglio e outros. Mas o que se passou com o Protestantismo então?
Os protestantes de hoje não deixam ensinar o que seus fundadores de muitas formas ensinaram com relação à Mãe de Jesus Cristo. Agora a caluniam e degradam afirmando que:
1. Ela não pode ser perpetuamente virgem, visto que teve outros filhos.
2. Ela não pode ter sido imaculadamente concebida.
3. Ela não pode ter sido assumpta ao céu de corpo e alma.
4. Ela não pode ter sido Mãe de Deus.
5. Ela é uma pecadora igual a todos nós, porque a Biblia diz que todos pecaram.
Infelizmente, os protestantes consistentemente tratam de rebaixar Deus ao nosso nível humano, na débil intenção de explicar estas acusações com termos meramente humanos, como mencionamos anteriormente.
Fracassam em contemplar que as leis que os ligaria a Deus NÃO os ligam a Ele.
Tenho uma resposta circunscrita para os protestantes, para cada uma destas falsas acusações anteriormente mencionadas contra a Mãe de Deus.
Dizem que Deus, que do nada criou tudo e sustenta por virtude de Sua Vontade, não pode fazer tais coisas?
Quando todos nós nos encontrarmos diante de nosso Criador após a morte, prefiro que me diga:
- "Bem vindo, pois minha Mãe tem me falado de ti frequentemente"
Em lugar do que possa falar aqueles que a caluniaram e degradaram:
- "Porque disseste isso da Minha Mãe?"
O que diria um bom filho e uma boa filha àqueles que se atreveram a degradar sua mãe?
Jesus honra Sua Mãe. Até porque foi Ele mesmo que escreveu os Dez Mandamentos, incluindo este:
"Honrarás teu pai e tua mãe".
Você acredita que Ele não obedeceu seus próprios mandamentos? Ou honrou a sua própria Mãe, deixando-nos um exemplo a seguir? Por acaso não obedeceu as ordens maternas por pelo menos por 30 anos (Lucas 2,51)?
Me diga o nome de outra mulher com a habilidade de dizer ao Criador do Universo o que Ele deveria fazer e que Ele a obedecesse... Por que, então, os protestantes, que dizem seguir as Escrituras ao pé da letra, falam tão miseravelmente quando o assunto é honrar a Santissima Virgem Maria?
Podem fazer menos do que o Filho, Jesus Cristo, por sua Mãe?
Não estão sujeitos a seguir Seus passos da mesma maneira que fazem os Católicos (Mateus 16,24)?
O que acham que ganharão degradando e caluniando a Mãe de Jesus Cristo?
* * *
16. O erro de caluniar os católicos e a Igreja Católica
Na Reforma Protestante do século XVI, os transgressores perderam toda a autoridade dada por Deus à Sua única Igreja, como ja foi explicado. Visto que ao rejeitá-la não tinham autoridade de nenhuma forma, não puderam tampouco recorrer à Tradição Apostólica, como mostra 2Tessalonicenses 2,15, e igualmente a recusaram. Portanto, aí estiveram, desprovidos de toda a autoridade e 1.500 anos de Tradição, desolados e sem forma alguma de conseguir delinear sua herança ascendente até Jesus Cristo.
O que podiam fazer para se justificar, visto que haviam se separado da Igreja Católica? Passaram a caluniá-la e infernizá-la e, igualmente, aos fiéis católicos. Se fosse possível demonstrar (o que não é) que a Igreja Catolica era de Satanás, possivelmente haveriam encontrado uma justificação válida para as suas ações.
Falaram miseravelmente porque tiveram que "inventar" acusações que simplesmente não eram verdadeiras.
Nunca entenderam que poderiam "provar" uma verdade, mas somente os crédulos e mal informados aceitariam a mentira. Em seguida, tambem criaram algumas "invenções" anticatolicas, as mesmas que têm fracassado...
1. O Papa e o Papado é a "Babilônia" do Apocalipse 17,18:
Esta mentira foi primeiramente promovida por Martinho Lutero, em sua linguagem acusatória contra a Igreja Católica.
É uma fabricação total, como mostrei pela Sagrada Escritura em um artigo anterior sobre Lutero. A Sagrada Escritura nos diz que a "Grande Babilonia" é uma "Grande Cidade" e não é Roma, mas Jerusalém.
2- O Papa é a "Besta do Apocalipse" e a "Prostituta" é a Igreja Catolica:
Os inventores desta nota diabólica foram negligentes em não dar atenção à passagem da Sagrada Escritura. Veja Apocalipse 17,15-16:
"O anjo me disse: As águas que viste, à beira das quais a Prostituta se assenta, são povos e multidões, nações e línguas. Os dez chifres que viste,' assim como a Fera, odiarão a Prostituta. Hão de despojá-la e desnudá-la. Hão de comer-lhe as carnes e a queimarão ao fogo'".
Visto que a Prostituta era Jerusalem, como mostrei no artigo sobre Lutero, então a "Besta" que odeia Jerusalém e a destroi com fogo somente pode ser o tirano Império Romano, que odiou os judeus e a Jerusalém, destruindo-a, de fato, pelo fogo no ano 70 d.C.
Pois bem. Se a besta fosse o Papa, por que ele odiaria a prostituta, sua propria instituição? Por que ele destruiria a si mesmo? Satanás destrói a Satanás? Em Lucas 11,18, Jesus diz:
"Se, pois, Satanás está dividido contra si mesmo, como subsistirá o seu reino? Pois dizeis que expulso os demônios por Beelzebul".
3. A Igreja Catolica foi fundada pelo imperador romano Constantino no século IV.
Falso. Constantino não fundou igreja alguma; simplesmente permitiu que o Cristianismo existisse sem a perseguição do Império Romano, como o disse claramente em seu "Edito de Milão".
Nenhum Protestante pode produzir um só documento histórico autêntico que "prove" esta falsa acusação.
4- A Igreja Católica é um extensão do Paganismo.
Outra mentira, visto que cada igreja protestante tem algum ser humano por fundador e nenhuma pode dispor de um nome para a Igreja Católica, a menos que aceitem admitir a verdade: que foi o próprio Jesus Cristo quem a fundou.
Qual a melhor forma de se obedecer ao mandato de Jesus Cristo, de converter o mundo inteiro (Mateus 28,19-20 e Atos 1,8), a não ser situando a Igreja em Roma, o próprio centro do paganismo? Não é justamente o que ocorreu depois de algumas centenas de anos? O endemoniado Império Romano sucumbiu e a Roma pagã se converteu ao Cristianismo. Este é um fato histórico inegável.
5- Os Católicos vão para o inferno.
Veremos! Para começar, aqui exponho vários versículos ignorados pelos mesmos que fazem semelhante acusação:
- Mateus 7,1: "Não julgueis para que não sejas julgados".
- Lucas 6,37: "Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados".
- Romanos 14,13: "Deixemos, pois, de nos julgar uns aos outros; antes, cuidai em não pôr um tropeço diante do vosso irmão ou dar-lhe ocasião de queda".
- Tiago 4,11: "Meus irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de seu irmão, ou o julga, fala mal da lei e julga a lei. E se julgas a lei, já não és observador da lei, mas seu juiz".
Como é que aqueles que promovem mentiras e calunias contra a Igreja Católica nunca têm nenhum documento histórico fidedigno para "provar" suas falsas acusações? Durante os anos que tenho pedido, não recebi nenhum.
Por que os católicos, podem dispor de documentos históricos, que os protestantes recusam-se a ler, e os protestantes não podem mostrar quando solicitados? A razão de sua falta de "evidência" certamente é que a mentira não pode ser "provada".
Eu sugiro abrir a sua Bíblia e ler Apocalipse 21,27.
Aqueles que perserguem a Igreja Católica, perseguem mesmo a Jesus, visto que a Igreja é seu corpo (Efésios 1,22-23), independentemente do que os protestantes aceitem crer ou não.
Em Atos 7,54 e 8,1-3, Saulo havia perseguido a Igreja fundada por Jesus Cristo (Atos 8,3); e em Atos 9,4, Jesus Cristo diz:
"Saulo, Saulo: por que me persegues?"
Poderia ser dito: "Por que persegues a minha Igreja?"
"Mas estes, quais brutos destinados pela lei natural para a presa e para a perdição, injuriam o que ignoram, e assim da mesma forma perecerão. Este será o salário de sua iniqüidade" (2Pedro 2,12).
Outro versiculo muito ignorado pelos protestantes que caluniam o Catolicismo:
"Nada temas, porque estou contigo; não lances olhares desesperados, pois eu sou teu Deus; eu te fortaleço e venho em teu socorro, eu te amparo com minha destra vitoriosa (já são 2000 anos!). Vão ficar envergonhados e confusos todos aqueles que se revoltaram contra ti (o protestantismo dividido em 35.500 peças!); serão aniquilados (Salmo 127 novamente!) e destruídos aqueles que te contradizem (os hereges, caluniadores e mentirosos do passado, presente e futuro)." (Isaías 41,10-11).
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17. O erro protestante de sensacionalizar os "aparentes" contratempos católicos
Quando digo "aparente", quero dizer exatamente isso.
Praticamente cada notícia que aparece para mostrar negativamente a Igreja Católica é apresentada exageradamente fora de proporção com o "nós dissemos" protestante. Alguns casos a mencionar:
1. O descobrimento de um aparente ossuário com a inscrição que diz: "Tiago, filho de José, irmão de Jesus".
Os protestantes se regozijaram nas ruas gritando: "Não dissemos? Maria teve filhos!!". Se eles somente lessem a Bíblia, como dizem fazê-lo, se dariam conta que não há nada novo aqui referente ao irmão de Jesus.
"Dos outros Apóstolos não vi mais nenhum, a não ser Tiago, irmão do Senhor" (Gálatas 1,19).
Este versiculo tem estado por mais de 1900 anos na Sagrada Escritura. Então, por que tanto escândalo pelo ossuário, se não é apenas para realizar mais um outro ataque com falsas acusações contra a Igreja Católica?
Notou que o "Tiago" mencionado neste versículo é também Apóstolo? Houve dois Apóstolos chamados Tiago e a Sagrada Escritura nos apresenta o nome dos pais de ambos e nenhuma de suas mães foi a Santissima Virgem Maria. Portanto, há algo em desacordo com esta inscrição e é o fato de o Tiago mencionado no ossuário ter tido um pai chamado José. Que lástima, a Sagrada Escritura nos dizer que nenhum dos pais dos Apóstolos Tiago se chamou José e sim, Zebedeu e Cléofas!
Algum protestante tentou indagar os fatos antes de continuar com suas falsas acusações contra a Igreja Católica, regozijando-se depois de suas mentiras que acabamos de desmentir?
Por que não usam primeiramente o que acabo de fazer, sua inventada "Sola Scriptura" para descobrir sua falta de fundamentos nas acusações contra a Igreja Catolica, de que Maria teve outros filhos?
Este é um exemplo primordial mostrando como a falsa doutrina da "Sola Scriptura" pode ser uma ferramenta vantajosa utilizada pelos católicos também, com desvantagem para os protestantes, provando somente pela Escritura o fato da inscrição do ossuário não ter nada a ver com Jesus Cristo, os dois Apóstolos de nome Tiago, a Santissima Virgem Maria ou São José.
Pois bem. Por que os protestantes, que baseam sua fé somente na biblia, não o encontraram primeiro? Será que é porque não quiseram encontrar a verdade, preferindo assim crêr na mentira?
2. Os escândalos sexuais no meio católico.
Ao se escutar um protestante falar, se pode pensar que cada sacerdote católico é um pedófilo. Se somente verificassem os fatos, descobririam que o número ascende aproximadamente a 1,8 % de sacerdotes católicos acusados de abuso sexual e dessa porcentagem, menos da metade é acusado de pedofilia (cerca de 0,3 %). Vale lembrar que ser acusado não é ser culpado. Pareceria de qualquer forma que bastaria um sacerdote ser acusado para que automaticamente o julgassem culpado enquanto não provassem sua inocência. Tem-se provado que muitos sacerdotes têm sido falsamente acusados por pessoas sem escrúpulos, buscando simplesmente uma alta soma de dinheiro e suas falsas denúncias têm sido descartadas. Não somente isso, também muitas das acusações ocorreram há 30 anos ou mais e muitos dos sacerdotes indiciados já até faleceram.
"Jesus disse também a seus discípulos: É impossível que não haja escândalos, MAS AI DAQUELES POR QUEM ELES VÊM!" (Lucas 17,1)
Por acaso Jesus não disse: "Quem de vocês estiver livre de pecado, que atire a primeira pedra..."?
Pois bem. Se os protestantes dessem uma olhada em seus próprios jardins, descobririam que a porcentagem de seus ministros acusados pelos mesmos abusos sexuais é muito mais alto do que entre os sacerdotes católicos. De qualquer forma, não se escutam muitos desses casos, visto que os meios de comunicação sempre têm prioritariamente enfatizado humilhar a Igreja Católica em tudo o que podem.
Recordemos os tremendos escândalos perpetrados por Jimmy Swaggart, James Baker, Jim Jones e Jesse Jackson, somente para nomear algumas figuras protestantes involucradas.
Já percebeu que quando se aponta o dedo para alguém, automaticamente se apontam três dedos para nós mesmos? Faça o teste e verá.
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18. O erro protestante de ridicularizar o que não entendem
Poderia parecer que a curiosidade humana normal nos levaria a investigar a verdade. Inclusive quando nós recusamos a indagá-la por nossa própria vontade (como a própria Sagrada Escritura nos manda em Romanos 1,18 e Romanos 2,8).
Algumas seitas protestantes, não obstante constantemente blasfemem os ensinamentos catolicos, não fazem o mínimo esforço para descobrir se suas ridiculas acusações estão realmente baseadas na verdade ou não.
Ao observar suas ações a partir um ponto de vista católico, parecem demonstrar um ódio pela Igreja Católica maior que o amor que poderiam ter a Deus. Quem ama a Deus, o busca, visto que Ele é a verdade personificada.
- "Mas estes, quais brutos destinados pela lei natural para a presa e para a perdição, injuriam o que ignoram, e assim da mesma forma perecerão. Este será o salário de sua iniqüidade" (2Pedro 2,12).
- "Estes, porém, falam mal do que ignoram. Encontram eles a sua perdição naquilo que não conhecem, senão de um modo natural, à maneira dos animais destituídos de razão" (Judas 1,10).
Somente neste artigo foi apresentado quatro versiculos não reconhecidos pelos protestantes.
Como complemento segue: O ERRO DE NÃO ACEITAR A VERDADE QUANDO É APRESENTADA
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19. O erro protestante de não aceitar a verdade quando lhe é apresentada
As enganosas acusações feitas pelos protestantes contra a Igreja Católica são facilmente comprovadas como erradas por muitos diferentes meios, mesmo que a mentalidade protestante descarte automaticamente qualquer comprovação sem esquadrinhar por eles mesmos.
A Sagrada Escritura tem muitos versículos condenando aqueles que resistem a aceitar a verdade. É uma tripla autocondenação: primeiro, por dizer uma mentira; segundo, por ignorar estes versiculos; e, finalmente, por não ler e estudar a evidência de seus erros quando apresentados.
1. As acusações de que Pedro não foi o primeiro Papa e que nunca esteve em Roma, são totalmente infundadas, visto a quantidade de registros históricos autênticos verificados desde o primeiro século.
Assim, os adeptos da "Sola Scriptura" recusam toda a Historia escrita antes da rebelião protestante, como se a História tivesse parado por 1.500 anos, a menos que possam distorcê-la para apoiar suas equivocadas crenças doutrinárias.
- "A manifestação do ímpio será acompanhada, graças ao poder de Satanás, de toda a sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar.Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro.Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal" (2Tessalonicenses 2,9-12).
- "Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas" (2Timóteo 4,3-4).
- "Mas, se tendes no coração um ciúme amargo e gosto pelas contendas, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade" (Tiago 3,14).
- "Quem de vós me acusará de pecado? Se vos falo a verdade, por que me não credes? Quem é de Deus ouve as palavras de Deus, e se vós não as ouvis é porque não sois de Deus" (João 8,46-47).
- "Se não vos receberem e não ouvirem vossas palavras, quando sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi até mesmo o pó de vossos pés. Em verdade vos digo: no dia do juízo haverá mais indulgência com Sodoma e Gomorra que com aquela cidade" (Mateus 10,14-15).
Me vejo forçado a concluir que os protestantes não estão interessados em encontrar a verdade; somente estão interessados em seus próprios interesses.
As mentes fechadas estão fechadas para a verdade. Estar fechado à verdade é estar fechado a Ele, que é a Verdade e a Sua Palavra.
Esta observação nos leva ao tema: O ERRO PROTESTANTE DE TER UMA MENTALIDADE FECHADA.
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20. O erro protestante de ter uma mentalidade fechada
O mais difícil de se abrir no mundo é uma mentalidade fechada. As pessoas com este tipo de mentalidade têm suas cabeças enterradas na areia, aparentemente crendo que desfrutam da verdade escondida em sua segurança e protegidas das influências exteriores. Se sentem cômodas onde estão e não querem mudar porque isto requer esforço.
Também estão temerosas de ter que admitir que estão no erro se isto lhes for demonstrado. Isso as situaria em uma batalha com a soberba, raiz de todo o pecado. São vítimas do que é comumente chamado "certeza subjetiva".
Estão, "sempre a aprender, sem nunca chegar ao conhecimento da verdade" (2Timóteo 3,7).
Certeza objetiva significa que a mente se conforma com a verdade objetiva. A pessoa com certeza objetiva está completamente convencida da verdade porque é a verdade.
A pessoa com a certeza subjetiva está motivada por seus sentimentos, sejam estes baseados na verdade ou não. Aqueles que estão encerrados em sua certeza subjetiva, estão somente enganando-se, pensando que estão corretos simplesmente porque são sinceros no que acreditam. De qualquer forma, a sinceridade é uma espada de dois gumes e pode induzir ao erro, porque uma pessoa também pode estar sinceramente equivocada.
- "Portanto, quem pensa estar de pé veja que não caia" (1Coríntios 10,12).
As pessoas com mentalidade aberta, pelo menos escutarão outros pontos de vista e, por meio de investigações, estudo e oração, poderão tomar decisões cautelosas sobre qual ponto de vista tem a verdade objetiva, a qual o guiará à certeza objetiva.
- "Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos" (Filipenses 4,8).
O que diz a Sagrada Escritura sobre a mente fechada?
- "Assim se cumpre para eles o que foi dito pelo profeta Isaías: Ouvireis com vossos ouvidos e não entendereis, olhareis com vossos olhos e não vereis, porque o coração deste povo se endureceu: taparam os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os sare (Is 6,9s). Mas, quanto a vós, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem! Ditosos os vossos ouvidos, porque ouvem! Eu vos declaro, em verdade: muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não o viram, ouvir o que ouvis e não ouviram" (Mateus 13,14-17).
- "A ira de Deus se manifesta do alto do céu contra toda a impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a verdade" (Romanos 1,18).
- "Mas ira e indignação aos contumazes, rebeldes à verdade e seguidores do mal" (Romanos 2,8).
Pois bem, aqui está. Como aqueles com que têm uma certeza subjetiva, resultante de uma mente fechada, poderão algum dia encontrar a verdade?
A resposta é que não encontrarão, a menos que abram as suas mentes.
A Escritura, como foi mostrado, nos manda abrir nossas mentes para explorar todas as avenidas apresentadas em nossa busca pela verdade.
Os protestantes dizem seguir SOMENTE a Escritura.
Percebe-se que tendem a fazê-lo SOMENTE quando vai de encontro com as suas opiniões pessoais, cada qual com a sua própria "certidão subjetiva" individual.
De todas as formas, a Sagrada Escritura especifica claramente que devemos buscar a verdade e não podemos fazer nada disso enquando estamos ancorados em uma mentalidade fechada.
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21. O erro protestante da arrogância
Arrogância:
1. É ter um orgulho dominante, altivez, soberba, desprezo pelos outros.
2. É ter uma atitude superior, fazendo as pessoas se sentirem inferiores.
3. É mostrar uma atitude rebelde e desobediente diante da autoridade.
Este comportamento é comumente exibido por muitas (mas não todas) seitas protestantes.
O oposto da arrogância é a humildade. O oposto da desobediência é a obediência. Por favor, alguém poderia me mostrar o versículo em que Jesus nos ensina a ser arrogantes e não humildes? Por favor, mostre-me onde ensina a desobediência em lugar da obediência...
Ele foi obediente e humilde através dos Evangelhos. Então não devemos imitá-lo?
Ele foi obediente e mostrou humildade à sua Mãe Maria e a São José, depois de ter sido encontrado no Templo (Lucas 2,51); e à sua mãe em Caná (João 2,3-10). Somente imaginemos: aqui está o Criador do Universo, em humilde obediência a uma criatura que Ele mesmo havia criado. Obedeceu a Pilatos, a Herodes, ao regime romano (Marcos 12,17), inclusive a Sua morte na cruz.
- "O maior dentre vós será vosso servo. Aquele que se exaltar será humilhado e aquele que se humilhar será exaltado" (Mateus 23,11-12).
- "Semelhantemente, vós outros que sois mais jovens, sede submissos aos anciãos. Todos vós, em vosso mútuo tratamento, revesti-vos de humildade; porque Deus resiste aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes (Pr 3,34). Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele vos exalte no tempo oportuno" (1Pedro 5,5-6).
Mais dois versículos ignorados pelos protestantes.
Para aqueles protestantes que se auto-enaltecem devido a uma arrogância imitigada, como podem justificar suas ações frente ao que Jesus Cristo estabeleceu como exemplo para seguirmos?
Onde está a humildade no protestante ao invés da arrogância?
Onde está a obediência ao invés da desobediência? Martinho Lutero foi obediente? Foi humilde?
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22. O erro protestante de usar lentes com bloqueadores
Para chegar à verdade, devemos olhar através dos prismas dos olhos de Jesus Cristo, que é a Verdade (João 14,6).
Os protestantes consistentemente vêem as coisas através de lentes com bloqueadores em ambas as superfícies, predispostos e totalmente alheios ao apresentado fora do pequeno campo de sua visibilidade, lendo somente material e livros protestantes.
Quando lhes é pedido para comprovar o que dizem, com documentos legitimos e históricos, invariavelmente citam frases de algum outro protestante, pois não têm onde recorrer.
Tais citações novelescas não oferecem "provas" contundentes, visto que nem sequer vêm de documentos históricos fidedignos, mas de meras opiniões de seus autores.
Uma pessoa pensante e inteligente, que utiliza o dom do sentido comum explorará todas as alternativas disponíveis para chegar à verdade, independentemente de quem tenha sido o autor. Como um exemplo fundamental, menciono o fato de se recusarem a ler a multidão de escritos resultantes de tantos cristãos que viveram antes da Revolta Protestante.
"As Confissões" de Santo Agostinho (354-430 d.C.) é o segundo livro mais lido de todos os tempos depois da Sagrada Escritura e é muito aplicado em nossas vidas; assim, os protestantes ignoram este tesouro recheado de lições referentes à nossa relação com Deus.
Existem milhares de livros, produtos de brilhantes autores de cada século, consistente e intencionalmente ignorados pelos protestantes devido ao fato de lerem somente os escritos posteriores ao século XVI.
Assim, pois, desconhecem a enorme fonte de uma tremenda coleção de fascinantes e genuinos escritos históricos dos primeiros quinze séculos do Cristianismo. Este material é facil e gratuitamente encontrado na Internet, além de livrarias e bibliotecas.
Percebo, assim, que estes estão temerosos de ler os primeiros escritos Cristãos, inclusive escritos seculares, como livros de historia não tendenciosos, inclusive enciclopédias, por medo do que irão encontrar ali.
Se uma pessoa quiser saber quem fundou qual igreja, consultando uma enciclopedia secular, pode encontrar a resposta.
Fonte: Site Exsurge Domini.
Advertências sobre os falsos mestres
Antes e depois da Reforma Protestante, a história da Cristandade registra o constante surgimento das seitas. Todas elas surgem como as reais descobridoras do Verdadeiro Evangelho, retomando sempre em seu tempo os mesmos erros do passado.
O mundo jamais viu surgir tantos pseudos-profetas quanto no séc. XIX, que também presenciou o surgimento do Pentecostalismo. No início de 1814 surge o Milerismo, movimento fundado por Guilherme Miller e que depois deu origem Movimento do Advento em 1844, encabeçado pelo casal Tiago e Ellen G. White, fazendo surgir os Adventistas do Sétimo Dia. Em 1844 morre J. Smith, o fundador dos Mórmons, que com suas visões e pregações conseguiu arrastar milhares de seguidores através da América do Norte. Esta época vê surgir também a Mary Baker Eddy, a "profetiza" fundadora da Ciência Cristã, sem falar no Reverendo Moon, entre outros.
Todos estes pseudo-profetas intitularam-se detentores e restauradores da verdadeira mensagem cristã. Com efeito, sobre isso nos avisaram os Apóstolos:
"O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia, proíbem o casamento, assim como o uso de alimentos que Deus criou para que sejam tomados com ação de graças pelos fiéis e pelos que conhecem a verdade. Pois tudo o que Deus criou é bom e nada há de reprovável, quando se usa com ação de graças. Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração" (1Tm 4,1-5).
"Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina" (1Pd 2,1).
"Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo" (1Jo 4,1).
FIM
Toda mentira se levanta contra a Verdade. Embora todo esse pseudo-profetismo fosse totalmente divergente um do outro, possuía em comum o combate contra a Igreja Católica; combate ainda sustentado pelas novas seitas como os Adventistas do Sétimo Dia, as Testemunhas de Jeová, entre outras que surgem a todo instante.
Estamos vendo para onde se encaminha o destino deste mundo, o que me faz lembrar as célebres palavras do Senhor: "Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?" (Lc 18,8).
Diante do embate contra o Príncipe deste mundo, nós católicos que persistirmos firmes na Fé e na antiga Tradição dos Apóstolos, devemos renovar nossa esperança lembrando-nos das palavras de São Paulo à Igreja de Roma:
“Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé. [...] A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. [...] O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosvso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!” (Rm 1,8; 16,19-20).
MINHAS PALAVRAS
Enfim deixo aqui um pequeno trabalho que expressa toda verdade por trás das mentiras desenfreadas que tenta destruir a verdade, infelizmente muitos católico não se preocupam em buscar conhecer verdadeiramente a sua Igreja e não ir por caminhos que protestam contra a obra prima de Cristo, nós deveríamos buscar o conhecimento do magistério católico, pois a palavra de Deus e a tradição apostólica sempre irá ser infalível custe o que custar.
Dar as costas a Igreja é nega a Cristo, acreditando em seitas sectárias que nada servem a não ser colocar terror na mente das pessoas simples de coração, somos tratado como os apóstolos foram tratados há muito tempo, nada mudou, apesar de tudo tenho a certeza que tudo irá vim às claras e muitos dirão Senhor! Senhor! Pois o livro sagrado adverte que “com Deus não se brinca!”. Rezo para que nós tenhamos sempre a convicção de estarmos unidos assim como o Mestre sempre quis, pois todos estão contra a Igreja que prega a verdadeira palavra de Deus, porém é o Espírito Santo de Deus que faz dela viva e forte nos quatro cantos da terra até a fim dos tempos!
O primeiro protestante, apesar de sua mente doentia e conflitante, amou e honrou a Virgem Santíssima Maria, a Mãe de Deus, como fez os outros reformadores. Por que o Protestantismo ficou tão longe do ensino de seus fundadores?
"Jesus, porém, penetrando nos seus pensamentos, disse: "Todo reino dividido contra si mesmo será destruído. Toda cidade, toda casa dividida contra si mesma não pode subsistir "Mateus 12, 25.
Romanos 16,17-18.
“Irmão, peço que você tomem cuidado com aqueles que provocam divisões e obstáculos contra a doutrina que vocês aprenderam. Fiquem longe deles, porque não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao próprio estômago; com palavras doces e bajuladoras, eles enganam o coração da pessoas simples.”
E FACIL FALAR DE DEUS DIFICL E TRANSMITI O VERDADEIRO DEUS
06 de Agosto de 2009.
MFSM
Email: maltajc@hotmail.com
06 de Agosto de 2009.
MFSM
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